P - Boa tarde, Guilherme.
R - Boa tarde.
P - Pra começar, eu gostaria que você me dissesse seu nome completo, a cidade e a data do seu nascimento.
R - Eu me chamo Guilherme José Gomes Carvalho, nasci em Uberlândia, em 9 de novembro de 1968.
P - Qual o nome de seus pais?
R - O meu pai se chama Manoelito Ferreira de Carvalho e minha mãe Iraci Gomes de Carvalho.
P - E qual a atividade deles?
R - O meu pai é comerciante e minha mãe é do lar.
P - Onde você passou a sua infância?
R - Passei toda a minha infância em Uberlândia.
P - E você poderia descrever a sua casa pra nós?
R - A minha casa atual ou...?
P - A da sua infância.
R - Da minha infância. A minha casa onde eu passei a minha infância era ali no Bairro Conjunto Higino Guerra, próximo à rodoviária de Uberlândia e eu já morava lá antes mesmo da rodoviária ser construída. Ali era o que o pessoal chamava de Tabocas. Em Uberlândia, o pessoal mais antigo conhece como Tabocas. Ficava, faz divisa hoje com o Bairro Martins e com a rodovia, com a BR-365 que divide o Bairro Roosevelt. E ali a minha casa foi uma das primeiras casas do conjunto. O meu pai se mudou pra lá logo que se casou com a minha mãe, pra montar o seu comércio. E ali eu gostava, era muito bom, a gente fez amizade, como sendo um dos primeiros a morar no bairro, a gente conheceu todos que moravam ali, que moraram já.
P - Quantos cômodos que era essa casa, que tinha essa casa?
R - A casa que meu pai construiu tinha , hoje ainda tem oito cômodos, sendo dois quartos, sala, copa, cozinha, área de serviço, tem um alpendre também que era considerado um cômodo, que a gente passava ali brincando e boa parte do dia.
P - Tinha quintal?
R - Tinha quintal, um quintal grande, inclusive o fundo da nossa casa era o comércio do meu pai que tem uma saída pra outra rua, fazia o terreno era em forma de L. Então a gente ficava passando de um lado pra outro e de uma rua pra outra.
P - Comércio de quê?
R -...
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P - Boa tarde, Guilherme.
R - Boa tarde.
P - Pra começar, eu gostaria que você me dissesse seu nome completo, a cidade e a data do seu nascimento.
R - Eu me chamo Guilherme José Gomes Carvalho, nasci em Uberlândia, em 9 de novembro de 1968.
P - Qual o nome de seus pais?
R - O meu pai se chama Manoelito Ferreira de Carvalho e minha mãe Iraci Gomes de Carvalho.
P - E qual a atividade deles?
R - O meu pai é comerciante e minha mãe é do lar.
P - Onde você passou a sua infância?
R - Passei toda a minha infância em Uberlândia.
P - E você poderia descrever a sua casa pra nós?
R - A minha casa atual ou...?
P - A da sua infância.
R - Da minha infância. A minha casa onde eu passei a minha infância era ali no Bairro Conjunto Higino Guerra, próximo à rodoviária de Uberlândia e eu já morava lá antes mesmo da rodoviária ser construída. Ali era o que o pessoal chamava de Tabocas. Em Uberlândia, o pessoal mais antigo conhece como Tabocas. Ficava, faz divisa hoje com o Bairro Martins e com a rodovia, com a BR-365 que divide o Bairro Roosevelt. E ali a minha casa foi uma das primeiras casas do conjunto. O meu pai se mudou pra lá logo que se casou com a minha mãe, pra montar o seu comércio. E ali eu gostava, era muito bom, a gente fez amizade, como sendo um dos primeiros a morar no bairro, a gente conheceu todos que moravam ali, que moraram já.
P - Quantos cômodos que era essa casa, que tinha essa casa?
R - A casa que meu pai construiu tinha , hoje ainda tem oito cômodos, sendo dois quartos, sala, copa, cozinha, área de serviço, tem um alpendre também que era considerado um cômodo, que a gente passava ali brincando e boa parte do dia.
P - Tinha quintal?
R - Tinha quintal, um quintal grande, inclusive o fundo da nossa casa era o comércio do meu pai que tem uma saída pra outra rua, fazia o terreno era em forma de L. Então a gente ficava passando de um lado pra outro e de uma rua pra outra.
P - Comércio de quê?
R - O meu pai comercializava e até hoje comercializa as pururucas, pele de porco, hoje chamada Pururuca Uberlândia.
P - E você brincava de quê?
R - Brincadeira de crianças normais, brincadeiras de rua, de polícia e ladrão, de esconde-esconde, de bandeirinhas.
P - Tinha muitas crianças lá no seu bairro?
R - Tinha muitas crianças, era um bairro popular, era um conjunto, chamava Conjunto Higino Guerra. Era um conjunto de casas populares que o pessoal, famílias inteiras mudaram pra lá com crianças.
P - Quando e como você entrou na CTBC?
R - Eu entrei na CTBC em final de outubro de 1997. E como? Eu trabalhava em São Paulo numa outra empresa, já na área de telecomunicações e só que a minha esposa - eu já era casado e minha esposa morava aqui em Uberlândia. E eu, trabalhando em São Paulo, queria trabalhar aqui em alguma empresa do grupo Algar, pois era uma empresa que se evidenciava na área de telecomunicações. E eu gostaria de trabalhar em alguma empresa do grupo Algar e tinha já contato com alguns membros aqui, associados da CTBC. Porque eu trabalhei, antes de ir pra São Paulo, eu trabalhei numa empresa prestadora de serviços da CTBC. Então, através dessa empresa prestadora...
P - Qual a empresa?
R - A .... Chama-se (Encel?), (Encel?) Engenharia, aqui de Uberlândia, que foi meu primeiro emprego após formado e que através dele eu conheci várias pessoas da CTBC. Então, eu fiquei sabendo através desses associados, que eles estavam querendo encontrar um engenheiro de telecomunicações na área em que eu trabalhava e fiquei ligando aqui desde março de 97 até outubro pra se fazer entrevista, pleiteando a vaga. Então, foi assim, eu digo que foi um processo de oito meses namorando a vaga aqui, às vezes a vaga sumia, ninguém sabia onde é que ela estava, era remanejamento interno como acontece muito hoje na CTBC. E às vezes a vaga aparecia e aí eu ligava sempre pros colegas daqui dizendo "E aí, vocês vão contratar ou não? Posso ir aí fazer entrevista? Como é que é o nome do seu chefe, qual o telefone dele? Eu falo com ele." (risos) E foi uma insistência realmente de oito meses porque eu gostaria de voltar pra Uberlândia e trabalhar numa empresa do grupo Algar.
P - E qual que é a sua atividade hoje? Descreve assim um pouquinho do que é que você faz.
R - Então, desde outubro de 97, eu trabalho no departamento de engenharia da CTBC, na área de equipamentos de transmissão, que são equipamentos que fazem o transporte do sinal de telecomunicações entre uma estação e outra. Então, eu trabalho nessa área especificando e contratando e gerenciando obras de instalação desse tipo de equipamento. Equipamentos como, que a gente chama equipamentos de tecnologia PDH, SDH, equipamentos de rádio freqüência ou modems também. Então é nessa área.
P - E o quê você diria pra uma pessoa que está entrando agora na empresa?
R - Na CTBC Telecom é uma empresa muito boa, que valoriza os seus funcionários. E eu diria que a pessoa que quiser trabalhar nessa área tem, ela tem e tiver a oportunidade de trabalhar na CTBC Telecom, ela vai ter que se esforçar muito porque a CTBC valoriza muito os seus funcionários e valoriza ainda mais aqueles que se esforçam e mostram capacidade e competência pra desenvolver seu trabalho. Então é uma coisa, é muito bom trabalhar aqui pelo ambiente que se tem aqui de trabalho, e considero que a CTBC Telecom é uma empresa que permite aos seus funcionários fazer muitas coisas que outras empresas não permitem, mas que se insere no contexto de mercado. Que no final das contas é o mercado de telecomunicações é quem vai dizer pras empresas como ela tem que se portar e vai valorizar seus funcionários.
P - Então, tá, Guilherme. Muito obrigado pelo seu depoimento e boa tarde.
R - Eu que agradeço, Soene.
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