P/1 - Bom dia, Alessandra.
R/1 - Bom dia.
P/1 - Pra começar, eu queria que você dissesse seu nome completo, local e data de nascimento.
R/1 - Meu nome é Alessandra... ai gente, eu vou ter que falar o Aparecida?
P/1 - Tanto faz. Seu nome completo.
R/1 - Tá. Meu nome é Alessandra Aparecida Azevedo Amaral. Qual que é o outro?
P/1 - Local de nascimento e data.
R/1 - Nasci em Teófilo Otoni, em 27/05/78.
P/1 - E qual que é a sua função aqui na Companhia, Alessandra?
R/1 - De trabalho com técnico químico na área de qualidade segurada.
P/1 - E no que consiste a sua função aqui? Qual... como é o seu trabalho?
R/1 - Hoje a minha rotina consiste em acompanhar as análises de fabricação, acompanhar o processo, identificar os problemas, reportar isso pra área. Também faço parte do pilar gente gestão onde eu sou facilitadora, eu participo das reuniões, discuto o que pode ser melhorado, reporto isso pra área, e também trabalho com (?) à rotina, né, discussão de negócio, autorização de farol, atas de reunião...
P/1 - E você falou que você identifica no seu trabalho os problemas da linha de produção, é isso? Ou da produção...
R/1 - É, do processo de fabricação. Faço as análises de nitrogênio, foam(?), iodo, né, são itens de controle, itens de controles liberatórios que eu meço e reporto pra área para eles estarem medindo como está o nível de qualidade deles, pra eles por exemplo verem o que eles vão ter que diminuir, o que eles vão ter que aumentar, entendeu?
P/1 - Ah tá. E aqui nessa unidade, quais são os principais setores? Né, da filial Minas, setores que você tem contato...
R/1 - Ta. Dentro da minha função ou dentro da minha área?
P/1 - Dentro da sua função, dentro da sua...
R/1 - Dentro da minha área, hoje eu me comunico muito com a fabricação, que é dentro da área de cerveja, né, onde que está focada as minhas análises. E também com a área de gente por causa do pilar gente...
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P/1 - Bom dia, Alessandra.
R/1 - Bom dia.
P/1 - Pra começar, eu queria que você dissesse seu nome completo, local e data de nascimento.
R/1 - Meu nome é Alessandra... ai gente, eu vou ter que falar o Aparecida?
P/1 - Tanto faz. Seu nome completo.
R/1 - Tá. Meu nome é Alessandra Aparecida Azevedo Amaral. Qual que é o outro?
P/1 - Local de nascimento e data.
R/1 - Nasci em Teófilo Otoni, em 27/05/78.
P/1 - E qual que é a sua função aqui na Companhia, Alessandra?
R/1 - De trabalho com técnico químico na área de qualidade segurada.
P/1 - E no que consiste a sua função aqui? Qual... como é o seu trabalho?
R/1 - Hoje a minha rotina consiste em acompanhar as análises de fabricação, acompanhar o processo, identificar os problemas, reportar isso pra área. Também faço parte do pilar gente gestão onde eu sou facilitadora, eu participo das reuniões, discuto o que pode ser melhorado, reporto isso pra área, e também trabalho com (?) à rotina, né, discussão de negócio, autorização de farol, atas de reunião...
P/1 - E você falou que você identifica no seu trabalho os problemas da linha de produção, é isso? Ou da produção...
R/1 - É, do processo de fabricação. Faço as análises de nitrogênio, foam(?), iodo, né, são itens de controle, itens de controles liberatórios que eu meço e reporto pra área para eles estarem medindo como está o nível de qualidade deles, pra eles por exemplo verem o que eles vão ter que diminuir, o que eles vão ter que aumentar, entendeu?
P/1 - Ah tá. E aqui nessa unidade, quais são os principais setores? Né, da filial Minas, setores que você tem contato...
R/1 - Ta. Dentro da minha função ou dentro da minha área?
P/1 - Dentro da sua função, dentro da sua...
R/1 - Dentro da minha área, hoje eu me comunico muito com a fabricação, que é dentro da área de cerveja, né, onde que está focada as minhas análises. E também com a área de gente por causa do pilar gente gestão.
P/1 - Fala um pouquinho sobre esse pilar gente gestão que você é uma facilitadora, né? Que você falou... e em que consiste ser uma facilitadora?
R/1 - Tá, a gente tem o pilar gente gestão, onde a gente tem todos os itens por exemplo dentro da pirâmide de sustentabilidade que a gente tem que garantir pra ter aderência nesse pilar. Então, a gente tem os encontros todas as terças-feiras, onde tem a Clarice que é a dona do pilar, onde ela reporta as informações pra gente, o que é que está ruim na área, o que é que está... o que é que está bom, entendeu? E a gente como facilitador reporta isso pra área e desdobra. Então por exemplo, quando a gente tem... a gente está tendo problema com padronização, então a gente senta, discute que que está ruim dentro de padronização, que que tem que ser melhorado, traça o nosso plano de ação, eu vou na área, que é a qualidade segurada, reporto isso pra área, “ó, ta sendo discutido isso dentro do pilar. As ações são essas, os donos são esses, os donos são esses, os prazos são esses”, entendeu? Eu tenho que garantir que a informação está fluindo, entendeu? E que está sendo feito dentro da área. Porque, como a gente aqui tem vários pilares, de manutenção, qualidade, gestão, então com a fábrica aqui é muito grande, cada área tem seu representante, que é pra garantir que a informação está sendo desdobrada que cada área está tendo o gerenciamento dessas ações.
P/1 - E você sabe quais são os produtos que são fabricados aqui na Filial Minas ?
R/1 - Sei.
P/1 - Quais são?
R/1 - Hoje aqui na filial minas são: Cerveja Skol, Brahma, Antarctica, Antarctica Original, caracu na lata – que só fabrica na lata – tem refrigerante também, a gente fabrica Pepsi , Soda, Suquita, Guaraná Antarctica, o diet, Pepsi ...
P/1 - e pra onde vão esses produtos ? essa produção toda ?
R/1 - Pro nosso estado né, e as vezes ocorre de outra unidade não garantir a demanda dela e às vezes ser transferido produto.
P/1 - Um dos diferencias aqui da Filial Minas – na verdade, da grande parte das filiais da AmBev – é uma preocupação muito grande em relação ao meio ambiente, com relação a gestão ambiental. O que você sabe sobre isso? Sobre o que é feito pra manter esses parâmetros ?
R/1 - Aqui de gestão ambiental, tudo começa dentro da rotina da gente. Por exemplo, no laboratório: coleta seletiva, que tem que ser feita. A gente trabalha com reagentes químicos, por exemplo. Então, antes de descartar frascos, por exemplo, a gente tem que fazer uma lavagem no frasco, descartar em local adequado. Por exemplo, termômetro, a gente trabalha com mercúrio, quebra mercúrio, então você nnão pode jogar no lixo, tem um lugar próprio pra estar armazenando. Pilhas e baterias também. Isso está na nossa rotina. No mais, a gente também sabe, conhece a estação de tratamento. Não está ligado com a gente, a gente não faz descarte de produto químico, eu falo com a lavadora, ou a gente não descarta grande volume de cerveja. Então a gente não tem que ligar pra ETE pra avisar, mas a gente sabe dos procedimentos. Quando você vai fazer um descarte, você tem que ligar ETE pra avisar, porque isso pode impactar lá, entendeu? Então, esmo não estando ligada à nossa área, por que a gente não faz CIPE (?), não trabalha com produto em si, a gente também sabe dos procedimentos que tem que ter, que a gente tem que ligar. A área de meio ambiente também cuida do índice de água, então vazamentos, é estar ligando pra estar informando sobre vazamentos. Derramamento de óleo, por exemplo. Estar ligando pra conter o derramamento. Se tem um derramamento de produto químico também.
P/1 - Então, faz parte do cotidiano e da rotina de todo mundo?
R/1 - É. Dentro da nossa rotina, o que mais aplica é a coleta seletiva. É o armazenamento correto de mercúrio, de pilha, de baterias. Não posso jogar eles no lixo.
P/1 - E sobre a cultura AmBev, o que você destacaria da Cultura AmBev ? Que é uma cultura única.
R/1 - Olha, da cultura AmBev, tipo assim, eu acredito assim, que a gente está ... ela está no nosso dia-a-dia. Porque a gente tem uma rotina apertada. Quando fala que a gente tem que usar o tanque, por exemplo. Na nossa área, a gente passou alguns “tormentos” – vamos dizer assim – de estar se adequando, muitos novatos, então tem que se desdobrar. Então quando você fala “usar o tanque reserva” é isso mesmo, tirar gás de algum lugar pra não deixar de cumprira rotina, pra não deixar de fazer o que tem que fazer, entendeu. Sobre a cultura também, que eu acredito ... das pessoas, que acredita que nós temos as melhores pessoas. “Gastar fora os sapatos”, quando fala sobre “gastar fora os sapatos” é correr atrás realmente do resultados, a gente muitos desafios. A nossa área tem problemas como toda outra, mas é dar o gás mesmo que a gente tem que dar pra conseguir bater as metas e quando a gente tem problemas também tentar resolver.
P/1 - Você falou em desafios, né ? Qual teria sido um grande desafio que você tenha passado nesses anos de casa ?
R/1 - Nossa,desafio ? Olha, assim, é bom que tem mais de um, né? Desde quando eu entrei aqui, o meu primeiro desafio foi quando eu logo entrei aqui, eu estava saindo de estagiária e passaram pra líder de CGA, isso pra mim é o máximo, porque a AmBev é a primeira empresa em que eu trabalhei. Então é ... me dar essa função, essa atividade, e delegar isso, sendo que tinha tantas outras pessoas experiências, foi muito importante pra mim, primeiro que eu pude aprender um monte de coisa, adquirir bastante conhecimento. Foi um desafio realmente. Depois veio a migração do “Drive T” pro “People Soft” e SDOC (?) pro SGP, também foi uma coisa que colocaram na minha mão e eu acho justo, porque eu tive um desempenho bom dentro da gestão de célula e que foi um trabalho que a gente fez - não só eu mais outras pessoas – eu coordenando, que também foi um desafio. Que mais ? Quando a Cláudia também me deu o produto IFQ pra tomar conta ... eu acho assim, tem coisas dentro do dia-a-dia da gente que se tornam um desafio porque é algo a mais. Porque eu já tenho uma rotina que eu tenho que cumprir prazos, que eu tenho que cumprir agendas, e ainda “toma, isso aqui é seu, tem que dar resultado, gerencia.” Por exemplo, o pilar gente gestão, a Cláudia fala “ó, eu quero que você mexa com a gestão do laboratorio, porque é importante, você tem capacidade. Toma, o produto é seu.” Então, isso é um desafio porque primeiro, a pessoa está confiando em você, ela acredita em você, e você tem que dar um gá a mais. Eu não fico só por conta de pilar, eu tenho toda uma rotina que eu tenho que cumpri-la e paralelo a isso tem o pilar ...
P/1 - Acumula, né ?
R/1 - É.
P/1 - E Alessandra, o que você acha dessa preocupação da AmBev de resgatar a sua história através de seus funcionários ?
R/1 - É uma maneira de valorizar as pessoas. A gente tem, igual por exemplo, eu trabalho aqui há sete anos. Você vê pessoas aí com 25 anos de casa, 20 anos... lá no laboratório, por exemplo, a gente tem duas pessoas com ... assim, mais ou menos nessa faixa. Eu acho que é uma maneira de valorizar essas pessoas e de motivar inclusive outras. Quando você está reconhecendo essas pessoas, dizendo que elas foram importantes, que elas deixaram marcado ali o nome delas, que elas contribuíram de alguma maneira, acho que é uma maneira de valorizá-las.
P/1 - E o que você acha de ter dado o seu depoimento aqui pro projeto ?
R/1 - Ah, eu fiquei um pouco assustada ... [risos] igual eu te falei lá fora “quem colocou meu nome ?” [risos] Porque ... e ao mesmo tempo feliz, né? Porque a nossa área é grande e de repente “sobe lá e vai dar seu depoimento”. Fiquei feliz. Um pouco nervosa, um pouco constrangida, mas feliz também de estar participando.
P/1 - Então, pra encerrar, você gostaria de deixar algum recado pros seus colegas de outras filiais, pras pessoas que tiverem acesso ao seus depoimento, da AmBev. O que você gostaria de deixar registrado aqui ?
R/1 - Olha, desse período que eu tive aqui na AmBev, que eu estou na AmBev, eu tive altos e baixos, acho que como qualquer outra pessoa, épocas que você está mais motivado, épocas que você está menos motivado. Mas assim, eu acredito na empresa que eu trabalho. Acredito por quê ? Eu acredito naquilo que eu faço. Têm pessoas que estão aqui comigo que me estimulam a dar resultados e eles não são em vão. Entendeu? E é isso. E eu acho que eu busco ... a AmBev me deu motivos pra crescer. Eu entrei na AmBev como estagiária, vou buscar uma faculdade. Ter chance de ir pra outra área, ter chance de ir pra outra unidade, ou seja, de crescer profissionalmente, crescer como pessoa. Então assim, eu acredito nisso que eu estou fazendo, não só por beneficio da empresa mais meu também E eu acho que vale a pena você depositar credibilidade aqui sim. Eu, por exemplo, tive bastante retorno, em todos os campos: financeiro, enquanto pessoa, enquanto profissional, apesar dos altos e baixos que fazem parte.
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