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QUEM FAZ A FESTA!

O cheiro de feno está no ar e a poeira se levanta conforme o ir e vir dos carros e da carroça do senhor Paulinho, carregadinho de feno. Os caminhões chegam e, ao som dos berros dos bezerros e vacas, deixam pelo caminho o cheiro forte de esterco. O bater do martelo não para o novo curral precisa ficar pronto logo. A contagem é regressiva: faltam apenas três dias para a grande festa.

Os cenários vão sendo montados um a um e o corre-corre vira uma dança de cavalheiros e damas, todos em perfeita sincronia para que a festa seja perfeita. O maestro se empolga, gira de um lado para o outro com sua varinha/ celular e coordena dezenas de pessoas ao mesmo tempo. Um reclama, outro sorri; entre uma prosa e outra, uma piada, uma memória.

Nas paredes, o pano fino, como uma pluma branca é insistentemente levado às alturas pelo vento. O cheiro de carne feita na panela pelas mãos de Dona Ângela anuncia a hora do almoço, e as marmitas prontas vão sendo gradativamente levadas pelas mãos dos trabalhadores, que não se cansam. De sol a sol, até a noitinha, cerram a madeira, pregam o prego, esticam o arame. O curral fica pronto para receber o gado do produtor, que na arquibancada verá o baile na arena do grande tatersal

Chegam vasos de flores, vasos de coqueiros, forros de mesa, tendas e pessoas... todas querem o melhor para a Expôdores. Uns nas redes sociais se perguntam: será que vai ser bom? Será que vai ser como antigamente? Já dizia Lulu Santos: \\\"Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia. Tudo passa, tudo passará\\\". Só uma coisa não passou: nossa tradição de 59 anos. Pensa você, eu nem tinha nascido... Como dizia meu pai: quem é dono do boi que pegue no chifre. E esse ano foi assim... os dorenses pegaram no chifre do boi e fizeram acontecer.

A bênção do Padre Reinaldo me faz sentir leve; a paz chega de mansinho, e a tormenta passou. Tudo está pronto... pronto! Não, não, não! Ainda há muito a se...

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