Meu nome é Arthur, e desde pequeno sempre gostei de ir à praia. Comecei a frequentá-la quando tinha uns 5 anos, mas, naquela época, eu tinha muito medo de entrar no mar. Meu pai, no entanto, sempre insistia para que eu tentasse. Quase todas as vezes, ele me pegava no colo e corria até a beira do mar, mas o problema é que, enquanto ele corria, eu gritava desesperado, como um cabrito assustado. Ele só parava quando percebia que eu realmente não queria entrar na água, então me colocava de volta na areia. Assustado e com medo, eu corria para os braços da minha mãe, que sempre estava sentada em uma cadeira de praia na areia seca. Eu me sentava ao lado dela, buscando conforto.
Quando completei 12 anos, fizemos uma viagem à praia para comer em um restaurante que eu adorava. Depois do almoço, fomos todos para a praia. Minha família inteira entrou no mar (estávamos com meus primos, avós e tios) mas eu fiquei na beira da água, ainda receoso. Foi então que meus primos, Pedro e Davi, me convidaram para brincar de pega-pega pela praia. Aceitei na hora, pois sempre gostei muito de brincar com eles.
Davi foi o primeiro a ser o pegador e rapidamente me alcançou. Quando fui tentar pegá-lo de volta, percebi que ele já estava longe. Resolvi então correr atrás do Pedro, que havia parado na beira da água para pegar uma concha. Ele ouviu meus passos e, em um instante, começou a correr em direção ao mar, saltando as ondas. Sem perceber, eu o segui, também pulando as ondas. Quando me dei conta, estava dentro do mar.
Para minha surpresa, não chorei nem fiquei com medo. Pelo contrário, fiquei muito feliz e comecei a rir. Logo percebi que Pedro estava longe, então corri para alcançá-lo. Já era quase meio-dia, e minha família começou a preparar cachorro-quente na praia. Depois de comer, eu e meus primos nos sentamos sob o guarda-sol do meu avô. Assim que terminamos de descansar, voltamos para o mar para continuar brincando.
Enquanto...
Continuar leitura
Meu nome é Arthur, e desde pequeno sempre gostei de ir à praia. Comecei a frequentá-la quando tinha uns 5 anos, mas, naquela época, eu tinha muito medo de entrar no mar. Meu pai, no entanto, sempre insistia para que eu tentasse. Quase todas as vezes, ele me pegava no colo e corria até a beira do mar, mas o problema é que, enquanto ele corria, eu gritava desesperado, como um cabrito assustado. Ele só parava quando percebia que eu realmente não queria entrar na água, então me colocava de volta na areia. Assustado e com medo, eu corria para os braços da minha mãe, que sempre estava sentada em uma cadeira de praia na areia seca. Eu me sentava ao lado dela, buscando conforto.
Quando completei 12 anos, fizemos uma viagem à praia para comer em um restaurante que eu adorava. Depois do almoço, fomos todos para a praia. Minha família inteira entrou no mar (estávamos com meus primos, avós e tios) mas eu fiquei na beira da água, ainda receoso. Foi então que meus primos, Pedro e Davi, me convidaram para brincar de pega-pega pela praia. Aceitei na hora, pois sempre gostei muito de brincar com eles.
Davi foi o primeiro a ser o pegador e rapidamente me alcançou. Quando fui tentar pegá-lo de volta, percebi que ele já estava longe. Resolvi então correr atrás do Pedro, que havia parado na beira da água para pegar uma concha. Ele ouviu meus passos e, em um instante, começou a correr em direção ao mar, saltando as ondas. Sem perceber, eu o segui, também pulando as ondas. Quando me dei conta, estava dentro do mar.
Para minha surpresa, não chorei nem fiquei com medo. Pelo contrário, fiquei muito feliz e comecei a rir. Logo percebi que Pedro estava longe, então corri para alcançá-lo. Já era quase meio-dia, e minha família começou a preparar cachorro-quente na praia. Depois de comer, eu e meus primos nos sentamos sob o guarda-sol do meu avô. Assim que terminamos de descansar, voltamos para o mar para continuar brincando.
Enquanto brincávamos no mar, decidi pregar uma peça neles. Mergulhei na primeira onda e fiquei debaixo d\\\'água por um tempo, mas de repente senti uma forte correnteza me puxando para longe e não consegui voltar à superfície. Nesse momento, meus primos, achando que eu estava me afogando, correram para chamar minha família, que rapidamente acionou os salva-vidas. Eles foram até onde eu estava, me encontraram desmaiado na água e me resgataram. Fui levado ao hospital, e esse incidente sempre ficou marcado na minha memória.
Recolher