Facebook Informações Ir direto ao conteúdo

R - Eu lembro do começo do projeto.

P - É um pouquinho diferente lá. Boa tarde, Adriana.

R - Boa tarde.

P - Eu queria que pra começar você me dissesse o seu nome completo, a data e o local do seu nascimento.

R - Meu nome é Adriana de Faria e Souza, eu nasci em Franca, no dia 3 de fevereiro de 1969.

P - O nome do seu pai e da sua mãe, por favor.

R - O meu pai o nome dele era Rolando Zenon de Souza e minha mãe é Lúcia Nicácio de Faria e Souza.

P - Qual que é a atividade do teu pai?

R - O meu pai ele era professor e era oficial de justiça. Ele já faleceu.

P - E a tua mãe?

R - A minha mãe é professora.

P - E você passou a infância em Franca então?

R - Parte da minha infância eu passei numa cidade chamada Mogi-Guaçu. Eu fui morar em Mogi eu tinha poucos dias de idade e depois, aos 7 anos, eu voltei pra Franca onde eu fiquei até os 17.

P - Como é que era essa cidade de Mogi-Guaçu onde você passou essa primeira infância, digamos assim?

R - Eu lembro muito pouco de Mogi. Mogi era uma cidade legal, assim pequenininha, tem um rio que passa por lá que é o Rio Mogi-Guaçu e era uma coisa mesmo muito envolta com a escola dos meus pais. Meus pais tinham uma escola dentro de casa, na época era o que hoje é o supletivo, eles tinham um supletivo na época, que chamava Madureza. Então, toda a minha infância está ligada com a escola, tudo o que eu lembro são os alunos dentro da minha casa, festa, aula. Eu assistia a aula desde pequena, eu era curiosa, então eu ia assistir a aula. Então, são as lembranças que eu tenho assim dessa fase de Mogi, está sempre ligada com a coisa do rio e com a coisa da escola. Eu não sei porque, mas é o que eu lembro.

P - E a casa, como é que ela era? Descreve pra nós.

R - A gente morou em muita casa, a gente mudava bastante. A casa que eu mais lembro, o meu pai gostava muito de rosas, então tinha uma casa que a gente morou que tinha centenas de rosas, de roseiras mesmo. Essa é a única...

Continuar leitura
Palavras-chave: telecomunicações

Dados de acervo

O Museu da Pessoa está em constante melhoria de sua plataforma. Caso perceba algum erro nesta página, ou caso sinta falta de alguma informação nesta história, entre em contato conosco através do email atendimento@museudapessoa.org.

Histórias que você pode gostar

Bodas de prata
Vídeo Texto

João Batista Coura

Bodas de prata
Estar vivo é um bom sinal
Texto

José Mauro Leal Costa

Estar vivo é um bom sinal
“Caminar se hace el camino”
Vídeo Texto

Dilson Dalpiaz Dias

“Caminar se hace el camino”
Texto

Nelson Cascelli Reis

"Eu queria ser neto de mim mesmo"
fechar

Denunciar história de vida

Para a manutenção de um ambiente saudável e de respeito a todos os que usam a plataforma do Museu da Pessoa, contamos com sua ajuda para evitar violações a nossa política de acesso e uso.

Caso tenha notado nesta história conteúdos que incitem a prática de crimes, violência, racismo, xenofobia, homofobia ou preconceito de qualquer tipo, calúnias, injúrias, difamação ou caso tenha se sentido pessoalmente ofendido por algo presente na história, utilize o campo abaixo para fazer sua denúncia.

O conteúdo não é removido automaticamente após a denúncia. Ele será analisado pela equipe do Museu da Pessoa e, caso seja comprovada a acusação, a história será retirada do ar.

Informações

    fechar

    Sugerir edição em conteúdo de história de vida

    Caso você tenha notado erros no preenchimento de dados, escreva abaixo qual informação está errada e a correção necessária.

    Analisaremos o seu pedido e, caso seja confirmado o erro, avançaremos com a edição.

    Informações

      fechar

      Licenciamento

      Os conteúdos presentes no acervo do Museu da Pessoa podem ser utilizados exclusivamente para fins culturais e acadêmicos, mediante o cumprimento das normas presentes em nossa política de acesso e uso.

      Caso tenha interesse em licenciar algum conteúdo, entre em contato com atendimento@museudapessoa.org.

      fechar

      Reivindicar titularidade

      Caso deseje reivindicar a titularidade deste personagem (“esse sou eu!”),  nos envie uma justificativa para o email atendimento@museudapessoa.org explicando o porque da sua solicitação. A partir do seu contato, a área de Museologia do Museu da Pessoa te retornará e avançará com o atendimento.