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Por: Museu da Pessoa, 6 de julho de 2009

Uma segunda família.

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Uma segunda família.

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Meu nome é Fernando Pochmann de Magalhães, eu nasci em 7 de outubro de 64, no Rio Grande do Sul. Sou gaúcho e vim ter contato com a Petrobras aqui no Rio de Janeiro, quando eu já morava aqui no Rio.

Meu pai era militar, minha família toda é do Rio Grande do Sul, e ele veio transferido para cá, para servir aqui no Rio de Janeiro. Depois ele entrou na reserva, tal. E eu estudei aqui, fiz escola técnica, segui carreira técnica aqui no Rio de Janeiro, em eletrotécnica. Fiz Centro Federal de Educação Tecnológica.

Na escola técnica, você já começa a aspirar a um trabalho na Petrobras. Em função da qualidade do processo, da empresa. Já é um sonho, vamos dizer assim. A gente já começa, na escola técnica, a querer entrar na Petrobras. Eu terminei a escola técnica em 82, tempo de crise, final do governo militar. Eu estava precisando trabalhar e fui ser bancário. Eu fiz um concurso pro Banco do Estado de Pernambuco, Bandep. Fiquei durante um ano como bancário e aí abriu um concurso na área técnica da Petrobras. Eu não aguentei e falei: “Tenho que voltar.” E aí, para realizar meu sonho, eu fiz o concurso e passei. Meu concurso é de 1984. Em 86, eu fui admitido na Petrobras. Fiz o curso de formação aqui na Reduc [Refinaria de Duque de Caxias], o que foi uma experiência pioneira. Era durante a noite e bastante puxado. De dia, a gente trabalhava e valeu muito à pena.

Na época do curso, a empresa disponibilizou prá gente um transporte, um microônibus que saía de Bom Sucesso. Então, a gente ia - a turma 47 - pra Bom Sucesso e vínhamos prá Reduc. O curso começava por volta de seis e meia e ia até às dez da noite. Às dez da noite, esse ônibus fazia um itinerário que tentasse ajudar a todos a chegar próximo de casa. No dia seguinte começava tudo de novo, de segunda à sexta-feira.

A gente fez uma visita técnica para uma olhada geral na refinaria. O curso de formação é bem abrangente, procura te dar uma visão global de...

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