P/1 – (Hércio?), boa noite!
R – Boa noite!
P/1 – Eu vou pedir pra você dizer novamente seu nome completo, local e data de nascimento.
R – Meu nome completo é (Hércio?) Madruga. Eu sou de 25/9/64.
P/1 – E a cidade de nascimento?
R – Eu sou natural da fronteira, Santana do Livramento.
P/1 - (Hércio?), você podia contar como foi seu ingresso na companhia?
R – Já foi há alguns anos atrás meu ingresso na companhia, mas foi bem marcante até porque eu tinha uns amigos que me informaram na época. Na época era Antártica, individual ainda, aí através deles eu fui pra Companhia Antártica, em Canoas, isso dia 10/1/94, já faz algum tempo. Entrei na companhia e como eu sempre fui uma pessoa que sempre gostei de fazer as coisas, meu serviço, com mérito, com vontade, com prazer de fazer as coisas, a gente foi ficando, o pessoal foi simpatizando com o que a gente fazia, a gente foi ficando. Já faz alguns anos que a gente está aí, depois veio a Ambev nessa fusão.
P/1 – E qual a função?
R – Hoje sou operador do packaging.
P/1 – Quando você entrou?
R – Quando eu entrei, até inclusive entrei como operador de packaging, mas depois eu fui pra tratamento de água (ETA?). Fiquei alguns anos no tratamento de água, auxiliando no laboratório também, alguns colegas e depois da fusão voltei pro packaging de novo, aqui em Sapucaia.
P/1 – Você poderia contar como é o seu trabalho nessa área de packaging?
R – Meu trabalho é bom, eu gosto de fazer, é uma das coisas que eu gosto muito de fazer isso aí, sempre procurei fazer da melhor forma possível e dar a melhor atenção, até mesmo pela qualidade do produto. O meu serviço hoje aqui é na Célula C, a gente faz o pacote, faz o palete, envolve e manda pro depósito o produto que vai ser distribuído. Essa é a nossa função aqui dentro hoje.
P/1 – Na época que você entrou na Antártica, que a fábrica era _________, como você contou, o que a fábrica produzia?
R...
Continuar leitura
P/1 – (Hércio?), boa noite!
R – Boa noite!
P/1 – Eu vou pedir pra você dizer novamente seu nome completo, local e data de nascimento.
R – Meu nome completo é (Hércio?) Madruga. Eu sou de 25/9/64.
P/1 – E a cidade de nascimento?
R – Eu sou natural da fronteira, Santana do Livramento.
P/1 - (Hércio?), você podia contar como foi seu ingresso na companhia?
R – Já foi há alguns anos atrás meu ingresso na companhia, mas foi bem marcante até porque eu tinha uns amigos que me informaram na época. Na época era Antártica, individual ainda, aí através deles eu fui pra Companhia Antártica, em Canoas, isso dia 10/1/94, já faz algum tempo. Entrei na companhia e como eu sempre fui uma pessoa que sempre gostei de fazer as coisas, meu serviço, com mérito, com vontade, com prazer de fazer as coisas, a gente foi ficando, o pessoal foi simpatizando com o que a gente fazia, a gente foi ficando. Já faz alguns anos que a gente está aí, depois veio a Ambev nessa fusão.
P/1 – E qual a função?
R – Hoje sou operador do packaging.
P/1 – Quando você entrou?
R – Quando eu entrei, até inclusive entrei como operador de packaging, mas depois eu fui pra tratamento de água (ETA?). Fiquei alguns anos no tratamento de água, auxiliando no laboratório também, alguns colegas e depois da fusão voltei pro packaging de novo, aqui em Sapucaia.
P/1 – Você poderia contar como é o seu trabalho nessa área de packaging?
R – Meu trabalho é bom, eu gosto de fazer, é uma das coisas que eu gosto muito de fazer isso aí, sempre procurei fazer da melhor forma possível e dar a melhor atenção, até mesmo pela qualidade do produto. O meu serviço hoje aqui é na Célula C, a gente faz o pacote, faz o palete, envolve e manda pro depósito o produto que vai ser distribuído. Essa é a nossa função aqui dentro hoje.
P/1 – Na época que você entrou na Antártica, que a fábrica era _________, como você contou, o que a fábrica produzia?
R – A gente produzia os produtos da Antártica: pet, também tinha vidro na época, bastante, a gente fazia aquela Baré-Cola, Guaraná Polar também, de garrafa e tinham outros produtos também que a gente tinha: a Pop Cola que era lançada naquela época, mas não pegou muito aquela Pop Cola, saiu de série a Pop Cola, não existe mais hoje.
P/1 – Depois você veio pra cá, em Sapucaia, com a fusão?
R – Com a fusão a gente veio pra Sapucaia. Veio eu, veio vários colegas, hoje tem bem pouquinho, mas veio vários colegas pra cá, pra Sapucaia. Aqui deu-se a fusão, diminuiu alguns produtos que a gente fazia, e veio outros, como a Pepsi Twist que foi lançada aqui. Aí a gente está passando o tempo, produzindo um produto porque hoje em dia não é só um funcionário da Ambev, a gente se sente também um consumidor da Ambev, a gente sempre procura fazer tudo da melhor qualidade possível, com o maior cuidado com tudo porque é uma das coisas que eu digo sempre: não é só o nosso serviço, a gente também faz parte do consumo desse produto.
P/1 - (Hércio?), como foi pra você receber a notícia da fusão?
R – Na época o pessoal todo, sabe como era, um pouco de resistência, mas depois da fusão foi-se passando o tempo e a gente viu as coisas boas da fusão, acho que foi muito bom porque isso foi uma inovação até, dá pra sentir porque mudou muita coisa na área administrativa, a maneira de comunicação, a maneira de tu agir com teus colegas, a maneira do teu chefe contigo. Com a fusão, acho que a Ambev teve uma evolução de 100% porque todo mundo tem autonomia, as pessoas têm respeito um com o outro e têm autonomia pra analisar e dizer: “Esse está bom, esse não está bom”, isso aí uma coisa que trouxe pra mim, pro meu ponto de vista, muita satisfação a geração da Ambev.
P/1 – A Ambev tem várias políticas sócio-ambientais, de desenvolvimento das pessoas. Você podia comentar um pouquinho?
R – Eu acho que a política da Ambev até meio-ambiente, essas coisas assim, é uma política que já vinha deles, desde antes da criação da Ambev, era uma coisa que eles davam muita atenção pro meio-ambiente. Tanto a Antártica como a parte da Brahma, então com isso aí eu acho que eles evoluíram cada vez mais porque o meio ambiente também é tudo pra gente, a gente tem que cuidar disso. Aqui tem a classificação que na Antártica a gente não tinha naquela época, a classificação de lixo, aquela política de lixo reciclado parte a parte e aqui não, desde que a gente veio, tinha o lixo: plástico, papelão, vidro, tudo separadinho já. Isso é uma das políticas de controle de meio ambiente.
P/1 – E com relação às políticas de desenvolvimento das pessoas, incentivo das pessoas, pesquisa, _______?
R – Isso daí também a Antética tinha, mas aqui é bastante boa a política deles porque eles dão auxílio material escolar, dão incentivo pra quem estuda, pra que a gente estude também. Eu até, inclusive quando da geração da Ambev, eu não tinha concluído o segundo grau, depois eu vim a concluir o segundo grau também, e essas coisas aí que às vezes faz com que a gente se mantenha dentro da firma, crescendo junto também com a empresa.
P/1 - (Hércio?), qual seria o maior desafio que você enfrentou na companhia nessa tua trajetória?
R –O maior desafio é esse mesmo, a gente sempre procurar fazer as coisas com qualidade, com amor, esse aí foi um desafio mesmo. Eu, por exemplo, que vim de cidade do interior, a política era bem diferente, não existia isso tudo e quando a gente entra numa empresa dessa a gente tem que se acostumar a entrar naquele clima de companheirismo, de união e de procurar entender a rotatividade do dia-a-dia e crescer junto, fazer da melhor maneira possível. Eu acho que cheguei nesse ponto, hoje eu me sinto muito feliz dentro da Ambev porque a gente conseguiu crescer e entender as coisas que se faz pra ser melhor, da melhor maneira possível.
P/1 – E com relação a um momento marcante na sua trajetória, teve algum?
R – Dentro da Ambev, o que mais marcou foi essa fusão mesmo. A gente nunca acreditava que ia ter uma união Antártica/Brahma. A gente nunca acreditava porque eram concorrentes, grandes concorrentes do Brasil, então quando veio isso aí foi uma coisa marcante mesmo. A gente nunca esperava que isso fosse acontecer, não acreditava. O pessoal falava, mas até então não acreditava mesmo que viesse a acontecer. Isso foi uma coisa que marcou muito na nossa vida, mas foi bom, foi uma coisa que veio pro progresso da gente, da nação.
P/1 – Na sua opinião, qual seria o carro-chefe da companhia? O produto?
R – A gente tem aqui, que eu considero carro-chefe na área de refrigerante, é o Guaraná Antártica e Pepsi. Esses são os carros-chefe da empresa em refrigerante.
P/1 – Tem alguma campanha publicitária que tenha te marcado, alguma que você achou legal?
R – Eu acho essa do guaraná mesmo, essa campanha, essa promoção “Dá, dá”, é uma promoção bem atraente, ela chama atenção. Isso aí é bem interessante.
P/1 – O que você acha dessa preocupação da Ambev de estar gravando depoimento de seus funcionários?
R – É a primeira vez que está acontecendo, a gente até se sente meio nervoso, meio tímido porque é a primeira vez, mas eu acho isso importante até. Eu já vi no jornalzinho depoimento de outras empresas da Ambev, naquele jornalzinho que eles mandam...
P/1 – Agente Ambev?
R – Agente Ambev, exatamente isso. Até estive lendo vários deles, já vi de vários lugares, até pensei: “Mas não tem ninguém de Sapucaia?”
(RISOS)
P/1 – Essa é a sua chance! E alguma história engraçada que aconteceu com você nessa sua época, alguém que tenha feito alguma pegadinha, alguma brincadeira?
R – História engraçada., assim, não tem muito a contar não. A nossa rotina, geralmente a rotina da gente dentro da empresa eu sempre olhei assim, geralmente quando a gente está no serviço, levar a sério o que a gente faz, então a gente deixa um pouco de lado certos tipos até porque é arriscado. Tu está dentro de um ambiente de trabalho gerando brincadeiras ou coisa assim porque às vezes a pessoa tira a atenção do outro e pode causar um acidente. Isso é uma das coisas que eu sempre levei muito a sério e nunca entrei muito nesses detalhes de brincadeira ou coisa assim. Não tenho pra te contar, fico te devendo essa. (RISOS)
P/1 – Só pra finalizar, o que você acha de ter dado seu depoimento pro projeto Memória Viva Ambev?
R – Eu achei muito legal, achei ótimo isso aí, gosto muito da Ambev e eu acho que isso é uma maneira da gente crescer também. Hoje em dia, meus filhos, tenho um guri com 13 anos, outro com oito anos, sempre teve o auxílio da empresa pros estudos. Hoje ele está na oitava série, com 13 anos, e sempre ganhou auxílio escolar da firma, então também tenho que agradecer por isso. Não só o guri, a guria está com oito anos também, eles sempre usaram com êxito isso daí, a gente espera o progresso deles e eu quero continuar aproveitando bem isso pra dar a eles oportunidade também de algum dia trabalhar em uma grande empresa como a Ambev.
P/1 – Então é isso, (Hércio?), obrigada!
R – Eu que agradeço a atenção.
Recolher