P - Vamos começar então. Qual o seu nome completo, local e data de nascimento?
R - É Roberto Domingos de Souza, eu nasci em Santa Vitória, 13 de abril de 1974.
P - Qual o nome do seu pai e da sua mãe?
R - O meu pai é Segismundo Clemente de Souza e Ilda Domingos de Souza.
P - Qual as atividades que eles exercem?
R - O meu pai é pecuarista e a minha mãe é professora.
P - Onde você passou a sua infância?
R - Eu passei até os 7 anos de idade, eu morei na fazenda. Aí, depois eu mudei pra Santa Vitória, onde eu fiquei até 97.
P - E como é que foi a sua infância na fazenda e depois como é que foi essa mudança sua da fazenda pra cidade?
R - Olha, quando eu morava na fazenda, me lembro bem que eu brincava muito porque até essa época o meu avô paterno ainda era vivo, então a gente brincava muito com os meus primos. E era muito, muito interessante, foi uma infância muito legal, eu aproveitei muito. Depois de 7 anos, quando eu mudei pra cidade, foi assim tudo novo. Então sempre tinha coisas novas pra fazer, amigos novos. Aí eu comecei a estudar e também foi muito bom, gostei e aproveitei muito, eu tirei o máximo de proveito da minha infância. Foi muito legal.
P - Como é que era a sua casa na fazenda?
R - A minha casa ela era uma casa não muito grande, ela tinha três quartos e tinha sala, cozinha e banheiro, tinha uma varanda externa e tinha um quintal grande onde no fundo tinha um pé de mexerica, eu me lembro bem, tinha um pé de mexerica pocam. E sempre que a gente fazia uma bagunça, a minha mãe tentava dar uma surrinha, aí meu pai não deixava e levava a gente e colocava em cima do pé de mexerica. Era....
P - Isso na fazenda?
R - Na fazenda.
P - E depois você mudou pra cidade, como é que era?
R - Na cidade já era tudo fechado, aquela coisa bem assim, era toda cercada, cercada de muro externo. E ela também tinha três quartos, tinha uma varanda externa onde que a gente brincava. E eu sempre brincava à noite com...
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P - Vamos começar então. Qual o seu nome completo, local e data de nascimento?
R - É Roberto Domingos de Souza, eu nasci em Santa Vitória, 13 de abril de 1974.
P - Qual o nome do seu pai e da sua mãe?
R - O meu pai é Segismundo Clemente de Souza e Ilda Domingos de Souza.
P - Qual as atividades que eles exercem?
R - O meu pai é pecuarista e a minha mãe é professora.
P - Onde você passou a sua infância?
R - Eu passei até os 7 anos de idade, eu morei na fazenda. Aí, depois eu mudei pra Santa Vitória, onde eu fiquei até 97.
P - E como é que foi a sua infância na fazenda e depois como é que foi essa mudança sua da fazenda pra cidade?
R - Olha, quando eu morava na fazenda, me lembro bem que eu brincava muito porque até essa época o meu avô paterno ainda era vivo, então a gente brincava muito com os meus primos. E era muito, muito interessante, foi uma infância muito legal, eu aproveitei muito. Depois de 7 anos, quando eu mudei pra cidade, foi assim tudo novo. Então sempre tinha coisas novas pra fazer, amigos novos. Aí eu comecei a estudar e também foi muito bom, gostei e aproveitei muito, eu tirei o máximo de proveito da minha infância. Foi muito legal.
P - Como é que era a sua casa na fazenda?
R - A minha casa ela era uma casa não muito grande, ela tinha três quartos e tinha sala, cozinha e banheiro, tinha uma varanda externa e tinha um quintal grande onde no fundo tinha um pé de mexerica, eu me lembro bem, tinha um pé de mexerica pocam. E sempre que a gente fazia uma bagunça, a minha mãe tentava dar uma surrinha, aí meu pai não deixava e levava a gente e colocava em cima do pé de mexerica. Era....
P - Isso na fazenda?
R - Na fazenda.
P - E depois você mudou pra cidade, como é que era?
R - Na cidade já era tudo fechado, aquela coisa bem assim, era toda cercada, cercada de muro externo. E ela também tinha três quartos, tinha uma varanda externa onde que a gente brincava. E eu sempre brincava à noite com os meus colegas nessa varanda externa. Só que tinha horário estipulado. Nessa época eu brincava só até nove horas da noite. (risos)
P - E você sentiu muito essa mudança da fazenda pra cidade ou não?
R - Senti bastante assim, eu senti como um lado mais de felicidade, de coisas novas. Eu sempre, desde pequeno, eu sempre gostei de buscar o novo. Então foi muito bom porque eu comecei a descobrir coisas novas na cidade. E foi muito bom, eu gostei muito.
P - Certo. E em Santa Vitória e depois de Santa Vitória, você mudou aqui pra Uberlândia ou como é que foi?
R - Não. Eu fiquei até 97 em Santa Vitória, então a minha infância, juventude e toda a minha adolescência foi toda em Santa Vitória. Aí eu mudei pra cá em 97.
P - E por quê que você mudou aqui pra Uberlândia?
R - .Eu mudei pra buscar novos desafios, porque na minha cidade não tinha faculdade, então eu sempre queria estudar e queria me especializar em alguma área e foi onde eu decidi em 97 vir pra cá.
P - Aí você veio fazer faculdade então?
R - Isso.
P - Como é que você entrou na CTBC?
R - A minha entrada na CTBC foi muito boa. Foi assim, eu trabalhava na Livraria Kosmos, eu trabalhei de free-lancer um tempo. Eu mudei em janeiro de 97, eu fiquei lá até julho e como free-lancer, não tinha carteira assinada nem nada. E eu comecei a mandar currículos pra algumas empresas que estavam terceirizando na época, pras prestadoras de serviços. E eu enviei o meu currriculum pra Suporte e eu fui chamado pra fazer alguns testes pra trabalhar no Makro. Só que eu fui reprovado no teste do Makro e quinze dias depois dessa entrevista, eu fui convidado, não, eu não fui convidado não. Quinze dias depois dessa entrevista, eu marquei uma viagem que era no sábado. E eu saí da livraria, eu sei que lembro bem que na sexta-feira à tarde. Eu viajaria no sábado pela manhã. Na sexta-feira eu saí da livraria - eu morava no centro, eu morava no Tubal Vilela - quando eu cheguei na portaria, eu não tinha telefone no meu apartamento, só tinha o telefone do saguão do prédio - aí o cara, o porteiro disse pra mim assim "Tem uma chamada pra você lá da Suporte." Na época era a Suporte Recursos Humanos que contratava pra CTBC. Eu liguei pra Suporte, eu não tinha feito nenhuma entrevista, nem nada assim específico pra CTBC não. Só que ela estava contratando alguns estagiários pra atendente, na época era atendimento telefônico do 102. E eu liguei e eles me falaram que era pra eu vir pra CTBC pra fazer uma entrevista, que na verdade nem era uma entrevista, era já pra começar o treinamento que eu ia ser contratado por três meses. E assim, então não foi nada específico pra CTBC, foi quase que assim um acaso. O meu nome estava lá, eu já tinha participado de outras dinâmicas pra uma outra empresa e acabou que eu comecei a participar desse treinamento do 102, era um contrato por três meses, venceu, depois renovou por mais três meses, E fiquei como temporário, me parece que um ano e meio. Aí, quando foi em 99, eu passei pra associado.
P - Certo. E qual que é as sua função hoje, você continua no 102 ou você mudou? E aí então eu queria que você descrevesse até a sua trajetória mesmo dentro da CTBC e hoje o que você faz.
R - Não. Então, foi assim, eu comecei trabalhando no 102, como de 97 a 99, eu trabalhei como terceirizado. Na época era pela Suporte Recursos Humanos. Nesse meio tempo eu fiquei no 102 , no 103 - que na época era todo assim separado, você ligava direto pra um número, era 102,103 e 101. Então eu fiquei um tempo no 102, uma questão de uns seis meses, depois eu fui pro 103. Aí, em seguida, eu fui pro 101. Aí começou a terceirização pro call center, quie foi a nova empresa que o grupo Algar criou, no final de 99. Então, em janeiro de 99, eu passei pra associado, eu deixei de ser terceirizado e passei pra associado. Eu ainda era atendente nessa época. Fiquei de janeiro de 99 a outubro como associado. Aí começou a transferência de atendente, do pessoal de atendimento 102 pro call center. E nesse meio tempo aí eu tinha assim certeza que eu ia ser terceirizado porque já estava tudo pronto, o meu projeto que era o 103, já estava todo mundo assim assinando os contratos, as cartas de demissões e tudo. Aí, no dia da demissão, no último dia que tinha pra assinar o contrato, eu cheguei no talentos humanos pra assinar o contrato e não tinha a minha folha de demissão, não estava lá. Aí as meninas ligaram, na época foi a Marta, ligou pra Márcia Flores e perguntou "E o Roberto, pra onde que ele vai?" Aí eles falaram "Não, o Roberto vai ficar no 101." Porque eu tinha prestado um serviço pro 101, na época era pro 12, lá no call center, no prédio do call center, quando instalou o 12. Aí eu fiquei como supervisor do 101. Aí, fiquei supervisor do 101 tipo 99, final de 99 até julho de 2000, depois eu voltei pro atendimento do 101, aí o 101 foi terceirizado. Eu fiquei - na época existia o Bureau, que era o back office de contas telefônicas. Eu voltei, aí eu fiquei no 101, depois aí começou o reconhecimento de fala, e hoje eu trabalho no reconhecimento de fala, eu supervisiono o reconhecimento de fala, toda a interação do cliente com o sistema reconhecimento de fala. E agora eu estou pegando também o Portal Vox que é um novo produto da CTBC.
P - Aí, no Portal Vox, qual que vai ser a sua função, que função que você vai desempenhar?
R - A minha função no reconhecimento de fala e no Portal Vox é gestionar reclamação de clientes e gestionar também a performance do sistema, é avaliar o que o cliente, quando o cliente entra no reconhecimento de fala ou quando ele entra também no Portal Vox, pra saber o que ele está sentindo, se está tendo problema, se o problema é problema interno, se é problema de sistema ou se é assim tipo a cultura do cliente, se é um problema de aculturamento.
P - Mas aí então o seu tratamento é com o pessoal ou é direto com o cliente?
R - Eu falo com o atendente e com o cliente também.
P - Então você só supervisiona mesmo?
R - Eu só supervisiono, isso, e faço a gestão de reclamação.
P - E o que você diria hoje pra uma pessoa que começou a trabalhar hoje na CTBC?
R - Pra quem entrou hoje na CTBC?
P - É.
R - Ah, pra ter assim total confiança, garra, determinação e só pensar em crescer e aí esquecer exatamente do que faz e do quanto ganha hoje. Porque às vezes as pessoas entram e falam assim "Ah, mas eu estou ganhando assim tão pouco." E não começam a ter visão do que é o futuro. Eu acho que é o cara deixar de pensar o quanto ele ganha e sim ele tentar trabalhar mais e só ter pensamento positivo, que ele vai longe.
P - a CTBC é uma empresa que vai... Então, está bom, eu acho que é por aí mesmo.
R - Está ok, então. Obrigado.
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