Projeto Memória dos Trabalhadores Petrobras
Depoimento de Júlio César Simões Salomão
Entrevistado por Laura Olivieri e Priscila Cabral
Brasília, 08 de fevereiro de 2007
Realização Museu da Pessoa
Depoimento PETRO_CB553
Transcrito por Flávia Penna
P/1 – Para começar, queria agradecer a presença do Senhor aqui e queria que você começasse falando seu nome, local e a data de nascimento.
R – Primeiro, bom dia, né?
P/1 e P/2 – Bom dia!
R – Meu nome é Júlio César Simões Salomão. Nasci no Estado do Rio de Janeiro, na cidade do Rio de Janeiro. A data do meu nascimento é nove de setembro de 1955.
P/1 – Eu queria que você falasse um pouco da sua trajetória dentro da empresa, como você ingressou na Petrobras, se você se lembrar, o ano também.
R – Lembro, lembro como se fosse hoje. Eu trabalhava no Serpa que é uma Empresa pública ligada diretamente ao Ministério da Fazenda, e eu soube que estavam fazendo um processo seletivo para a Petrobras, para o cargo de Auxiliar de Escritório. Na época, eu era codificador e conferencista no Serpa. A Petrobras sempre foi a maior empresa do Brasil, então aquilo, realmente, me chamou a atenção. Vim, fiz o processo seletivo, fui aprovado e ingressei aqui no dia cinco de agosto de 1975, aqui em Brasília. Depois disso , fiquei aqui até 1986, quando eu fui para o Rio Grande do Norte, na região da Bacia Potiguar, na extinta RPNS. Agora não é mais RPNS, agora é E&P. Lá eu fiquei até 1991. Tive um convite para voltar para Brasília. Voltei para Brasília e estou aqui até então, aguardando para me aposentar. Já sou aposentável. Não me aposentei ainda porque, além de querer completar a integralidade dos 35 anos, e eu também não posso deixar as vantagenzinhas que a gente tem, né?
P/1 – O Senhor se lembra o ano que entrou?
R – 1975.
P/1 – E qual é a sua área atual?
R – Hoje eu estou dentro do GAPREB, que é o Gabinete da Previdência em Brasília e dentro de um setor,...
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Depoimento de Júlio César Simões Salomão
Entrevistado por Laura Olivieri e Priscila Cabral
Brasília, 08 de fevereiro de 2007
Realização Museu da Pessoa
Depoimento PETRO_CB553
Transcrito por Flávia Penna
P/1 – Para começar, queria agradecer a presença do Senhor aqui e queria que você começasse falando seu nome, local e a data de nascimento.
R – Primeiro, bom dia, né?
P/1 e P/2 – Bom dia!
R – Meu nome é Júlio César Simões Salomão. Nasci no Estado do Rio de Janeiro, na cidade do Rio de Janeiro. A data do meu nascimento é nove de setembro de 1955.
P/1 – Eu queria que você falasse um pouco da sua trajetória dentro da empresa, como você ingressou na Petrobras, se você se lembrar, o ano também.
R – Lembro, lembro como se fosse hoje. Eu trabalhava no Serpa que é uma Empresa pública ligada diretamente ao Ministério da Fazenda, e eu soube que estavam fazendo um processo seletivo para a Petrobras, para o cargo de Auxiliar de Escritório. Na época, eu era codificador e conferencista no Serpa. A Petrobras sempre foi a maior empresa do Brasil, então aquilo, realmente, me chamou a atenção. Vim, fiz o processo seletivo, fui aprovado e ingressei aqui no dia cinco de agosto de 1975, aqui em Brasília. Depois disso , fiquei aqui até 1986, quando eu fui para o Rio Grande do Norte, na região da Bacia Potiguar, na extinta RPNS. Agora não é mais RPNS, agora é E&P. Lá eu fiquei até 1991. Tive um convite para voltar para Brasília. Voltei para Brasília e estou aqui até então, aguardando para me aposentar. Já sou aposentável. Não me aposentei ainda porque, além de querer completar a integralidade dos 35 anos, e eu também não posso deixar as vantagenzinhas que a gente tem, né?
P/1 – O Senhor se lembra o ano que entrou?
R – 1975.
P/1 – E qual é a sua área atual?
R – Hoje eu estou dentro do GAPREB, que é o Gabinete da Previdência em Brasília e dentro de um setor, que não é nem setor, é uma coordenação de articulações internas. Eu mais dois colegas, o Aurélio e o Augusto Ramos.
P/1 – Como é o cotidiano desse trabalho?
R – Nós temos um trabalho junto às Embaixadas: divulgação, promoção de eventos ligados ao Gabinete tá, porque senão confunde, porque aqui tem uma Diretoria Regional também de Centro-Oeste, que é uma outra atividade, é uma atividade de patrocínio e não tem nada a ver com o nosso afazer.
P/1 – Você podia explicar um pouquinho pra gente como é o papel do escritório daqui do Centro-Oeste, como ele atua?
R – Bem, é o seguinte, vamos lá. A gente vai ter que começar bem lá trás.
P/1 – Que bom!
R - Quando eu ingressei na Companhia, nós vivíamos sob a égide da ditadura militar. Então, o meu primeiro chefe foi um general chamado General Hugo de Farias. O escritório era um escritório meramente administrativo. Era simplesmente um escritório de apoio à Presidência e à Direção da Empresa, bem como outros órgãos que tinham atividades dentro do Distrito Federal ou tinham necessidade de ter um contato tanto na esfera do Executivo, do legislativo como do Judiciário. O Legislativo naquela época não funcionava, era só o Executivo e o Judiciário. Depois, o escritório começou a tomar outras características. Com a abertura democrática, o papel do escritório foi redefinido, passou a ser um escritório político. Hoje, nós temos Assessoria parlamentar, nós temos Assessoria para articulações Internas, nós temos Assessoria para o Executivo, Assessoria Jurídica, que estava funcionando aqui no nono andar, agora está lá no Edifício Varig por um breve tempo. Então, hoje já tem um outro papel. Tanto é que, antes, era Esbras – Escritório de Brasília. Hoje, é Gabinete do presidente e Escritório de Brasília. Esse prédio aqui, por exemplo, tem uma história interessante. Este prédio foi construído em 1960 com a intenção de trazer a sede da Petrobras para Brasília. E, como ocorreu com vários órgãos do Governo, por exemplo, o BNDS na época não veio para cá, a Petrobras também relutou, relutou, e tanto é que não veio, está lá no Rio de Janeiro. Mas este prédio foi construído com essa finalidade: trazer a Petrobras para Brasília. Então, é esse prédio, o Auditório e mais um outro prédio anexo que, na verdade, era uma área de lazer com apartamentos etc e hoje está com a Fundação Athos Bulcão - foi transferido, trocado por lotes de posto de gasolina, etc. -. O primeiro ocupante deste prédio foi o Ministério das Minas e Energia. Estavam construindo o prédio das Minas e Energia e, à época, o Ministério tinha que vir pra cá, então ocupou esse prédio aqui. Aí, houve essa necessidade de montar o escritório com ditadura. Então, pegou empregados da obra daqui do prédio, empregados do primeiro Posto Petrobras do Brasil, que é o Posto Motel Guarapari que fica ali próximo ao Núcleo Bandeirantes, que eram terceirizados e foram contratados pela Petrobras. Eram vigilantes, zeladores, ficais de obra. Vieram para Companhia para serem copeiros, etc. e aí viraram empregados da Empresa e foram os primeiros empregados. Não era nem Esbras, era Cgbras, depois é que foi criado o Esbras, com a vinda do General Hugo de Farias, que assumiu.
P/1 – Cgbras seria o que?
R – Hoje eu não lembro bem. Eu acho que era alguma coisa ligada à obra. O pessoal mais antigo, que já está aposentado, deve aparecer alguém aqui e dar esse depoimento. E, muita gente desse primeiro Posto Petrobras do Brasil, que é o Posto Motel Guarapari, veio para cá. Com o advento da Petrobras Distribuidora em 1972, muitos empregados da Petróleo Brasileira S.A. foram cedidos à Petrobras Distribuidora e depois, tiveram a opção, e viram empregados da Petrobras Distribuidora. Tanto é que vem um colega aí dar um depoimento após o meu, que é o Chaves, que era da Petróleo e foi para a Petrobras Distribuidora.
P/1 – Nesse tempo que você ficou aqui, queria que você falasse um pouco do que você acha que mudou na Petrobras como um todo ou mesmo aqui, na Região Centro-Oeste. Quais foram as mudanças que você percebeu?
R – Na Região Centro-Oeste, eu não posso dizer muita coisa na questão da região. É o que eu estou falando: o escritório era um escritório meramente administrativo e hoje é um escritório com uma finalidade política, ou seja, voltado mais para os temas nacionais, como meio-ambiente, biodiesel que são questões nacionais, não voltadas especificamente para Centro-Oeste. O que está voltado para o Centro-Oeste já é um outro órgão, que é o Setor de Patrocínio, onde o Samuel é o Gerente. Ele é um gerente setorial e, esse sim, pode falar alguma coisa da questão de Patrocínio, e regional, em termos de Centro-Oeste. No nosso caso, realmente, é muito complicado porque a nossa atuação é nacional.
P/1 – Só para entender melhor, é um escritório que vai de encontro às questões estabelecidas pelo Rio, não é?
R – Sim. Vou citar um exemplo aqui. Quando houve aqueles vazamentos no Rio de Janeiro – três em 2002, se não me engano – como o vazamento de Paranaguá também, depois o acidente na P-36, na realidade, aconteceu lá, mas tudo estourou aqui, porque estoura aqui. Então a gente tem que fazer um trabalho junto ao Congresso Nacional, junto ao IBAMA, porque é tudo aqui. Então, estoura lá, mas politicamente é aqui. Vamos ter que conversar com senador, com comissões, Comissão de Infra-estrutura, Comissão de Meio-Ambiente, isso tudo dentro do Congresso Nacional.
P/1 – Mas você acha que essa relação da Petrobras até nesse âmbito político mudou de uns tempos pra cá?
R –É isso que eu estou te falando: na época da ditadura, não existia política, tá, era tudo já definido. Por exemplo, esse tipo de entrevista, a gente não dava. O meu primeiro chefe, já disse, era o general Hugo de Farias, tem até alguns fatos interessantes sobre ele: se ele passasse no corredor, ele já fazia “haha” e todo mundo tinha que levantar. Todo funcionário, auxiliar de escritório, auxiliar de serviços gerais tinha que usar terninho e gravata, cabelinho cortado, não podia usar barba... O teu cabelo? Nem pensar! Então, mudou muita coisa. Agora, a atuação do escritório é totalmente diferente hoje. Na realidade, é uma extensão da presidência da Petrobras.
P/2 – Eu acho que essa toda questão das mudanças já ficou bastante comentada, até espontaneamente, já esclareceu bastante, Senhor Júlio. Mas tem uma questão que se puder comentar, que é o seguinte: é uma questão dupla. É essa questão tão importante hoje até nacionalmente, como seria a visão da Empresa da conquista da liderança de mercado da Petrobras, sobretudo na distribuição na pesquisa e implementação de energias renováveis. E, junto com isso, já que a gente estava falando de política, de ser um escritório mais político, como se dá essa questão de uma política de valorização da marca, se tem isso... O Senhor poderia amarrar isso?
R – Tem sim, e é muito forte. Quando eu entrei na Empresa, nós produzíamos cerca de 130, 140 mil barris diários de petróleo. Ela era uma empresa de petróleo. Hoje ela não é mais uma empresa de petróleo só. Ela também é uma empresa de petróleo, mas hoje ela é uma empresa de energia. Tanto é que está aí o biodiesel, o GNI, o GNV. Inclusive a Petrobras patrocinando carros de fórmula um, está levando o nome da empresa internacionalmente, mas não só na questão de petróleo. E isso, hoje dentro do Congresso Nacional, está muito bem focado e muito bem assimilado pelos parlamentares. Tanto é que a empresa tem, já algum tempo e agora enfatizando mais ainda, convites e levando deputados, senadores assessores parlamentares, ou seja, pessoal do Legislativo, pessoal do IBAMA, pessoal do Executivo, do Tribunal de Contas da União para fazer visitas a órgãos, à unidades da Companhia: CENPES, Urucu e outras unidades. A Companhia hoje tem uma visão totalmente diferente. Ela está se mostrando, coisa que não fazia, porque na época da ditadura era o seguinte: “nós mandamos e acabou.” Hoje, não tem isso.
P/2 – Era de fora para dentro e hoje é de dentro para fora, né?
R – É exatamente.
P/2 – Tem mais alguma coisa que o Senhor destacaria nessa questão entrada da Petrobras no setor de energia mais do que petróleo, para a gente explorar esse bloco que eu acho muito importante pra esse escritório de Brasília, né? Quer dizer, aproveitando que a gente está aqui e que o Senhor tem essa facilidade de historiar, para a gente entender melhor mesmo. Agora que é de dentro pra fora então, aqui nesse escritório, tem essa coisa estratégica de marca?
R – Tem. Tem do Rio, mas também tem. O Gerente hoje do escritório, que é o Carlos Alberto, ele tem um dinamismo muito grande, conhece e enfatiza bem isso. Tanto é que hoje o escritório está fazendo parte de um comitê de gestão, inclusive de decisões. Eu acho que isso é importante. O escritório está tomando um outro posicionamento, está sempre avançando. Eu acho que nós estamos no caminho certo.
P/1 – Você é sindicalizado?
R – Sou.
P/1 – Você já teve algum cargo dentro do Sindicato?
R – Já fui candidato.
P/1 – Já? E como você vê essa relação do Sindicato com a Empresa atualmente? Mudou alguma coisa?
R – Mudou muito.
P/1 – Fala um pouquinho, então.
R – Acho que eu sou um dos poucos sindicalizados aqui em Brasília, tá? Inclusive eu sou sindicalizado ao Sindicato de São Paulo. Na verdade, é o seguinte: hoje, você tem na Petrobras determinadas pessoas que estão em gerências da Companhia e que são ligadas ao Sindicato, que todo mundo sabe. Então, a relação melhorou e melhorou substancialmente. Tanto é que outro dia eu estava até conversando com Barçante e com outros colegas que esse último acordo coletivo que nós tivemos, em 32 anos de Companhia, foi o melhor que eu vi até hoje. Então, você vê que a relação melhorou e muito. Tem muita coisa ainda por avançar, mas deu um salto de qualidade brutal.
P/2 – Um esclarecimento por favor, Senhor Júlio. O Senhor Barçante falou também que é sindicalizado por São Paulo, aqui em Brasília não tem sindicato?
R - Não. E é fácil explicar. A gente tem que voltar lá atrás. Na época da ditadura, ninguém podia, tanto é que quando vinha aquele negócio de contribuição sindical, já vinha: não, você só assinava. Bem, nós tínhamos vinte e poucos empregados, que era o escritório de Brasília. O resto era Petrobras Distribuidora, que tinha um outro sindicato, o Sindicato do Comércio Varejista – uma coisa assim – não era o Sindicato dos Petroleiros. Até porque, naquela época, o Sindicato dos Petroleiros era uma “pelegada danada”. Então, por exemplo, eu vim do Rio Grande do Norte, era sindicalizado lá. Vim pra cá e procurei saber qual era o sindicato de responsabilidade. Como o nosso pagamento era feito por São Paulo, o nosso Sindicato de responsabilidade era o Sindicato de São Paulo, e eu me filiei ao Sindicato de São Paulo. Então, tem eu, o Barçante, o pessoal da Transpetro, que é lá no Setor de Inflamáveis – eles são sindicalizados também pelo Sindicato de São Paulo, até porque a Transpetro aqui vem direto de Campinas, lá de Paulínea. Então, aproveitou e todo mundo, tanto da TECON, da TI, embora, se não me engano, eu seja o único sindicalizado do GAPREB. Não sei, acho que o meu Gerente deve estar ligado ao da Bahia, porque ele veio de lá e o Henrique também deve ser da Bahia. Mas realmente, teve muito problema de sindicalização exatamente porque a gente não tem uma demanda suficiente para ter um sindicato aqui.
P/2 – Entendi.
P/1 – Tem alguma história interessante que o Senhor queira deixar registrada, que o Senhor tenha passado aqui dentro da empresa?
R – Ah, tem várias histórias!
P/2 – Se quiser contar várias...
R – Tem várias histórias. Tem história (risos) aí de a gente ficar a noite aqui e sair batendo na parede dizendo que é o finado general batendo pelas paredes... São coisas hilárias! Por exemplo, o elevador caindo. Uma vez despencou um elevador aqui, foi um estrondo que parecia que o prédio estava caindo.
P/2 – É mesmo?
R – Despencou. O contrapiso desceu e a cabine foi. A sorte é que não tinha ninguém dentro.
P/2 – A sorte... O Senhor lembra quando foi isso?
R – Isso foi em 1993, 1994, por aí.
P/2 – Quer dizer, antes um pouco dessa coisa, que hoje tem muito na instituição, da segurança, né? Ou já existia?
R – Não, não existia não. Na época, eu estava assumindo a gerência. Para mim foi um baque aquilo. Essa aqui já é a segunda reforma que é feita aqui. Mas ou menos nessa época também, tinha um barramento de energia, que fica lá no subsolo, também pegou fogo, era pipoco pra tudo quanto é lado, porque ainda se usava aquele sistema de fusíveis, que eram uns verdadeiros canhões. Esse auditório - seria interessante até que vocês fossem visitar lá e até tirar umas fotografias – porque tem um maquinário ali de “mil novecentos e quarenta e quinze”, e quem montou na realidade foi o Ministério das Minas e Energia, quando ocupou o prédio. As cadeiras, as poltronas do Auditório ainda têm lá as plaquinhas “MME”, o maquinário de filmagem que está lá dentro são máquinas alemãs, da década de 60.
P/2 – Esse auditório fica aonde?
R – Aqui embaixo.
P/2 – Dentro do prédio?
R – Você saindo do prédio, é em frente. Daqui de cima dá pra ver.
P/1 – A gente está quase chegando ao fim, mas antes eu queria fazer duas perguntinhas. A primeira é: o que é ser petroleiro pra você?
R – Vou te responder isso com uma palavra: tudo.
P/1 – E se você pudesse definir o que é ser petroleiro, como você definiria?
R – Olha, primeiro, eu não gosto dessa palavra definir, porque na vida nada se define, tudo é conceitual, ta? Então, ser petroleiro, é um privilégio, não é para qualquer um não. É um privilégio. Infelizmente, teve uma epocazinha aqui na Petrobras que tinha esse negócio: eu sou da linha de engenharia, você é da linha administrativa... Então, precisa acabar com essa história. São os petroleiros.
P/2 – Inclusive para a Empresa se fortalecer.
R – É.
P/1 – Então, para terminar, eu queria que você comentasse um pouquinho o que você achou de participar do projeto, se gostou ou não.
R – Eu achei ótimo! Eu quando vi há algum tempo atrás esse trabalho de vocês, eu falei: “pó, não vão vir para Brasília, não? Só ficam centrados no Rio de Janeiro?”
P/2 – Nada, está percorrendo o Brasil todo.
R – Então, vamos correr para chegar aqui. Eu achei ótimo.
P/1 – Então, te agradeço. A gente termina aqui. Muito obrigada por ter participado.
R – De nada, estou ao dispor.
P/2 – Contribuiu bastante.
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