Ópera Urbana
Entrevistado por Cláudia Leonor
Depoimento de José Eduardo de Barros
São Paulo 05/08/2009
Realização Museu da Pessoa
Entrevista OPCN_CB016
Transcrito por Keila Barbosa
P/1 – Eu vou pedir para você falar de novo o seu nome completo, o local e a data de nascimento.
R – José Eduardo de Barros, nasci em São Paulo, 19 de março de 1966.
P/1 – Me fala uma coisa, o que você lembra de São Paulo quando você era criança?
R – São Paulo, que eu me lembro, quando eu era criança? Ah, me lembro do Supermercado Morita, me lembro de toda a [rua] Teodoro Sampaio, a Rua Teodoro Sampaio desde a Rua Doutor Arnaldo até o Largo de Pinheiros, era inteirinha na época de Natal, toda enfeitada com anjos e luzes, que a Prefeitura fazia, né, os comerciantes. Lembro que na Teodoro Sampaio tinha muita loja de sapatos, que não existe mais. Bom, começando por aí. A Praça Benedito Calixto, que tem a Feira de Antiguidades, há mais de 20 anos, em frente a Igreja do Calvário, ali...
P/1 – Me fala uma coisa, e aqui na Avenida Paulista?
R – A Avenida Paulista foi muito legal para mim, meu primeiro emprego foi na Duratex, no Paraíso. Eu fui ter amigos na Rádio TV Gazeta, já fui na Gazeta, já trabalhei numa empresa Aduaneira em frente ao MASP... Já fui ao MASP, há muito tempo que eu não vou ao MASP. Aqui no Conjunto Nacional eu venho sempre, assistir... pegar o cinema, vou ao Espaço Unibanco, vou ao Center 3, e aqui no Conjunto Nacional, eu venho muito, muito, muito.
P/1 – Como era a Paulista, antigamente... Que você lembra...
P/1 – A Paulista, deixa eu ver se eu me lembro... Não tinha McDonald’s ... Deixa eu ver... Deixa eu ver... Não sei, eu não me lembro muito...
P/1 – Trânsito?
R – O trânsito... Vamos ver... Mudou a linha, as cores dos ônibus, das linhas... Eu não sei, acho que não mudou muita coisa, porque eu acho que sempre foi centro de Banco aqui, né...
P/1 – Sim. O que o senhor mais gosta da Avenida...
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Ópera Urbana
Entrevistado por Cláudia Leonor
Depoimento de José Eduardo de Barros
São Paulo 05/08/2009
Realização Museu da Pessoa
Entrevista OPCN_CB016
Transcrito por Keila Barbosa
P/1 – Eu vou pedir para você falar de novo o seu nome completo, o local e a data de nascimento.
R – José Eduardo de Barros, nasci em São Paulo, 19 de março de 1966.
P/1 – Me fala uma coisa, o que você lembra de São Paulo quando você era criança?
R – São Paulo, que eu me lembro, quando eu era criança? Ah, me lembro do Supermercado Morita, me lembro de toda a [rua] Teodoro Sampaio, a Rua Teodoro Sampaio desde a Rua Doutor Arnaldo até o Largo de Pinheiros, era inteirinha na época de Natal, toda enfeitada com anjos e luzes, que a Prefeitura fazia, né, os comerciantes. Lembro que na Teodoro Sampaio tinha muita loja de sapatos, que não existe mais. Bom, começando por aí. A Praça Benedito Calixto, que tem a Feira de Antiguidades, há mais de 20 anos, em frente a Igreja do Calvário, ali...
P/1 – Me fala uma coisa, e aqui na Avenida Paulista?
R – A Avenida Paulista foi muito legal para mim, meu primeiro emprego foi na Duratex, no Paraíso. Eu fui ter amigos na Rádio TV Gazeta, já fui na Gazeta, já trabalhei numa empresa Aduaneira em frente ao MASP... Já fui ao MASP, há muito tempo que eu não vou ao MASP. Aqui no Conjunto Nacional eu venho sempre, assistir... pegar o cinema, vou ao Espaço Unibanco, vou ao Center 3, e aqui no Conjunto Nacional, eu venho muito, muito, muito.
P/1 – Como era a Paulista, antigamente... Que você lembra...
P/1 – A Paulista, deixa eu ver se eu me lembro... Não tinha McDonald’s ... Deixa eu ver... Deixa eu ver... Não sei, eu não me lembro muito...
P/1 – Trânsito?
R – O trânsito... Vamos ver... Mudou a linha, as cores dos ônibus, das linhas... Eu não sei, acho que não mudou muita coisa, porque eu acho que sempre foi centro de Banco aqui, né...
P/1 – Sim. O que o senhor mais gosta da Avenida Paulista?
R – O que eu mais gosto de Avenida Paulista? Deixa eu ver...pode ser alguém que está aqui na Avenida Paulista?
P/1 – Claro...
R – Você...
P/1 – (risos)
R – Não, o que eu mais gosto aqui na Avenida Paulista, que eu acho muito legal...
P/1 – O que tem de diferente na Avenida Paulista?
R – O que tem de diferente? Olha, tem a Casa das Rosas, tem a Academia de Tai Chi, também no Paraíso. O que eu acho mais diferente, mais legal, eu acho o prédio da Gazeta, da TV Gazeta.
P/1 – O que significa o prédio da TV Gazeta?
R – Pra mim?
P/1 – É...
R – Então, eu já encontrei com o pessoal de Externo uma vez e estava conversando com o Máscara, que é um Cinegrafista da Gazeta, e veja que interessante, ele começou como bilheteiro do cinema, da Gazeta, depois subiu, e está há 40 anos na Gazeta. Agora a Gazeta, você perguntou, por que a Gazeta, né? Porque a Gazeta, eu tenho amigos na Rádio Gazeta, que eu conheci, então eu fui lá peguei camisa, boné, chaveiro; depois um outro colega me mostrou toda a Rádio Gazeta, me deu aqueles adesivos de por em microfone, me deu pasta. Este chaveiro, aqui, oh... aí... (risos). Agora, é legal, aqui a Paulista, o que eu mais gosto mesmo, não é porque Gazeta é televisão, rádio, que é uma coisa que eu gosto muito, mas tem muita coisa. A Paulista é muito legal, a Fnac, tem coisa com o Martinho da Vila, tem exposição...
P/1 – Os eventos todos...
R – Os eventos todos.
P/1 – Maravilha, seu Eduardo, obrigada pela entrevista.
R – Obrigado a vocês, disponha.
P/1 – Foi muito legal.
FINAL
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