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Personagem: José Paulo Ferrer
Por: Museu da Pessoa, 5 de agosto de 2009

Eu gosto dessa vida cultural

Esta história contém:

Eu gosto dessa vida cultural

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P1 – Boa tarde senhor José Paulo.

R – Boa tarde.

P1 – Eu vou pedir pro senhor falar o seu nome completo, local e a data de nascimento.

R – José Paulo Ferrer. Local de nascimento eu nasci em São Paulo até aqui na Promater, na Joaquim Eugênio e data é dois de fevereiro de 48.

P1 – E quais são as suas lembranças... Que bairro que o senhor cresceu e quais são as lembranças mais antigas que o senhor tem desse bairro?

R – Eu cresci, entre os nove e os 20 eu morei na Liberdade que é mais ou menos perto daqui. A lembrança era de um bairro que a minha rua, por exemplo, quase não tinha carro, né? Eu tenho foto antiga de quando eu tinha dez anos, 15 anos, que tem um carro ou nenhum carro na rua. Hoje tem a FMU lá do lado de onde morávamos, né, e não tem onde não tem carro. Então teve essa grande diferença, né? Outra coisa eu não sei... Tinha campinho de futebol pra cá, pra lá. Onde hoje é a 23 de maio tinha dois, três campos de futebol que a gente usava e esses campos sumiram. No Glicério a gente descia às vezes pra jogar bola tinha meia dúzia de campos onde hoje tem o INSS do Glicério. Do meu bairro, né, agora não sei se você queria saber da Paulista.

P1 – Então, falando da Avenida Paulista, o que o senhor lembra assim, mais antiga lembrança?

R – Por exemplo, com tia minha tomando bonde que descia pela Angélica, era o bonde Angélica. Então a Paulista era mais uma veia assim, não... Em pequeno não tenho lembrança.

P1 – Tentava conviver.

R - Depois no tempo do colégio a gente andava por aqui, tinha amigo que morava na Angélica, eu morava na Liberdade a gente ia às vezes deixar o... Vinha farrear na Augusta, essas coisas, né? Mas aí já é anos 68, 67.

P1 – E se o senhor for definir o que é a Avenida Paulista pra São Paulo assim (___?)

R – Bom, ela é... Sem falar em cartão postal que é o óbvio, né, ela tem uma espécie de espinha dorsal, ela é um espigão...

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Ópera Urbana

Entrevistado: José Paulo Ferrer

Entrevistadora: Cláudia Leonor

São Paulo, 05 de agosto de 2009.

Realização: Museu da Pessoa

Entrevista: OPCN_CB040

Transcrito por: Tereza Ruiz

P1 – Boa tarde senhor José Paulo.

R – Boa tarde.

P1 – Eu vou pedir pro senhor falar o seu nome completo, local e a data de nascimento.

R – José Paulo Ferrer. Local de nascimento eu nasci em São Paulo até aqui na Promater, na Joaquim Eugênio e data é dois de fevereiro de 48.

P1 – E quais são as suas lembranças... Que bairro que o senhor cresceu e quais são as lembranças mais antigas que o senhor tem desse bairro?

R – Eu cresci, entre os nove e os 20 eu morei na Liberdade que é mais ou menos perto daqui. A lembrança era de um bairro que a minha rua, por exemplo, quase não tinha carro, né? Eu tenho foto antiga de quando eu tinha dez anos, 15 anos, que tem um carro ou nenhum carro na rua. Hoje tem a FMU lá do lado de onde morávamos, né, e não tem onde não tem carro. Então teve essa grande diferença, né? Outra coisa eu não sei... Tinha campinho de futebol pra cá, pra lá. Onde hoje é a 23 de maio tinha dois, três campos de futebol que a gente usava e esses campos sumiram. No Glicério a gente descia às vezes pra jogar bola tinha meia dúzia de campos onde hoje tem o INSS do Glicério. Do meu bairro, né, agora não sei se você queria saber da Paulista.

P1 – Então, falando da Avenida Paulista, o que o senhor lembra assim, mais antiga lembrança?

R – Por exemplo, com tia minha tomando bonde que descia pela Angélica, era o bonde Angélica. Então a Paulista era mais uma veia assim, não... Em pequeno não tenho lembrança.

P1 – Tentava conviver.

R - Depois no tempo do colégio a gente andava por aqui, tinha amigo que morava na Angélica, eu morava na Liberdade a gente ia às vezes deixar o... Vinha farrear na Augusta, essas coisas, né? Mas aí já é anos 68, 67.

P1 – E se o senhor for definir o que é a Avenida Paulista pra São...

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