P - Qual o seu nome completo, local e data de nascimento. R - Fabrício Antônio Silva, Montes Claros, Minas Gerais. Data de nascimento: 31/3/76. P - Quando você começou a trabalhar no Aché? R - Eu comecei a trabalhar no Aché dia 1/9/2000, em Montes Claros mesmo. P - Como é o seu trabalho no dia-a-dia? R - Meu trabalho é um trabalho prazeroso, cada dia inovando mais, sempre buscando novas alternativas. É um trabalho que eu estou muito satisfeito por trabalhar no Aché, é uma profissão nova para mim, que cada dia me entusiasma mais. P - E você é o único representante nessa região? R - Não, lá nós somos um grupo de seis acheanos. P - E vocês têm contato com outros laboratórios, outros propagandistas? R - Sim, somos muitos. Tem propagandistas de outros laboratórios, na sede lá mesmo. São vários laboratórios, se eu for começar a citar aqui eu vou passar longas horas (riso), mas tem um grupo de aproximadamente uns 40 representantes. P - E vocês se encontram? Vocês têm um ponto de encontro em algum lugar? R - Nós temos um ponto de encontro no Aché, mas sempre encontramos com os outros colegas em consultórios, em farmácias... Sempre estamos nos encontrando lá. P - E vocês almoçam junto? O pessoal do Aché, o pessoal dos outros... R - Sempre nós estamos saindo, fazendo confraternizações, sempre a gente está junto. P - E qual o lugar que vocês vão na cidade de Montes Claros? Tem um local, um bar que vocês vão. Qual o nome do local? R - Você fala que a gente se confraterniza? P - Isso. R - Sempre tem uma churrascaria chama Chimarão. Tem o barzinho lá que é o Barril, que é muito bom, dá para descontrair bastante. P - E como você foi para o Aché? Como você resolveu ser um propagandista? R - Bom, na realidade é uma história que nem eu sei contar direito. Eu trabalhava como vendedor de veículos e eu não sei como, fui convidado a fazer uma entrevista. Nem passava por minha cabeça um...
Continuar leituraP - Qual o seu nome completo, local e data de nascimento. R - Fabrício Antônio Silva, Montes Claros, Minas Gerais. Data de nascimento: 31/3/76. P - Quando você começou a trabalhar no Aché? R - Eu comecei a trabalhar no Aché dia 1/9/2000, em Montes Claros mesmo. P - Como é o seu trabalho no dia-a-dia? R - Meu trabalho é um trabalho prazeroso, cada dia inovando mais, sempre buscando novas alternativas. É um trabalho que eu estou muito satisfeito por trabalhar no Aché, é uma profissão nova para mim, que cada dia me entusiasma mais. P - E você é o único representante nessa região? R - Não, lá nós somos um grupo de seis acheanos. P - E vocês têm contato com outros laboratórios, outros propagandistas? R - Sim, somos muitos. Tem propagandistas de outros laboratórios, na sede lá mesmo. São vários laboratórios, se eu for começar a citar aqui eu vou passar longas horas (riso), mas tem um grupo de aproximadamente uns 40 representantes. P - E vocês se encontram? Vocês têm um ponto de encontro em algum lugar? R - Nós temos um ponto de encontro no Aché, mas sempre encontramos com os outros colegas em consultórios, em farmácias... Sempre estamos nos encontrando lá. P - E vocês almoçam junto? O pessoal do Aché, o pessoal dos outros... R - Sempre nós estamos saindo, fazendo confraternizações, sempre a gente está junto. P - E qual o lugar que vocês vão na cidade de Montes Claros? Tem um local, um bar que vocês vão. Qual o nome do local? R - Você fala que a gente se confraterniza? P - Isso. R - Sempre tem uma churrascaria chama Chimarão. Tem o barzinho lá que é o Barril, que é muito bom, dá para descontrair bastante. P - E como você foi para o Aché? Como você resolveu ser um propagandista? R - Bom, na realidade é uma história que nem eu sei contar direito. Eu trabalhava como vendedor de veículos e eu não sei como, fui convidado a fazer uma entrevista. Nem passava por minha cabeça um dia ser propagandista e nessa entrevista despertou certo interesse por conhecer uma rápida história do Aché e isso me entusiasmou bastante, poder um dia fazer parte desse Grupo Aché, na realidade ser um acheano. E passei por uma leve entrevista. Na realidade era um banco de dados que o Aché estava fazendo na minha cidade e eu não sei como que eles chegaram até mim. Por dedução acredito que eles foram atendidos por mim lá na loja de venda de veículos. Eu trabalhava na Autonorte é uma rede Chevrolet, e deve ter sido por aí que começou tudo. Eles acreditaram no potencial e fiz a entrevista. Depois de um ano e meio tornei a fazer e aí surgiu a vaga e foi aonde começou. P - E você achou interessante a profissão? Era muito diferente do que você fazia? R - Totalmente diferente do que eu fazia, no ritmo cotidiano mesmo. Eu passei a viajar, passei a ter um contato mais externo, não tem um escritório. Isso foi uma mudança, mas nunca deixou de ser partilhado de uma origem única, que é vender.Vvocê sempre atingir seu objetivo. E continuo assim. P - E as vantagens da empresa também eram mais interessantes? R - Sem dúvida nenhuma. Nossa tanto é que despertou um enorme interesse, não financeiramente, mas sim com a estrutura que o Aché hoje oferece para o propagandista. Ou seja, o seu funcionário de modo geral. P - E você acha que tem muita diferença do trabalho na sua região com o da capital? R - Se há diferença? P - É, as visitas aos médicos? R - Não, sempre nós estamos trocando idéias aqui nas reuniões, e de modo geral torna-se tudo a mesma coisa. P - E o seu contato no dia-a-dia com os médicos, a sala de espera com os pacientes, ficar sentando, aguardando... Você pode contar como é? R - Até certo ponto, em alguns momentos a gente passa por certo stress,porque nós temos um volume de visitação diária, e às vezes você atrasa em um médico, atrasa no segundo, no terceiro, e no quarto você já começa a se preocupar com a visitação, que está sendo comprometida. Mas de modo geral é sempre prazeroso você estar sempre contando uma idéia, sempre ouvindo uma estória diferente. A gente do Grupo Aché é muito bem-vinda nos consultório. P - Você não faz só a sua cidade, Montes Claros, como outras cidades. Quando você está em Montes Claros você consegue almoçar em casa? R - Ah, sem dúvida nenhuma eu faço questão de procurar sempre almoçar em casa com a minha família. P - Você consegue manter esse compromisso? R - Eu procuro sempre. Por ser uma cidade de menor porte ela me dá essa condição. P - E você poderia me dizer quais são as cidades que você faz? R - No meu setor? Reduziu bastante. Com essa nova filosofia do Aché, objetivando um maior receituário, então a gente procurou cortar algumas cidades. Hoje eu visito um setor do norte de Minas, a cidade de Janaúba. É uma cidade de um grande porte, para o interior. Visito também Mato Verde, Monte Azul, Espinosa, faço também Januária, Brasília de Minas e Bocaiúva. E a sede que é Montes Claros onde tem o maior porte médio. P - E as outras cidades são muito pequenas? Têm poucos médicos? Como é? R - Tem poucos médicos. São cidades que não oferecem o respaldo que esperamos, e o custo/benefício ainda não é tão favorável. P - E nessas cidades pequenas vocês não visitam as farmácias? Só visitam médicos? R - Só visita médica. A visita em farmácia que nós fazemos é para acompanhamento de produto mesmo, saindo ou não. P - E os concorrentes nessa área fazem esse mesmo serviço que vocês fazem, ou nessas cidades pequenas é só o Aché que chega? R - Algumas cidades só o Aché vai, outras... É porque muitas priorizam a cidade de maior porte. P - E você tem algum produto que é marcante, que você lembra de ter feito algum diferencial na campanha? R - Sem dúvida nenhuma eu tenho uma relação muito íntima com o Biofenac, que é um produto que desde quando eu entrei no Aché ele está comigo. Tenho uma relação muito forte com o Biofenac. É um produto que quando eu faço a propaganda faço com um entusiasmo muito grande. Não que eu não faça com os outros, mas é que tenho uma relação mais íntima com o Biofenac. P - E você criou alguma estratégia diferente, individual? R - Não. A propaganda pessoal mesmo, do dia-a-dia, nossa, que é muito gostosa de fazer. P - E como foi o seu primeiro dia de trabalho no Aché? Você tem uma história para contar sobre isso. R - Realmente, quando a gente entra no Aché fica um pouco reprimido e acaba ficando com vergonha de fazer uma propaganda. Na verdade, você vai ter um contato com o médico, que sabe de tudo o que você vai falar, e você fica com medo, inibido de falar alguma coisa errada e acabar ele gozando de você. Então a gente realmente tem uma certa dificuldade no início. Eu tive uma experiência logo no início do Ache, foi logo um mês depois de eu ter entrado no Aché. Eu estava no interior, em Janaúba e fui visitar um médico lá e posteriormente à visita... Para você chegar até o consultório - ele está no andar de cima - é um corredorzinho, uma escada bem íngreme e grande, bastante distante. E faz uma curvinha lá, muito fechadinha. E eu terminei a visita, saí bem descontraído com o médico. Na hora que eu saí o médico me chamou de novo para fazer a solicitação do medicamento. No que eu voltei, escorreguei na escada e realmente foi bastante engraçado. Eu caí na escada de costa e fui caindo até o último degrau. E meu GD lá em baixo, meu supervisor - na época era supervisão -, ele me esperando lá em baixo. Eu caí, tranqüilo, parei... Isso era por volta de meio-dia. Só para vocês entenderem melhor. Por ser novo no Aché, eu preocupado, o supervisor me liga: “Fabrício, amanhã nós vamos para Janaúba, e você me pega no hotel qual horário?” Falei: “Às seis e meia.” Seis e meia da manhã eu iria pegá-lo no hotel. E não deu tempo de eu tomar café em casa. Mas eu cheguei no hotel seis e meia, e ele me perguntou: “Fabrício, você já tomou café?”: “Já tomei.” Novo no Aché, preocupado em falar que eu não tomei: “na hora que der uma folguinha lá pelas nove horas, lá em Janaúba, eu faço um lanchinho leve.” Coisa que não deu, né? A visitação foi comprometida, e acabou por nós correndo atrás. Isso era por volta de meio-dia e quinze que eu fui visitar esse médico. Eu só estou falando isso para ilustrar melhor. E só para você ter uma idéia de como que a cidade, o clima lá é tão gostoso, que 39 graus dá na sombra. (riso) Então imagina: você está a meio-dia e meia, em jejum, depois de uma viagem de quase 200 quilômetros de carro, trabalhando até meio-dia e meia visitando médico num sol de 39 graus na sombra... Você cai de uma escada, bate o cotovelo. Cortou o cotovelo assim, que saiu sangue para caramba. Mas eu até então estava tranqüilo, demonstrando: “não, o que é isso, beleza” O supervisor lá com a gente. Falei: “Não, Brito - ele chamava Brito -, tudo tranqüilo, não precisa se preocupar, não.” E nós fomos no pronto-socorro: “agora nós vamos dar um pontinho aqui e tudo resolve.” E fui para o pronto-socorro com o Brito. O Brito segurou minha pasta, beleza, tranqüilo... E abalado obviamente. Jejum, meio-dia e meia, sol de 39 graus, depois de uma queda dessa... E eu ainda estava em pé. Até aí tranqüilo. Cheguei no pronto-socorro, aí o Brito saiu para visitar mais dois médicos. Falou: “Fabrício, tudo tranqüilo aí?”: “Tudo tranqüilo”: “eu vou ali visitar os dois médicos que ficou faltando e você aguarda aí que ele vai dar o ponto”: “beleza, Brito, pode ir tranqüilo.” E nesse intervalo eu comecei a falar com a enfermeira. Falei: “olha, minha pressão está caindo - isso eu em pé; minha pressão está caindo, estou sentindo que eu vou cair.” Ela riu na minha cara e falou: “o que é isso, você está assustado; não se preocupa, não. Senta e fica à vontade.” Eu só lembro até aí. Posteriormente isso aí eu lembro, acordei... Estava no chão, acordei e só vi aquele monte de pé ao meu redor. Olhei para um canto, olhei para o outro e só pé. Falei: “gente, o que está acontecendo?” Quando eu botei a mão na minha boca assim, aquele sangue. Cortei minha boca toda pelo lado de dentro. Passei a língua e senti falta de dois dentes. Falei: “cadê meus dentes?” E eu comecei a ficar meio nervoso: “cadê meu dente”, boca cortada, sangrando muito... Aí a enfermeira: “não, meu filho, você está assustado, você não perdeu dente, não; o seu dente está aí.” Passou o dedo e viu o dente. Eu falei: “minha filha, eu estou passando a língua aqui e estou sentindo falta de dente.” Ela: “não, você está preocupado; ele não está falando coisa com coisa...” E começou a falar isso para mim. Eu comecei a ficar mais nervoso ainda. Nessa hora o Brito chegou, e eu falei: “Brito, quebrei dois dentes aqui e não sei o quê, e está doendo demais. E o pessoal está falando que eu não quebrei o dente”: “calma, Fabrício, calma, Fabrício...” Aí a outra enfermeira: “achei dois pedaços de dente. É seu?” Eu falei: “minha filha, isso aqui é meu, isso pertence a mim” Na hora que eu lavei a boca, aquilo faltando dois dentes, deitei lá, aí começou: “não, ele não tem nada, não.” O médico me examinou e falou: “parece que realmente ele quebrou os dois dentes.” Aí eu fui colocar o dente no leite, tal... E por incrível que pareça, isso aconteceu era por volta de meio-dia e quinze, quando foi duas da tarde a minha cidade-sede, que é Montes Claros, todos os representantes da minha cidade já estavam sabendo. (riso) Então você vê que notícia na boca de representante corre na velocidade da luz. Duas e meia e meu telefone tocou: “ô, Fabrício, eu fiquei sabendo que você caiu de uma escada aí e quebrou dois dentes...” A minha história inicial no Aché foi essa aí. Preocupado, tudo, muito nervoso, muito tenso, com o supervisor do lado, realmente aconteceu esse lance que eu jamais irei esquecer. E todo o dia que o Brito encontra comigo em reunião ele me lembra disso: “como é que está o dente?” No dia seguinte eu fui fazer uma propaganda e ele me apresentou como “o feiticeiro”, fazendo propaganda assim para o médico: “doutor, aqui está o grand finalle”, que eu não podia mostrar minha boca assim para o médico. Tudo cortado e faltando dente, os dois da frente: “o que foi que você está com a boca assim?” Aí o chefe: “não se preocupe, não, que ele é igual a Feiticeira.” (riso) Entrevista médica assim. Então passou isso, foi uma gozação daí para a frente. Diziam que eu ia até ser processado, que a pessoa subiu na escada lá , cortou o pé, e quando foi ver eram meus dois dentes fincado no negócio. (riso) Estou correndo risco até de ser processado lá... Mas é isso. P - Na verdade vocês são muito brincalhões, gozadores, cada um com o outro? R - É. Você precisa ver como essa história distorce. Cada um conta essa história de uma forma, e acabo achando graça. P - E com os médicos vocês também têm essa descontração, ou é uma coisa mais tensa? R - Sem dúvida nenhuma. Quando a gente já tem um relacionamento com os médicos a gente gosta... E ainda inclusive... Por incrível que pareça, eu cheguei em reunião. E o gerente era o Omar, que hoje está desligado da empresa. Aí ele falando: “eu fiquei sabendo que teve um rapazinho lá no norte de Minas que resolveu pular de umas escadas porque estava com preguiça de descer; andou deixando uns dois dentes lá...” Mas outros colegas já falaram que... O supervisor, quando vai um representante novo - eles procuram chamar de neófitos -, tem que “lançar” no campo. O supervisor vai te lançar no campo... E nessa hora o meu supervisor recebeu um telefone do gerente: “como está o Fabrício? Beleza? Lança o Fabrício direitinho aí, viu? Eu quero que ele seja bem lançado no campo.” E Brito, naquele stress do dia-a-dia, entendeu errado e me lançou foi da escada (riso): “É para lançar, é?”. Vupt Você imagina as outras estórias que os representantes distorcem por aí. P - O que você achou de estar contando essa história, afinal de contas ela vai ficar registrada? R - É uma história que me marcou bastante, eu não guardo rancor de ninguém. Todo mundo conta a história e eu levo isso como brincadeira mesmo. É marcante e eu gostaria muito de ter essa oportunidade - e estou tendo hoje - de contar essa história. E com certeza virão outras por aí, como existem outras, mas não será o caso de hoje. Com certeza a gente vai estar contando, porque foi um prazer estar contando, poder fazer parte da história do Grupo Aché, que é sonho de muitas pessoas, e eu me sinto privilegiado hoje de ser integrado no Grupo Aché, fazer parte da família mesmo acheana. P - Então você vai estar contando outras histórias. R - Sem dúvida nenhuma, se eu tiver oportunidade estaremos contando, sim. P - Nós agradecemos a sua participação. R - Eu que agradeço. P - Esperamos que você tenha gostado, e esperamos outras histórias. R - Ah, sem dúvida nenhuma. Pode ter certeza que receberá nossos e-mails. P - Então está bom. Muito obrigado. R - Eu que agradeço
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