P - Bom dia, Ivanaldo.
R - Bom dia.
P - Para começar, eu gostaria que você me dissesse seu nome completo, a cidade que você nasceu e a data de seu nascimento.
R - Ivanaldo Ferreira Silva, nasci em Santa Cruz, Rio Grande do Norte, em 5 / 9 / 1962.
P - Qual é o nome do seu pai e da sua mãe?
R - Raimundo Ferreira Silva e Anália Bezerra de Medeiros.
P - E qual a atividade deles?
R - Meu pai é lavrador rural, minha mãe é doméstica, do lar.
P - Gostaria que você me falasse um pouco da sua infância, como que você brincava, quais eram as brincadeiras, com quem você brincava?
R - Eu até faço hoje uma comparação com relação as brincadeiras das minhas filhas. Na época, já se vão uns 40 anos atrás, a gente brincava de coisas que ainda brincam hoje, mas umas brincadeiras mais inocentes, tipo pique-pega, salve-cadeia, brincar de esconder, sabe, essas coisas bem. De amarelinha, que hoje também se brinca muito por aí. E a gente tinha umas brincadeiras muito natural, porque eu morei um período muito bom em fazenda, sabe, então a gente brincava naquelas margem de rios, nas roças mesmo. Com certo desafios, até um pouco perigosos. Mas era uma coisa bem legal, assim, era bem em contato com a natureza.
P - E você brincava com quem?
R - Ah, brincava de futebol, a gente brincava de bola. Até a gente brinca muito, usava até uma lobeira - sei que muita gente não conhece -, mas jogava bola com lobeira, com bola de meia, essas brincadeiras assim, bem inocentes mesmo.
P - Quando e como você entrou na CTBC?
R - Bom, eu entrei na CTBC em novembro de 1985. Na ocasião já tinha um cunhado meu que trabalhava no Grupo, né, e ele ficou sabendo de uma oportunidade. Eu fiz uma inscrição. Na época a gente, o teste lá era datilografia, que era uma coisa básica. Se você não passasse naquele teste era complicado, porque ali já era uma eliminatória. Então, eu lembro bem que eu fiz umas três vezes esse teste para mim conseguir passar. E...
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P - Bom dia, Ivanaldo.
R - Bom dia.
P - Para começar, eu gostaria que você me dissesse seu nome completo, a cidade que você nasceu e a data de seu nascimento.
R - Ivanaldo Ferreira Silva, nasci em Santa Cruz, Rio Grande do Norte, em 5 / 9 / 1962.
P - Qual é o nome do seu pai e da sua mãe?
R - Raimundo Ferreira Silva e Anália Bezerra de Medeiros.
P - E qual a atividade deles?
R - Meu pai é lavrador rural, minha mãe é doméstica, do lar.
P - Gostaria que você me falasse um pouco da sua infância, como que você brincava, quais eram as brincadeiras, com quem você brincava?
R - Eu até faço hoje uma comparação com relação as brincadeiras das minhas filhas. Na época, já se vão uns 40 anos atrás, a gente brincava de coisas que ainda brincam hoje, mas umas brincadeiras mais inocentes, tipo pique-pega, salve-cadeia, brincar de esconder, sabe, essas coisas bem. De amarelinha, que hoje também se brinca muito por aí. E a gente tinha umas brincadeiras muito natural, porque eu morei um período muito bom em fazenda, sabe, então a gente brincava naquelas margem de rios, nas roças mesmo. Com certo desafios, até um pouco perigosos. Mas era uma coisa bem legal, assim, era bem em contato com a natureza.
P - E você brincava com quem?
R - Ah, brincava de futebol, a gente brincava de bola. Até a gente brinca muito, usava até uma lobeira - sei que muita gente não conhece -, mas jogava bola com lobeira, com bola de meia, essas brincadeiras assim, bem inocentes mesmo.
P - Quando e como você entrou na CTBC?
R - Bom, eu entrei na CTBC em novembro de 1985. Na ocasião já tinha um cunhado meu que trabalhava no Grupo, né, e ele ficou sabendo de uma oportunidade. Eu fiz uma inscrição. Na época a gente, o teste lá era datilografia, que era uma coisa básica. Se você não passasse naquele teste era complicado, porque ali já era uma eliminatória. Então, eu lembro bem que eu fiz umas três vezes esse teste para mim conseguir passar. E graças a Deus consegui.
P - Assim, por causa do seu cunhado que você passou?
R - Sim, ele que me indicou. Surgiu a oportunidade, ele falou: "Olha, Ivanaldo, vem trabalhar aqui com a gente" Eu já conhecia o Grupo, já sabia. Aí fiz o teste na época, passei, e já se foi 18 anos.
P - Eu gostaria que você descrevesse o seu trabalho hoje, o que você faz, como que funciona esse seu trabalho.
R - Hoje? Hoje eu trabalho na regional aqui em Uberlândia, na área Regional Institucional, que foi criada há pouco tempo, depois da reestruturação que teve. E o meu trabalho lá tem umas atividades específicas. Por exemplo, eu fico responsável pela parte estrutural do prédio mesmo onde a gente trabalha, né, e fico responsável também por estar controlando possíveis paradas que ocorrem na centrais. A gente, quando acontece um problema assim, tem que enviar umas correspondências para o cliente, para a comunidade, para estar comunicando, informando o motivo daquelas paradas e a causa que foi, porque aconteceu. E faz também os outros serviços lá com a minha equipe, né, que voltado para essa área institucional, a gente faz visitas a clientes. Faço também a parte, como se diz, de cuidar do prédio da empresa, né, de onde a gente trabalha. Basicamente é isso o meu trabalho.
P - Essas visitas é por qual motivo?
R - Assim, pode surgir uma oportunidade de você estar indo até a residência ou um comércio, uma pessoa jurídica, por algum motivo. O cliente chega lá na Regional para saber uma informação, ou ele, de repente, não conseguiu resolver aquilo via 0800, que seria o caminho normal, ele procura a Regional. E se, por um acaso, for eu a pessoa designada a estar atendendo, eu posso, a minha função seria resolver o problema dele. Ele vai chegar lá, eu vou conversar com ele, ele vai me explicar o problema. Eu não posso deixar ele sair dali sem a solução. Se for o caso ele vai retornar para casa, ou para a empresa dele, e eu vou ficar responsável dentro da Regional de sair triando o problema que aconteceu com ele, até achar a solução, e dar um retorno para ele, com o problema resolvido, é claro.
P - Você entrou na CTBC fazendo o quê?
R - Comecei na CTBC na área de faturamento. Trabalhava no prédio hoje onde é a Algar. E dentro do faturamento tinha várias atividades. Daí uma das atividades que eram desenvolvidas na época era uma conferência que a gente fazia, que era tudo manual. Tudo que era lançado para sair na conta hoje, qualquer cobrança era feito manual. E a gente tinha os relatórios. E eu até chamava que eu trabalhava no Vaticano, porque meu serviço era ir ticando: "Vai ticando, vai ticando." E eu ia conferindo aquilo se estava certo para sair na conta do cliente. Era um negócio bem assim. Na época, se você pensar hoje, era uma coisa bem rude, né? Mas tinha lá suas falhas, mas assim, era assim que se sobrevivia, e era muito legal.
P - E como você define a qualidade dos serviços da CTBC?
R - Olha, o produto CTBC é muito bom. A qualidade desses produtos, conseqüentemente, também é bom. E a CTBC é uma empresa de ponta, seja, ela está sempre inovando, ela está sempre na frente, vamos dizer assim. Embora às vezes a gente até brigue internamente. Falam que a galinha bota o ovo e sai cantando: "Olha, tem ovo aí" Às vezes a CTBC fica um pouco tímida nisso aí. Ela é, por exemplo, a fornecedora do pré-pago e outras coisas de ponta que a CTBC faz, que não aparece como às vezes deveria aparecer para o Brasil. Embora seja uma empresa regional, mas isso deveria ser uma coisa que a gente acha, eu acho particularmente, que deveria ser mais divulgado isso. Mas a qualidade do serviço da CTBC, sem dúvida, é um dos melhores do Brasil.
P - E o que você acha que deve ser o mais importante na melhoria dos processos de trabalho?
R - Eu acredito que seja a conscientização e a capacitação de cada um de nós enquanto funcionários. Porque se o comprometimento não estiver comigo, não estiver com o colega, não estiver com a equipe, conseqüentemente o produto final não vai ser legal, e isso pode... Isso pode não, isso vai causar não um agrado para o cliente no final, vamos dizer assim.
P - E tem algum caso, alguma história interessante que você tenha para contar relacionando aí com a CTBC, com o seu trabalho?
R - Um caso interessante, quando eu trabalhava aqui na Algar - isso foi em 1985, 1986 -, a gente fazia muita hora extra, trabalhava à noite. Isso aconteceu com um colega nosso. O pessoal de limpeza, que faz a manutenção das salas após o expediente, e tinha um senhor que fazia a limpeza lá na sala, se eu não me engano o nome dele é Jorge, e uma vez nós estávamos trabalhando lá e aí ele deixou algum material de limpeza dele por lá. Uma enceradeira que usava na época, umas coisas assim. E nós combinamos o seguinte: ele entrava, a hora que ele entrasse nós íamos apagar as luzes e ficar todo mundo em silêncio. Dito e feito. Nós escondemos lá debaixo das mesas, apagamos as luzes e ele entrou. Na hora que ele entrou na sala nós fomos e ligamos a enceradeira na tomada, e essa enceradeira ficou pulando dentro dessa sala, aparentemente sozinha. O suste desse cara foi enorme, sabe?
P - Coitado
R - Não, aí foi... Aquela enceradeira pulando dentro da sala, ele assustado. Teve um momento que ele saiu para fora correndo, e a gente não agüentou, começou a rir. Mas foi legal, foi uma coisa, assim, bem descontraída e foi muito boa essa brincadeira que nós fizemos com ele.
P - Bem divertido.
R - É, sem dúvida.
P - Ivanaldo, então agradeço o depoimento, foi muito interessante.
R - Muito obrigado, e agradeço a oportunidade de estar dando esse depoimento. Porque a CTBC, o Grupo Algar para mim foi onde eu "aprendi a ser gente", aprendi tudo. Eu devo hoje os meus 18 anos de trabalho ao Grupo, à CTBC especificamente. Fico muito feliz por estar dando esse depoimento. Espero que essa empresa realmente tenha o Projeto Algar 2100, que isso vá infinitamente gerando novos talentos, novas oportunidades para todo mundo, e se Deus quiser ser uma empresa perene pelo resto da vida.
P - Com certeza.
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