Victor Duque Estrada Zeitune destaca o papel da inteligência artificial (IA) na cardiologia, auxiliando no diagnóstico precoce de doenças cardiovasculares, responsáveis por 30% das mortes anuais. A IA, especialmente por meio de deep learning, melhora a interpretação de eletrocardiogramas (ECGs), identificando padrões sutis e ajudando na detecção de cardiomiopatias e arritmias.
A tecnologia também se integra a dispositivos de monitoramento contínuo, que acompanham sinais cardíacos em tempo real e permitem a personalização de tratamentos. No caso da insuficiência cardíaca e da doença arterial coronariana, a IA facilita a análise de grandes volumes de dados para otimizar terapias e prever complicações.
Apesar dos avanços, o cardiologista Victor Duque Estrada Zeitune ressalta a importância da segurança e da ética no uso da IA garantindo privacidade dos dados e validação dos sistemas em populações diversas. O uso de deep learning na análise de ECGs tem demonstrado alta precisão diagnóstica, mas desafios como a confiabilidade dos laudos e a necessidade de validação clínica ainda persistem.
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