Minha trajetória empreendedora.
Olá, meu nome é Bruno Guimarães Cunha, tenho 21 anos, nasci em Boa vista-RR. Minha trajetória é moldada por grandes influências, as quais trouxeram inspirações na minha vida, até os dias atuais.
Acredito que herdei o espírito empreendedor da minha família, pois, quando criança, aproveitava aquilo que era diversão para ganhar dinheiro. Gostava bastante de fazer pipas e aviões de madeira com meus amigos, com apenas 7 anos.
O pessoal admirava meus hobbies. Tal admiração foi passando a ter como resultado, demanda na aquisição das pipas e aviões por parte dos admiradores. Era tão motivador, pois eu tinha dinheiro para comprar o lanche da tarde e comprar mais material para fabricar os projetos. Visto que, meus pais, na época, não me davam dinheiro para comprar aquilo que eles consideravam “besteiras”.
Eu praticava empreendedorismo sem ao menos saber o conceito. E melhor, eu gostava. Os anos foram se passando e abandonei meus hobbies de infância, aderindo ao estudo árduo, pois sabia que precisava de conhecimento para entrar no mercado de trabalho, que, até então, está bastante concorrido. A venda de pipas e aviões de madeira já não passavam mais pela minha cabeça. Passei a entender melhor como funciona o mercado e os conceitos de empreendedorismo, foi quando olhei para o empreendimento do meu tio com outros olhos.
Meu tio, cujo nome é Eliel Guimarães, abriu uma marcenaria onde fabrica móveis modulados, ou seja, da forma que o cliente quer. Embora seja fácil mencionar “abriu uma marcenaria”, ele passou por muitas dificuldades antes disso. Observei que, sua motivação é oriunda de uma necessidade comum de ter uma qualidade de vida. Levando em consideração as condições da família que não tivera dinheiro para bancar tudo para ele e seus irmãos, inclusive uma boa escola.
Hoje, meu tio, com o esforço de seu trabalho, tem dinheiro...
Continuar leitura
Minha trajetória empreendedora.
Olá, meu nome é Bruno Guimarães Cunha, tenho 21 anos, nasci em Boa vista-RR. Minha trajetória é moldada por grandes influências, as quais trouxeram inspirações na minha vida, até os dias atuais.
Acredito que herdei o espírito empreendedor da minha família, pois, quando criança, aproveitava aquilo que era diversão para ganhar dinheiro. Gostava bastante de fazer pipas e aviões de madeira com meus amigos, com apenas 7 anos.
O pessoal admirava meus hobbies. Tal admiração foi passando a ter como resultado, demanda na aquisição das pipas e aviões por parte dos admiradores. Era tão motivador, pois eu tinha dinheiro para comprar o lanche da tarde e comprar mais material para fabricar os projetos. Visto que, meus pais, na época, não me davam dinheiro para comprar aquilo que eles consideravam “besteiras”.
Eu praticava empreendedorismo sem ao menos saber o conceito. E melhor, eu gostava. Os anos foram se passando e abandonei meus hobbies de infância, aderindo ao estudo árduo, pois sabia que precisava de conhecimento para entrar no mercado de trabalho, que, até então, está bastante concorrido. A venda de pipas e aviões de madeira já não passavam mais pela minha cabeça. Passei a entender melhor como funciona o mercado e os conceitos de empreendedorismo, foi quando olhei para o empreendimento do meu tio com outros olhos.
Meu tio, cujo nome é Eliel Guimarães, abriu uma marcenaria onde fabrica móveis modulados, ou seja, da forma que o cliente quer. Embora seja fácil mencionar “abriu uma marcenaria”, ele passou por muitas dificuldades antes disso. Observei que, sua motivação é oriunda de uma necessidade comum de ter uma qualidade de vida. Levando em consideração as condições da família que não tivera dinheiro para bancar tudo para ele e seus irmãos, inclusive uma boa escola.
Hoje, meu tio, com o esforço de seu trabalho, tem dinheiro para proporcionar uma boa qualidade de vida para seus filhos e para sua mãe. Minha avó, de forma indireta, pratica empreendedorismo. Mesmo que as pessoas não sejam, para ela, consumidores finais de seus produtos. Assim como eu fazia, ela cria coisas que para a mesma, são legais. Como: bonecas, cestos, sabonetes, etc. E as vende de forma a não visar o lucro propriamente dito, mas a satisfação pessoal de conseguir fazer, e alguém dar um retorno. Seja como elogio ou dinheiro.
Observando o sucesso do meu tio, e a humildade da minha avó, me ascendeu novamente o espírito empreendedor. Foi quando entrei num curso técnico em informática, com o intuito de criar uma assistência prestadora de serviços na área. Até então foi um bom começo, mas tornou melhor quando a vontade de capacitação surgiu, e resolvi cursar Ciência da Computação. Tais decisões foram tomadas pela associação das minhas habilidades com computadores com a minha vontade de aprender.
Fiz cartões de visita como técnico em informática, realizei vários serviços. Devido ao meu conhecimento técnico, ganhei uma bolsa estágio na universidade Estadual de Roraima, onde desenvolvo minhas responsabilidades internas na área tecnológica e faço o chamado “network”, defendo sempre minha postura como técnico. Estou em fase de conclusão em ambos os cursos, e embora seja um empreendedor individual “autônomo”, pretendo abrir um grande negócio na área tecnológica.
Recolher