P/1 Boa Tarde, Rodrigo
R: Boa Tarde
P/1: Pra Começar eu queria que você dissesse seu nome completo, o local e a data do seu nascimento.
R - Rodrigo Borges de Almeida, eu nasci em Uberaba no dia 31 de outubro de 1978
P - Qual o nome do seu pai e de sua mãe?
R - Meu pai Luis Carlos de Almeida, minha mãe Carmem Lúcia de Ameida.
P - E qual que é a atividade deles?
R - Meu pai trabalhou por 20 poucos anos na Embratel, saiu da Embratel e agora voltou a trabalhar na Embratel, atualmente ele trabalha na Embratel novamente e minha mãe é dona de casa.
P - Queria que você descrevesse um pouco a sua infância.
R-Eu cresci, quando nasci a minha mãe foi pra Uberaba porque meu pai estava em Salvador fazendo treinamento pela Embratel, na época, e minha mãe foi ficar em Uberaba com a minha vó que mora lá e nesse período que ela foi passa lá com a minha vó, eu nasci.
Coincidência ou não, meu irmão também, aconteceu uma coisa bem parecida, acabou nascendo em Uberaba também e tenho uma irmã também que é a única Uberlandense, nasceu aqui em Uberlândia mesmo.
Minha infância, acho que foi uma infância bem moleque mesmo, sabe, de brinca muito, sabe, de sair a rua, meu pai sempre deu muita oportunidade pra gente ta brincando também, sempre cobrou muito estudo também, meu pai e minha mãe acompanharam sempre bem de perto essa questão de estudos, mas foi uma infância bem saudável, acredito que, bem criança mesmo, de brincar, soltar pipa andar de bicicleta, andar de patinete, coisa que hoje em dia a gente não vê, foi bem tranqüilo.
P - Quando e como você entrou para o CTBC?
R - Em 96, eu fazia curso técnico, 2º ano em curso técnico em eletrônica e eu consegui um estágio aqui no CTBC, na época no DG do CTBC, entrei, comecei a fazer estágio no DG e existiam umas máquinas de interceptação no CTBC, uma máquina que ficava no DG e que ninguém sabia mexer e eu comecei a fuçar nessa máquina e pouco tempo depois eu tinha me...
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P/1 Boa Tarde, Rodrigo
R: Boa Tarde
P/1: Pra Começar eu queria que você dissesse seu nome completo, o local e a data do seu nascimento.
R - Rodrigo Borges de Almeida, eu nasci em Uberaba no dia 31 de outubro de 1978
P - Qual o nome do seu pai e de sua mãe?
R - Meu pai Luis Carlos de Almeida, minha mãe Carmem Lúcia de Ameida.
P - E qual que é a atividade deles?
R - Meu pai trabalhou por 20 poucos anos na Embratel, saiu da Embratel e agora voltou a trabalhar na Embratel, atualmente ele trabalha na Embratel novamente e minha mãe é dona de casa.
P - Queria que você descrevesse um pouco a sua infância.
R-Eu cresci, quando nasci a minha mãe foi pra Uberaba porque meu pai estava em Salvador fazendo treinamento pela Embratel, na época, e minha mãe foi ficar em Uberaba com a minha vó que mora lá e nesse período que ela foi passa lá com a minha vó, eu nasci.
Coincidência ou não, meu irmão também, aconteceu uma coisa bem parecida, acabou nascendo em Uberaba também e tenho uma irmã também que é a única Uberlandense, nasceu aqui em Uberlândia mesmo.
Minha infância, acho que foi uma infância bem moleque mesmo, sabe, de brinca muito, sabe, de sair a rua, meu pai sempre deu muita oportunidade pra gente ta brincando também, sempre cobrou muito estudo também, meu pai e minha mãe acompanharam sempre bem de perto essa questão de estudos, mas foi uma infância bem saudável, acredito que, bem criança mesmo, de brincar, soltar pipa andar de bicicleta, andar de patinete, coisa que hoje em dia a gente não vê, foi bem tranqüilo.
P - Quando e como você entrou para o CTBC?
R - Em 96, eu fazia curso técnico, 2º ano em curso técnico em eletrônica e eu consegui um estágio aqui no CTBC, na época no DG do CTBC, entrei, comecei a fazer estágio no DG e existiam umas máquinas de interceptação no CTBC, uma máquina que ficava no DG e que ninguém sabia mexer e eu comecei a fuçar nessa máquina e pouco tempo depois eu tinha me transformado no menino da interceptação então eles me mandavam as coisas e eu que cuidava dessa máquina porque ninguém sabia mexer.
Liguei para o Fabricante, procurei algumas informações e fiz isso acontecer, aí fui convidado, na época , o nosso coordenador era o Luis Santos me convidou a passar a outras áreas durante o meu estágio e nesse estágio, primeiramente, eu saí do DG e fui pra transmissão, e fiquei um dia só, eu fui convidado a fazer estágio com o João Henrique que na época estava implantando uma central do sistema 12 na CTBC e que não deu certo.
Pouco tempo depois disso foi proposto montar uma área no CTBC que se chamava escritório de serviços e eu fui o primeiro integrante no escritório de serviços , na época o pessoal me propôs e eu não queria fazer isso aí depois fui convidado a trabalhar no Algarnete e desde então estou trabalhando com Ponta Forma, Serviço de valor adicionado e venho seguindo essa trajetória nessa parte de serviços.
P - Essa máquina do DG que você entrou servia pra fazer o que?
R-Na época a CTBC estava trocando aqueles velhos aparelhos analógicos por telefones novos, então sempre que trocava o telefone da pessoa era preciso interceptar que era dar a mensagem que aquele número tinha mudado, então existia essa máquina pra poder ligar o fio do telefone antigo da pessoa nessa máquina e responder o novo número porque nessa época sempre que se fazia a troca de uma central pra outra era preciso realmente trocar o número do cliente, hoje não acontece mais, mas nessa época era preciso e penoso até para os clientes e aí você ligava e ficava escutando aquelas mensagens de máquina e os clientes ficavam reclamando bastante e era um período de 90 dias onde, tipo assim, a gente sofria com essas reclamações de clientes em função de ter trocado o número.
P/1 O seu trabalho atual, eu queria que você descrevesse ele?
R - Atualmente eu estou no CGR que é o Centro de Gerenciamento de Redes onde meu coordenador é o Lima, eu estou acompanhando um projeto do GIF que é o Gerenciamento Interno de Facilidades onde esse sistema vem pra atender uma necessidade da CTBC, realmente um sistema que controle tudo que a gente tem na nossa planta, desde terminais telefônicos, equipamentos, equipamentos sobressalentes, pra gente ter um controle efetivo de tudo que a CTBC dispõe pra estar fornecendo serviços e então eu estou acompanhando esse projeto que está em andamento, em desenvolvimento e eu faço a interface entre o pessoal que desenvolve esse sistema e as demais áreas de transmissão, comutação, área técnica em geral pra poder, como eu entendo um pouco dos dois lados, tentar fazer essse intermédio aí.
P - Como você define a qualidade da CTBC?
R - Eu acho que eu peguei uma fase interessante na CTBC quando realmente aconteceu esse Boom de qualidade na CTBC que foi quando a gente foi buscar a certificação no BVQI, quer dizer, hoje a gente prega muita qualidade mas a gente prega pra manter o que é diferente naquele período onde foi muito difícil implantar qualidade em si , foi muito difícil as pessoas entenderem o que era qualidade porque dessa certificação, o que issi estaria agregando pra gente, então eu vivi muito isso e, conheci muitas pessoas e foi colocado muito fortemente essa questão de qualidade.
Hoje isso representa muito pra gente porque a gente tem documentos de apoio, uma série de sistemas, de pessoas, de processos definidos que só vem agregar, agilizar e trazer qualidade ao nosso produto hoje.Até bem pouco tempo atrás, alguém fazia alguma coisa dentro da CTBC isso era colocado pra vender sem realmente analisar se isso realmente tinha que ser oferecido, não que isso fosse ruim, mas sera que isso tem que ser colocado dessa forma, hoje não, os padrões de qualidade exige realmente avalie como isso vai ser colocado para o cliente, isso é um produto que a CTBC tem que fornecer ou não, isto é, veio agregar a questão de o que é eficiente, o que não é, então eu acho que agregou bastante no sentido do dia a dia, a gente sabe que dentro da CTBC , não se pode fazer algo por fazer.
Tem que documentar, tem que envolver outras áreas porque tudo que você faz afeta direta ou indiretamente outras áreas então a qualidade veio pra resolver isso aí e melhorou muito.
P - O que deve ser mais importante no processo do trabalho?
R-Eu acho que existem três coisas bem importantes, a questão do relacionamento, porque sempre que a gente muda o processo, é importante estar pensando: o que isso vai tirar ou agregar de relacionamento entre as pessoas porque o quanto você coloca mais distante as pessoas mais difícil se torna o bem estar entre elas, porque fica algo mecânico entre elas, então eu acho importante o relacionamento quando se muda um processo.
A questão do impacto que esse processo pra empresa como um todo porque as vezes um processo o mínimo que você esteja alterando, pode ser mínimo pra você mas para uma área que esteja a frente ou atrás desse processo pode gera um impacto grande que pode gera vários outros processos para que tudo caminhe bem, então eu acho que o impacto é importante, as pessoas e a necessidade de isso ser feito porque muitas vezes a gente tenta também colocar mais dinâmica nos processos e muita das vezes nessa de colocar dinâmica e melhorias as vezes a gente ta melhorando pra uma pessoa e as vezes ta tirando aquela questão que a empresa sempre pregou que é aquela questão de regionalidade, de estar sempre perto do cliente então muita das vezes esse mudar o processo pode tirar essa proximidade com o cliente, então acho que é importante estar acompanhando isso também.
P - E você teria algum causo ou estória engraçada com a CTBC que você esteve envolvido que poderia contar pra gente?
R - Tem sim, é uma estória inclusive que meio que se imortalizou, que vira e mexe, que toda reunião, toda convenção tem sempre alguém fazendo piadinha com isso.
Quando eu era estagiário ainda na CTBC, pra o estagiário pode receber, tinha que fazer na época o que eles chamavam de recibo verde, era algo assim eu não me lembro se era pra poder receber, na época era a Rosangela, a secretária, me pediu pra levar um papel pro Pepe que era nosso coordenador na época pra ele pode assinar e carimbar aquele recibo verde e ser pago e a gente ficava ali na central do 236 ali no centro e o Pepe ficava na _____ Quintino Bocaiúva e eu fui um dia atrás do Pepe de manha, fui a tarde, fui no outro dia de manha, a tarde, eu sei que foi uns três dias atrás desse Pepe, que eu não conhecia ate que eu acho que no quarto dia, eu cheguei a tarde assim., eu cheguei nesse tal de Pepe, tinha uma sala antes e tinha um gordinho grampeando uns papéis do lado da secretária e eu falei assim: "-olha aqui, você pode me informar quem é esse tal de Pepe que eu estou procurando ele faz uns três dias e não consigo falar com esse cara?" e ele falou "-Pois não pode falar, esse tal de Pepe sou eu", então na hora eu perdi o rebolado, fiquei sem graça porque era o chefe, eu acabei de falar com o chefe né ?
E hoje a minha relação com o Pepe é muito tranqüila inclusive agora nos estamos aqui no PGP no processo de avaliação dos projetos, o Pepe era um dos avaliadores, e na hora que eu entrei na sala ele falou assim : "-Quem é esse tal de Pepe?" (Risos)
E na hora que eu saí ele falou de novo quem é esse tal de Pepe, então vira e mexe a gente ta brincando com isso, quem é esse tal de Pepe, é um estagiário que na época eu tinha cabelo cumprido, um cabeludinho perguntando quem era esse tal de Pepe, então, foi um momento que me deixou sem graça mas foi bem legal.
P - Rodrigo, então é só e eu te agradeço o depoimento
R - Ta jóia Obrigado
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