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Por: Museu da Pessoa, 13 de junho de 2013

Comunicação através das cartas

Esta história contém:

Comunicação através das cartas

Meu nome é Elisangelo Lobo de Barros, nasci na cidade de Brumado na Bahia, sertão e a data do meu nascimento é 15 de janeiro de 1980. Na verdade eu nasci no meio rural, numa localidade chamada Lagoa Funda, tive também a minha infância no bairro Doutor Juraci, na mesma cidade, a rua que eu morava se chamava Praça João Romão, foi aonde eu convivi com os meus amigos, com os meus familiares, e a minha historia de vida começa assim. A gente brincava de esconde-esconde, do chamado pega-ladrão, que era uma brincadeira que a gente usava um modo de atravessar a rua e quem caísse pegava e acabava batendo. Assim, era a brincadeira daquela época: bola, peteca, pião, bicicleta também, não tinha tecnologia, era só esse meio de brincar. Minha mãe se chama Celide Lobo de Barros e o meu pai é Juscelino Elias de Barros, porém eu não convivi com eles. Tenho irmãos, tanto, no caso, da parte biológica como adotivos. A minha convivência toda foi com a minha família adotiva. A minha mãe adotiva é Alvelina Barbosa Correia e meus irmãos são Nedilson, Neuseli, Neusarete, Nelvanda e Aparecida. São Paulo é um lugar muito bom que acolhe as pessoas de todos os lugares, principalmente do nordeste brasileiro, do qual eu faço parte dessa estatística. O impacto aqui é que você vê coisas... O agito é grande, coisas que você não vê no interior porque aqui é uma mega metrópole, tem pessoas de diversos lugares do mundo. E até por morar num local menor, a gente acaba achando tudo diferente, mas depois com o passar do tempo você se acostuma, é trem, é metrô, é ônibus, é taxi, isso é a cidade de São Paulo. A primeira vez que eu vim para São Paulo eu fiquei aproximadamente quatro anos, eu morei tanto aqui em São Paulo, no Jabaquara, quanto no interior na cidade de Sorocaba. Antes eu me comunicava com meus parentes através de cartas. Para chegar mais rápido era a carta registrada. Essa comunicação, na época, era normal, comum, e também...

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Correios – 350 anos aproximando pessoas

Depoimento de Elisângelo Lobo de Barros

Entrevistado por Edgar Leda

São Paulo, 13/06/2013

CM_CB003_Elisângelo Lobo de Barros

Realização Museu da Pessoa

Transcrito por Priscilla Proetti

MW Transcrições

P/1 – Vamos lá, Elisangelo, vamos começar com o seu nome, o local e a data de nascimento.

R – Meu nome é Elisangelo Lobo de Barros, nasci na cidade de Brumado na Bahia, sertão, o local aonde eu nasci, e a data do meu nascimento é 15 de janeiro de 1980.

P/1 – E o senhor lembra lá de Brumado, da casa aonde o senhor nasceu? Das primeiras lembranças de infância?

R – Sim, na verdade eu nasci no meio rural, numa localidade chamada Lagoa Funda, tive também a minha infância no bairro Doutor Juraci, na mesma cidade, a rua que eu morava se chamava Praça João Romão, foi aonde eu convivi com os meus amigos, com os meus familiares, e a minha historia de vida começa assim.

P/1 – E quais eram as brincadeiras na sua infância?

R – A gente brincava de esconde-esconde, do chamado pega-ladrão, que era uma brincadeira que a gente usava um modo de atravessar a rua e quem caísse pegava e acabava batendo, assim, era a brincadeira daquela época, bola, peteca, pião, bicicleta também, né, não tinha tecnologia, era só esse meio de brincar.

P/1 – Legal, e qual é o nome dos seus pais?

R – Minha mãe se chama Celide Lobo de Barros e o meu pai é Juscelino Elias de Barros, porém eu não convivi com eles.

P/1 – Certo, e como era a sua relação com a sua mãe? Você tem irmãos também?

R – Sim, tenho irmãos, tanto, no caso, da parte biológica como adotivos,a minha convivência toda foi com a minha família adotiva, a minha mãe adotiva é Alvelina Barbosa Correia e meus irmãos são Nedilson, Neuseli, Neusarete, Nelvanda e Aparecida.

P/1 – E você se dava bem com eles?

R – Com certeza, ainda me dou bem, até hoje, meus irmãos me adotaram, mas eu tenho eles como verdadeiros...

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