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Por: Museu da Pessoa, 30 de abril de 2003

Musealizando histórias.

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Musealizando histórias.

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Meu nome é Edson da Silva Oliveira. Nasci em Itaberaba, região da Chapada Diamantina, Bahia, em 16 de abril de 1959.

Cheguei aqui em Salvador em 1978 e, francamente, eu nem imaginava entrar na Petrobras. Consumia bujão de gás e nem sabia que diabo era Petrobras. Mas, eu fiz concursos, aquela epidemia de concurso, vários. Entrei no Correio, depois Receita, na Prefeitura de Camaçari e resolvi fazer Petrobras, apesar de que eu ter vindo para estudar. Naquela época, quando eu cheguei aqui, eu tinha 27 anos. Fiz o concurso com 25, 26. O que me deixa, assim, curioso é que eu nem sabia o que era Petrobras, com toda sinceridade. Cidade do interior, Nordeste brasileiro, pertinho do sertão, pertinho de Canudos, nem sabia o que era, logomarca, nada. Bujão de gás tinha em casa, cozinhava de carvão, mas depois passou a usar bujão de gás lá em casa, lá no interior.Petrobrás e o bujão deve ter alguma relação. Aqui, em Salvador, via aqueles ônibus da refinaria, os ônibus que transportam empregados. Tinha um concurso, apareceu no jornal “A Tarde”, um dos maiores, o maior jornal aqui do Nordeste, jornal local. Eu fiz, passei, entrei e estou muito feliz. Apesar de ainda ser nível médio, estou muito feliz. A empresa é ótima. É sim, a maior empresa do País, da América Latina, e uma das 14 maiores do mundo.

Eu entrei no Sertel, antigo Serviço de Telecomunicações. Naquela época tinha a função de teletipista, trabalhava com telex. Depois a Petrobras excluiu essa função, foi modernizado. Hoje em dia, já tem internet e tudo. Até no correio, para se ter idéia, no correio que tem telex, já não tem mais teletipista, ou, se tem, essa função está sendo excluída, por causa da modernização de sistemas de telecomunicações. Então eu entrei primeiro pelo Sertel, não como teletipista, entrei como auxiliar de escritório, justamente porque a Petrobras estava querendo excluir aquela função. Aí se você disser: “Ué, você entrou como...

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