Nasci em Santos - cidade que adoro.
Estudei no tradicional Colégio São José, que na época era apenas para meninas e posso dizer que fui sempre uma boa aluna, nos quesitos comportamento, aplicação e conhecimentos gerais.
Incentivada por um professor de Desenho Geométrico, decidi que Arquitetura seria uma boa opção de carreira, embora a família fosse composta de musicistas, engenheiros, professores... mas, taurina decidida... prestei vestibular em 1980 e... entrei na UNISANTOS.
Um novo universo se abriu, pessoas interessantes (e interessadas), novos horizontes...
Durante a faculdade, a vida ficou um pouco difícil, dinheiro curto... então tive que diversificar: venda de bolo e chocolate quente no inverno, sucos e sanduíches naturais no verão (na praia). Amei a experiência, apesar de ninguém entender nada - sempre tinha alguém perguntando se era trote ou promessa...
No último ano, fui trabalhar na Faculdade de Direito, também da UNISANTOS e colada a minha faculdade ... adorei. Isso me manteve durante a tese e pude desenvolver inclusive o meu trabalho para os ambulantes de Santos, na área de objeto.
Bom, depois disso, muuuitas coisas aconteceram, o de praxe: perdas de entes queridos, nascimento de pessoas maravilhosas, empregos, trabalhos, premiações e viagens ao exterior, casamento ...
Optei por morar em São Paulo, cidade de maiores oportunidades. Confesso que o primeiro ano foi muito torturante para mim. Não dirigia, a cidade parecia um tremendo caos, totalmente desconhecida, sem amigos.
Passados quase 14 anos do início dessa aventura, posso dizer que aprendi a amar esta cidade que me acolheu, com todas as suas identidades.
Creio que conheço já uma boa parte de Sampa e eu e meu Twinguinho formamos uma bela parceria. Procuro estar sempre antenada, buscando cursos, eventos, palestras, etc. São Paulo é uma cidade maravilhosa e não dá para ficar parada.
Hoje foco meu trabalho em acessibilidad / desenho universal e estou muito empolgada...
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Nasci em Santos - cidade que adoro.
Estudei no tradicional Colégio São José, que na época era apenas para meninas e posso dizer que fui sempre uma boa aluna, nos quesitos comportamento, aplicação e conhecimentos gerais.
Incentivada por um professor de Desenho Geométrico, decidi que Arquitetura seria uma boa opção de carreira, embora a família fosse composta de musicistas, engenheiros, professores... mas, taurina decidida... prestei vestibular em 1980 e... entrei na UNISANTOS.
Um novo universo se abriu, pessoas interessantes (e interessadas), novos horizontes...
Durante a faculdade, a vida ficou um pouco difícil, dinheiro curto... então tive que diversificar: venda de bolo e chocolate quente no inverno, sucos e sanduíches naturais no verão (na praia). Amei a experiência, apesar de ninguém entender nada - sempre tinha alguém perguntando se era trote ou promessa...
No último ano, fui trabalhar na Faculdade de Direito, também da UNISANTOS e colada a minha faculdade ... adorei. Isso me manteve durante a tese e pude desenvolver inclusive o meu trabalho para os ambulantes de Santos, na área de objeto.
Bom, depois disso, muuuitas coisas aconteceram, o de praxe: perdas de entes queridos, nascimento de pessoas maravilhosas, empregos, trabalhos, premiações e viagens ao exterior, casamento ...
Optei por morar em São Paulo, cidade de maiores oportunidades. Confesso que o primeiro ano foi muito torturante para mim. Não dirigia, a cidade parecia um tremendo caos, totalmente desconhecida, sem amigos.
Passados quase 14 anos do início dessa aventura, posso dizer que aprendi a amar esta cidade que me acolheu, com todas as suas identidades.
Creio que conheço já uma boa parte de Sampa e eu e meu Twinguinho formamos uma bela parceria. Procuro estar sempre antenada, buscando cursos, eventos, palestras, etc. São Paulo é uma cidade maravilhosa e não dá para ficar parada.
Hoje foco meu trabalho em acessibilidad / desenho universal e estou muito empolgada com isso. Afinal, conscientização e bom senso não fazem mal a ninguém.
Isso é até interessante, pois eu justamente vim para cá, totalmente desadaptada, deslocada, completa alien... e agora, busco essa inclusão perfeita de todos os cidadãos aos espaços.
Ou seja: construir a igualdade respeitando as diferenças.
Como optei por não ter filhos biológicos, espero poder deixar bons frutos através do meu trabalho.
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