Para Gonçalo Borges Torrealba, a criação de cavalos puro-sangue não é apenas um negócio, é uma herança que combina genética de alto nível, tradição familiar e visão de longo prazo.
Inovação genética e profissionalização
A recente inauguração, no Brasil, da primeira central de coleta de sêmen equino — capaz de processar material de até 40 garanhões, representa, para ele, um marco importante. Segundo Torrealba, essa estrutura simboliza mais do que tecnologia: permite garantir a perpetuação de linhagens nobres, com controle genético e qualidade assegurada.
Cavalos de elite como ativos duradouros
No mercado nacional, transações recordes demonstram o valor dos animais. Em um exemplo recente, cotas de propriedade de um garanhão da raça Mangalarga Marchador foram negociadas por valores milionários, assim como embriões e embates de reprodução genética. Para Torrealba, investir em cotas de um cavalo consagrado significa participar de um ativo reprodutivo e financeiro, cuja valorização pode resistir ao tempo e ser passada de geração a geração.
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