Meu nome é Júlia Ferreira Campos dos Santos, nasci no dia 1º de Novembro de 1991, em Curitiba, PR. Como minha mãe é curitibana e meu pai é carioca, com dois anos me mudei para o Rio de Janeiro.
Morei lá por dois anos (dos dois aos quatro anos de idade) e confesso que mesmo sendo criança, não achei uma experiência muito legal. Neste período, eu não frequentava a escola e por isso, minhas tardes se resumiam a ficar em casa com a minha mãe, já que os meus primos iam para a escola. Felizmente, meus pais tiveram a ideia de voltar para Curitiba e morar aqui de vez. Nunca disse isso para eles, mas agradeço demais essa decisão, pois tenho certeza que o padrão de vida que eu tenho hoje em dia não seria o mesmo se eu tivesse sido criada lá.
Fui filha única por dez anos e por isso, me acostumei a brincar sozinha. Sempre brinco dizendo que fui "criança de prédio" e por isso, sempre preferi atividades mais calmas como ler, pintar, montar quebra-cabeça. Aliás, nem passava pela minha cabeça que um dia minha mãe pudesse engravidar novamente. Mas em 2002, ela descobriu que estava grávida e a notícia caiu como uma bomba para mim.
Eu não aceitava de jeito nenhum por medo de perder o meu "reinado" dentro de casa. As pessoas vinham falar comigo sobre o fato de eu ter um irmão, e eu fingia que o assunto não era comigo Mas como o passar dos meses, fui aceitando a ideia e hoje morro de paixão pelo meu irmão. Confesso que brigo com ele e não tenho muita paciência, mas acabei me tornando uma segunda mãe para ele
Meus pais sempre investiram na minha educação, com atividades extracurriculares, e cobraram muito essa questão da dedicação ao estudo. Por isso, os hábitos que eu adquiri nos tempos da escola, eu carrego comigo até hoje. Sempre quis fazer Jornalismo, pois esse é um mundo que me fascina e tenho certa facilidade para escrever e me comunicar. Como não passei de 1ª no vestibular e por insistência da minha mãe, resolvi então fazer um...
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Meu nome é Júlia Ferreira Campos dos Santos, nasci no dia 1º de Novembro de 1991, em Curitiba, PR. Como minha mãe é curitibana e meu pai é carioca, com dois anos me mudei para o Rio de Janeiro.
Morei lá por dois anos (dos dois aos quatro anos de idade) e confesso que mesmo sendo criança, não achei uma experiência muito legal. Neste período, eu não frequentava a escola e por isso, minhas tardes se resumiam a ficar em casa com a minha mãe, já que os meus primos iam para a escola. Felizmente, meus pais tiveram a ideia de voltar para Curitiba e morar aqui de vez. Nunca disse isso para eles, mas agradeço demais essa decisão, pois tenho certeza que o padrão de vida que eu tenho hoje em dia não seria o mesmo se eu tivesse sido criada lá.
Fui filha única por dez anos e por isso, me acostumei a brincar sozinha. Sempre brinco dizendo que fui "criança de prédio" e por isso, sempre preferi atividades mais calmas como ler, pintar, montar quebra-cabeça. Aliás, nem passava pela minha cabeça que um dia minha mãe pudesse engravidar novamente. Mas em 2002, ela descobriu que estava grávida e a notícia caiu como uma bomba para mim.
Eu não aceitava de jeito nenhum por medo de perder o meu "reinado" dentro de casa. As pessoas vinham falar comigo sobre o fato de eu ter um irmão, e eu fingia que o assunto não era comigo Mas como o passar dos meses, fui aceitando a ideia e hoje morro de paixão pelo meu irmão. Confesso que brigo com ele e não tenho muita paciência, mas acabei me tornando uma segunda mãe para ele
Meus pais sempre investiram na minha educação, com atividades extracurriculares, e cobraram muito essa questão da dedicação ao estudo. Por isso, os hábitos que eu adquiri nos tempos da escola, eu carrego comigo até hoje. Sempre quis fazer Jornalismo, pois esse é um mundo que me fascina e tenho certa facilidade para escrever e me comunicar. Como não passei de 1ª no vestibular e por insistência da minha mãe, resolvi então fazer um curso superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos. Era a mais nova da turma e a única da sala que ainda não tinha tido uma vivência profissional. Felizmente, me encontrei nessa área de gestão e com 19 anos, já estava formada e com um diploma de curso superior nas mãos.
Em 2009, prestei vestibular para o curso de Tecnologia em Comunicação Institucional da UFPR e no ano seguinte, iniciei o curso que concluo no final deste ano. Ano passado, comecei a estagiar na área e me sinto muito realizada por trabalhar onde eu trabalho, por ter os colegas que eu tenho e sentir que sou reconhecida e valorizada. Para o meu futuro profissional, penso em poder aliar as duas formações em um único trabalho e estar sempre aprendendo e renovando meus conhecimentos.
Tenho laços de amizade muito fortes e gosto de cultivá-los da melhor maneira possível. Acredito que os amigos são os irmãos que a gente escolhe para dividir momentos importantes também.
Sou grata aos meus pais e a minha família por tudo que eu sou hoje e por tudo que me ensinaram. Sempre tive o que eu quis na vida, mas a custa de muito esforço dos meus pais e tendo que fazer por merecer. Os valores que eu aprendi com eles, são valores que pretendo levar para o resto da vida e repassar para as minhas próximas gerações
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