Facebook Informações Ir direto ao conteúdo
Por: Vicente de Paulo Clemente, 20 de julho de 2024

DEUTSCHE MARK - O MARCO ASSASSINO

Esta história contém:

DEUTSCHE MARK - O MARCO ASSASSINO

“DEUTSCHE MARK”, O MARCO ASSASSINO.

Um pouco de história, para se entender melhor a razão do Marco do Centenário da Imigração Alemã em Juiz de Fora:

D. João VI, havia retornado à Portugal para reassumir o trono e deixou no Brasil, seu filho D.Pedro I, como Imperador, levando consigo toda a tropa portuguesa, além de sua guarda pessoal.

Passado algum tempo, o Imperador D. Pedro I, receando uma reviravolta na política, tratou de se precaver e formou sua própria guarda pessoal e um pequeno exército, mandando contratar, lá na Alemanha, mercenários desocupados e absoletos, pela paz que então reinava na Europa.

Tais mercenários, contratados à peso de ouro brasileiro, embarcavam com seus uniformes e armamentos, às vezes até uma companhia inteira, com oficiais e soldados.

D. Pedro II, em 1858, atendendo aos pedidos de seu amigo MARIANO PROCÓPIO FERREIRA LAGE, um engenheiro que morava em Juiz de Fora, lembrando-se do gesto de seu pai, o Imperador D. Pedro I, mandou contratar, também na Europa e especificamente na Alemanha, trabalhadores e técnicos para a construção da Estrada que ligaria Juiz de Fora, centro produtor de café, até o porto do Rio de Janeiro, para escoar a produção da região, até então feito em lombos de burros.

Mariano Procópio, com financiamento do Imperador, fundou a Cia. União e Indústria, para tanto, adquirindo terras, desde a atual Rua Paula Lima, subindo o Morro da Glória, Bairro Mariano Procópio, Fábrica, Borboleta e São Pedro, criando a Colônia Agrícola D. Pedro II, depois Colônia de São Pedro.

Tais alemães vieram à bordo de navios veleiros, que partindo do porto de Hamburgo, norte da Alemanha, porto do Rio Elba, em cinco navios lotados com famílias alemãs, com média de 04 filhos cada uma e divididas em credos proporcionalmente entre católicos e luteranos.

Uma das maiores famílias foi a de Johannes Clemens e sua esposa Ana Maria Stenner (11 pessoas, o casal e mais 09...

Continuar leitura
Palavras-chave: legado

O Museu da Pessoa está em constante melhoria de sua plataforma. Caso perceba algum erro nesta página, ou caso sinta falta de alguma informação nesta história, entre em contato conosco através do email atendimento@museudapessoa.org.

Histórias que você pode gostar

Vídeo Texto
Legado sustentável
Vídeo Texto

Ricardo Voltolini

Legado sustentável
Ensinando o gringo a gritar gol
Texto

Daniela Rezende da Costa

Ensinando o gringo a gritar gol
Guardiões do equilíbrio
Vídeo Texto

Miriam Dina dos Santos Oliveira

Guardiões do equilíbrio
fechar

Denunciar história de vida

Para a manutenção de um ambiente saudável e de respeito a todos os que usam a plataforma do Museu da Pessoa, contamos com sua ajuda para evitar violações a nossa política de acesso e uso.

Caso tenha notado nesta história conteúdos que incitem a prática de crimes, violência, racismo, xenofobia, homofobia ou preconceito de qualquer tipo, calúnias, injúrias, difamação ou caso tenha se sentido pessoalmente ofendido por algo presente na história, utilize o campo abaixo para fazer sua denúncia.

O conteúdo não é removido automaticamente após a denúncia. Ele será analisado pela equipe do Museu da Pessoa e, caso seja comprovada a acusação, a história será retirada do ar.

Informações

    fechar

    Sugerir edição em conteúdo de história de vida

    Caso você tenha notado erros no preenchimento de dados, escreva abaixo qual informação está errada e a correção necessária.

    Analisaremos o seu pedido e, caso seja confirmado o erro, avançaremos com a edição.

    Informações

      fechar

      Licenciamento

      Os conteúdos presentes no acervo do Museu da Pessoa podem ser utilizados exclusivamente para fins culturais e acadêmicos, mediante o cumprimento das normas presentes em nossa política de acesso e uso.

      Caso tenha interesse em licenciar algum conteúdo, entre em contato com atendimento@museudapessoa.org.

      fechar

      Reivindicar titularidade

      Caso deseje reivindicar a titularidade deste personagem (“esse sou eu!”),  nos envie uma justificativa para o email atendimento@museudapessoa.org explicando o porque da sua solicitação. A partir do seu contato, a área de Museologia do Museu da Pessoa te retornará e avançará com o atendimento.