Eu estive numa cadei por 18 anos, foi como resultado de um erro que fiz na minha adolescência consistente na apropriação indevida de coisas de valor material, já faz mais de 25 anos de esse acontecimento, hoje eu tenho 72 anos e tenho lembranças da aquela experiência.
Numa ocasião presentou se uma escena de briga entre dois áreas onde são ubicados os reclusos, essas áreas serão chamadas de Pabellon no adeinte nesta história. Eu morava no Pabellon dos penados e tinha marcado como Pabellon 3, ao lado ficaba o Pabellon 2 e era pra ubicar aos reclusos no processo de condena então era chamado do Pabellon de Procesados. O acceso Inter Pabelloes não era permitido nem dos reclusos do Pabellon 2 para o três nem do 3 para o 2, a rivalidade nunca cheguei saber a razão mas ela existía e era geradora de muit coragem, não obstante, havia um espaço tipo janelinha onde os reclusos de os dois bandos se comunicabam entre si pra curtir jogos de envite e azar, mais especificamente, as cartas e dados. Acostumávase jogar grandes apostas nesos jogos e sempre acontecia desacordos nas partidas, isso geraba brigas de grandes tamanhos que eram saldadas até com a morte.
Foi então cuando uma briga de grande tamanho tive lugar entre os dois Pabelloes, os reclusos tinham armas de fogo que ingresabam ao penal como consequência da corrupção dos carceleiros, além disso tinham armas brancas deitas do jeito manual pelos mesmos reclusos, se faziam disparos dos dois bandos, eu era estudante de uma facha de uma universidade que funcionava intramuros como um esforço das autoridades pra manter as pessoas ocupadas e assim ficar distantes do ócio, ainda assim eu tinha que morar naquele Pabellon igual que o resto dos reclusos, só que os demais reclusos aceitavam a decisão minha e a de meus colegas de ocupar nosso tempo nessa labor , mais exigiam de noss colaboração no que puder, minha colaboração consistia em prestar atenção médica pra os feridos...
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Eu estive numa cadei por 18 anos, foi como resultado de um erro que fiz na minha adolescência consistente na apropriação indevida de coisas de valor material, já faz mais de 25 anos de esse acontecimento, hoje eu tenho 72 anos e tenho lembranças da aquela experiência.
Numa ocasião presentou se uma escena de briga entre dois áreas onde são ubicados os reclusos, essas áreas serão chamadas de Pabellon no adeinte nesta história. Eu morava no Pabellon dos penados e tinha marcado como Pabellon 3, ao lado ficaba o Pabellon 2 e era pra ubicar aos reclusos no processo de condena então era chamado do Pabellon de Procesados. O acceso Inter Pabelloes não era permitido nem dos reclusos do Pabellon 2 para o três nem do 3 para o 2, a rivalidade nunca cheguei saber a razão mas ela existía e era geradora de muit coragem, não obstante, havia um espaço tipo janelinha onde os reclusos de os dois bandos se comunicabam entre si pra curtir jogos de envite e azar, mais especificamente, as cartas e dados. Acostumávase jogar grandes apostas nesos jogos e sempre acontecia desacordos nas partidas, isso geraba brigas de grandes tamanhos que eram saldadas até com a morte.
Foi então cuando uma briga de grande tamanho tive lugar entre os dois Pabelloes, os reclusos tinham armas de fogo que ingresabam ao penal como consequência da corrupção dos carceleiros, além disso tinham armas brancas deitas do jeito manual pelos mesmos reclusos, se faziam disparos dos dois bandos, eu era estudante de uma facha de uma universidade que funcionava intramuros como um esforço das autoridades pra manter as pessoas ocupadas e assim ficar distantes do ócio, ainda assim eu tinha que morar naquele Pabellon igual que o resto dos reclusos, só que os demais reclusos aceitavam a decisão minha e a de meus colegas de ocupar nosso tempo nessa labor , mais exigiam de noss colaboração no que puder, minha colaboração consistia em prestar atenção médica pra os feridos basado no feito de que eu tinha conhecimento de primeiros auxílios, até que os feridos pudessem ser levados pra a área de enfermagem da cadei só que pra os feridos puder ser levados pra essa área precisabam pasar pela área do Pabellon 2 e até isso não ser possível minha tarefa era manter com vida os feridos. Meus recursos pra esa labor eram só fio e agulhas de costurar roupas. Os reclusos socialmente bem ubicados na sociedade interna tinham dereito pra ter uma celda pra morar sozinho e com privacidade em relação ao demais reclusos comunes e eu tinha essa prerrogativa. Os feridos chegavam e chegavam até minha celda e chegou momento no que tinha cuatro corpos no chão de minha moradia, tudos muito feridos com facadas em partes perigorosas, eu sem assistente nem recursos facia aquelo que eu podía, só costuraba com puntadas grandes como tentativa de diminuir o fluxo de sangue, afora se escutaba o que pareciam fogos artificiais, muito barulho de pessoas gritando de dor e medo. Eu muito nervoso escutaba as ameaças dos feridos pedindo minha atenção: é que vc vai me deixar morir, filho da puta? Falaram pra mim, pra alguém estouro a costura pela sangue acumulado e outro voltava os olhos num indicativo de ficar por perto da morte. A briga tinha três horas de ter iniciado e as autoridades do reclusorio só ficaram aguardando eles parar pra socorrer, a política deles era deixar eles se matar entre eles e assim conseguir a diminuição do número de reclusos. Isso parou dez horas depois de se iniciar. Neuma pessoa embaixo da minha responsabilidade morreu, ao menos mentras trocaram de atendente e eu, exausto di as graças a Deus por me cuidar e pelo feito de ter uma semana mais pra estudar pois esse día eu tinha que fazer um exame de Matemática.
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