Acho que quis ser muitas coisas na minha infância, mas não professor.
No entanto sempre gostei de estudar, adorava e adora a escola, os livros, as lições... Um dia cresci, trabalhei, quis algo melhor e como meus colegas do ensino médio estavam entrando na faculdade decidi fazer o mesmo. Na infância nem me passou pela cabeça esta possibilidade e ninguém me avisou que eu poderia.
Meus maiores amigos fizeram direito, mas nunca gostei deste tema. Fiz um ano de cursinho e, adorando desde sempre ler, o próprio cursinho me ajudou a decidir fazer letras (cogitei até prestar arquitetura, mesmo sem ser bom desenhista).
Fiz prova para apenas duas universidades: Unesp e Usp. Passei e me decidi pela Usp por ser a mais próxima; já que movara e ainda moro em Franco da Rocha.
O curso foi delicioso, ainda que tenha levado longos quase 6 anos, incluindo bacharelado e licenciatura em Português e Linguística.
Por incrível que pareça, no início do curso não tinha realmente a convicção de ser professor; até pensava dar aulas, talvez, até alcançar outro serviço... Mas como eu já estava empregado, numa empresa de transportes, não precisei correr tanto.
Um dia, no entanto - sempre há um dia - participei de um seminário em grupo sobre o escritor Manoel Bandeira. Aquilo foi o "start", o estalo que quebra ou ativa. Decidi que seria professor e aqui estou eu.
Lembrei deste belo momento ao participar, já professor, de um seminário, dia 27 de março de 2008, sobre educomunicação - Isto porque agora sou poie (professor orientador de informática educativa) e, querendo ainda trabalhar leitura e escrita com meus alunos, uma ano atrás comecei montar com os colegas professores e alunos-monitores um blog educativo: http://radiograciosa.multiply.com
O sucesso deste espaço virtual talvez abra novas oportunidades profissionais - é possível até que eu busque um formação adequada em nível de pós. Ainda não decidi. Deixe esta onda me levar que o barco...
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Acho que quis ser muitas coisas na minha infância, mas não professor.
No entanto sempre gostei de estudar, adorava e adora a escola, os livros, as lições... Um dia cresci, trabalhei, quis algo melhor e como meus colegas do ensino médio estavam entrando na faculdade decidi fazer o mesmo. Na infância nem me passou pela cabeça esta possibilidade e ninguém me avisou que eu poderia.
Meus maiores amigos fizeram direito, mas nunca gostei deste tema. Fiz um ano de cursinho e, adorando desde sempre ler, o próprio cursinho me ajudou a decidir fazer letras (cogitei até prestar arquitetura, mesmo sem ser bom desenhista).
Fiz prova para apenas duas universidades: Unesp e Usp. Passei e me decidi pela Usp por ser a mais próxima; já que movara e ainda moro em Franco da Rocha.
O curso foi delicioso, ainda que tenha levado longos quase 6 anos, incluindo bacharelado e licenciatura em Português e Linguística.
Por incrível que pareça, no início do curso não tinha realmente a convicção de ser professor; até pensava dar aulas, talvez, até alcançar outro serviço... Mas como eu já estava empregado, numa empresa de transportes, não precisei correr tanto.
Um dia, no entanto - sempre há um dia - participei de um seminário em grupo sobre o escritor Manoel Bandeira. Aquilo foi o "start", o estalo que quebra ou ativa. Decidi que seria professor e aqui estou eu.
Lembrei deste belo momento ao participar, já professor, de um seminário, dia 27 de março de 2008, sobre educomunicação - Isto porque agora sou poie (professor orientador de informática educativa) e, querendo ainda trabalhar leitura e escrita com meus alunos, uma ano atrás comecei montar com os colegas professores e alunos-monitores um blog educativo: http://radiograciosa.multiply.com
O sucesso deste espaço virtual talvez abra novas oportunidades profissionais - é possível até que eu busque um formação adequada em nível de pós. Ainda não decidi. Deixe esta onda me levar que o barco está preparado. Infonavegar.
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