Adnan Marcos da Silva, brasileiro e mineiro, com muito orgulho, natural da pequena e bela cidade de Santa Bárbara, distante 100 km da capital Belo Horizonte. Nascido em 08 de maio de 1971, é um taurino que não corresponde à maioria das ditas características do signo. Viveu sua infância em Santa Bárbara e aos 10 anos de idade mudou-se, acompanhando a família, para a cidade de Rio Piracicaba, onde viveu sua adolescência, aprendeu a respirar ar puro e a conviver com a natureza das montanhas de Minas Gerais. Aos 15 anos retornou a Santa Bárbara e dois anos depois, foi classificado no concurso da Companhia Energética do Estado, técnico em eletrotécnica; estudou na escola profissionalizante da empresa em Sete Lagoas por seis meses e passou a exercer a profissão de Operador de Usinas na Usina Hidrelétrica e Estação Ambiental de Peti, localizada na divisa de sua cidade, Santa Bárbara e de São Gonçalo do Rio Abaixo, onde viveu parte de sua juventude. No trabalho técnico e de supervisão em turnos diurnos e noturnos na citada hidrelétrica, teve tempo de se embrenhar pelo mundo literário, e conhecer as coleções de grandes escritores como Fernando Sabino, sua maior influência, além de Carlos Drummond de Andrade, Ferreira Gullar, Mário Quintana e outros gigantes da literatura brasileira, que o inspiraram a escrever suas primeiras poesias, seu primeiro romance e a se apaixonar pela escrita dos contos de ficção. Casado e pai de duas filhas, lançou de forma independente, através da plataforma “Clube de Autores”, seus quatro livros publicados, a saber: Um bom dia para morrer - Contos de rock’n’roll e morte; Contos de Belo Horizonte; O monte sem fim - Antologia de contos; além do grande projeto “Cem coisas para se amar em cada estado do Brasil”, do qual foi o idealizador, baseando-se em seu poema, “Cem coisas para se amar em Minas Gerais”, onde convidou outros 26 autores, um de cada estado do Brasil, e que relacionaram cem coisas para...
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Adnan Marcos da Silva, brasileiro e mineiro, com muito orgulho, natural da pequena e bela cidade de Santa Bárbara, distante 100 km da capital Belo Horizonte. Nascido em 08 de maio de 1971, é um taurino que não corresponde à maioria das ditas características do signo. Viveu sua infância em Santa Bárbara e aos 10 anos de idade mudou-se, acompanhando a família, para a cidade de Rio Piracicaba, onde viveu sua adolescência, aprendeu a respirar ar puro e a conviver com a natureza das montanhas de Minas Gerais. Aos 15 anos retornou a Santa Bárbara e dois anos depois, foi classificado no concurso da Companhia Energética do Estado, técnico em eletrotécnica; estudou na escola profissionalizante da empresa em Sete Lagoas por seis meses e passou a exercer a profissão de Operador de Usinas na Usina Hidrelétrica e Estação Ambiental de Peti, localizada na divisa de sua cidade, Santa Bárbara e de São Gonçalo do Rio Abaixo, onde viveu parte de sua juventude. No trabalho técnico e de supervisão em turnos diurnos e noturnos na citada hidrelétrica, teve tempo de se embrenhar pelo mundo literário, e conhecer as coleções de grandes escritores como Fernando Sabino, sua maior influência, além de Carlos Drummond de Andrade, Ferreira Gullar, Mário Quintana e outros gigantes da literatura brasileira, que o inspiraram a escrever suas primeiras poesias, seu primeiro romance e a se apaixonar pela escrita dos contos de ficção. Casado e pai de duas filhas, lançou de forma independente, através da plataforma “Clube de Autores”, seus quatro livros publicados, a saber: Um bom dia para morrer - Contos de rock’n’roll e morte; Contos de Belo Horizonte; O monte sem fim - Antologia de contos; além do grande projeto “Cem coisas para se amar em cada estado do Brasil”, do qual foi o idealizador, baseando-se em seu poema, “Cem coisas para se amar em Minas Gerais”, onde convidou outros 26 autores, um de cada estado do Brasil, e que relacionaram cem coisas para se amar em seu estado natal. Atualmente aposentado de suas funções na companhia energética, vive alguns dias em Belo Horizonte, alguns dias em Santa Bárbara, dedica seu tempo à família, e se divide entre seus grandes prazeres: escrever, ouvir música, de preferência o bom e velho rock’n’roll; e a desbravar as estradas de terra da região da Serra do Espinhaço, da Estrada Real e do médio Piracicaba, tudo isso em companhia dos amigos e de uma boa cerveja gelada.
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