Adel Volcir da Cunha Trindade, eu nasci a primeiro de agosto de 1953, em Santa Cruz do Sul.
O meu ingresso foi através de um concurso público, em 1974. Eu entrei como auxiliar de escritório.
Fiquei dez anos como auxiliar de escritório, depois passei para técnico de contabilidade I, porque eu já tinha formação técnica contábil, e, posteriormente, técnico em contabilidade II, através de promoção. Tenho trinta e três anos de empresa.
Mudou muita coisa. Nós mesmos, da área contábil, antigamente, éramos somente pessoal próprio. Hoje nós temos colegas contratados. Trabalhamos um bom período no mesmo prédio, depois tivemos, na área contábil também, pessoal de engenharia na gerência. Hoje voltou a ser só pessoal da área de contabilidade e o gerente é contador, o Mário Alberto Gislene. O substituto também é contador. Teve a própria ampliação da Refap. Passamos por duas ampliações, a Unidade 50, no período de 1978 a 1990, e agora essa ampliação das novas unidades que vai aumentar a capacidade em quase 100% da Refinaria.
A área ecológica já existia quando entrei. O que não existia aqui eram os animais, mas as árvores frutíferas e nativas, todas elas já estavam aqui. Teve um reflorestamento feito em um período posterior a minha entrada, quando plantaram os eucaliptos lá no Horto Florestal. Mas todas as frutíferas já tinham, depois foram feitas novas plantações. Temos vários tipos de frutíferas: laranja comum e de umbigo, bergamota ou tangerina para alguns, abacate, ameixa, butiá, pêra, goiaba. Limão também, pêssego, caqui, manga. É uma área grande, são vários hectares e está aí à disposição. Araçá também tem. Essas frutas estão aí a disposição do pessoal, que pode pegar à vontade. Os animais chegaram há uns 12 anos atrás. Foi feita uma experiência para o corte de grama e, primeiramente, colocaram as ovelhas. Ajudou bastante, mas mesmo assim, teve que continuar com o corte, através do pessoal...
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Adel Volcir da Cunha Trindade, eu nasci a primeiro de agosto de 1953, em Santa Cruz do Sul.
O meu ingresso foi através de um concurso público, em 1974. Eu entrei como auxiliar de escritório.
Fiquei dez anos como auxiliar de escritório, depois passei para técnico de contabilidade I, porque eu já tinha formação técnica contábil, e, posteriormente, técnico em contabilidade II, através de promoção. Tenho trinta e três anos de empresa.
Mudou muita coisa. Nós mesmos, da área contábil, antigamente, éramos somente pessoal próprio. Hoje nós temos colegas contratados. Trabalhamos um bom período no mesmo prédio, depois tivemos, na área contábil também, pessoal de engenharia na gerência. Hoje voltou a ser só pessoal da área de contabilidade e o gerente é contador, o Mário Alberto Gislene. O substituto também é contador. Teve a própria ampliação da Refap. Passamos por duas ampliações, a Unidade 50, no período de 1978 a 1990, e agora essa ampliação das novas unidades que vai aumentar a capacidade em quase 100% da Refinaria.
A área ecológica já existia quando entrei. O que não existia aqui eram os animais, mas as árvores frutíferas e nativas, todas elas já estavam aqui. Teve um reflorestamento feito em um período posterior a minha entrada, quando plantaram os eucaliptos lá no Horto Florestal. Mas todas as frutíferas já tinham, depois foram feitas novas plantações. Temos vários tipos de frutíferas: laranja comum e de umbigo, bergamota ou tangerina para alguns, abacate, ameixa, butiá, pêra, goiaba. Limão também, pêssego, caqui, manga. É uma área grande, são vários hectares e está aí à disposição. Araçá também tem. Essas frutas estão aí a disposição do pessoal, que pode pegar à vontade. Os animais chegaram há uns 12 anos atrás. Foi feita uma experiência para o corte de grama e, primeiramente, colocaram as ovelhas. Ajudou bastante, mas mesmo assim, teve que continuar com o corte, através do pessoal de empresa contratada. Passamos a ter ovelhas, depois pato, marreco, ganso. Vieram também as capivaras, as galinhas – tem a galinha comum e a galinha d’angola –, o pavão, que se reproduz bem aqui; hoje temos uns 20 pavões ou mais. Já tivemos também um casal de cisnes, mas infelizmente faleceram. Agora resolveram diminuir o número desses animais. Hoje, a gente só tem três ovelhas – duas fêmeas e um macho –, os patos, os marrecos e os 20 pavões. Mas a intenção parece que não é ficar com eles, não sei. Isso depende da gerente responsável por essa parte. Toda essa área verde era da Fazenda Brigadeira, que tinha suas árvores frutíferas, silvestres que continuam aí. Muitas dessas árvores já estavam aqui e foram preservadas. O que está faltando para algumas é um tratamento, uma poda, uma limpeza, porque se formos ver, têm muitas com erva-de-passarinho, que destrói árvores.
O fato mais importante e marcante para mim, até hoje, foi a famosa greve de 1995, quando a gente ficou 35 dias parados. Nesse período tivemos a convivência com colegas que normalmente se viam muito pouco, não se conhecia; passamos a conviver naquele período. Foi algo que, para quem participou, marcou para o resto da vida.
Sempre fui sindicalizado. No sindicato, eu já fui do Conselho Fiscal; sempre no Conselho Fiscal por causa da área contábil. E aqui dentro depois eu participei do Cepe, o Clube dos Empregados. Participei da direção do Cepe em várias ocasiões, do Grupo Escoteiro que o Cepe tem, também participei. São coisas que, no dia-a-dia, a gente participa no que der para ajudar, tantos os colegas como a própria Empresa.
Hoje está bem melhor do que há anos atrás. E esse melhor, é melhor mesmo. Porque é fácil o acordo para fecharmos os dissídios, então não tem aquela richa como antigamente, não só a Empresa Refap S.A. como a própria Petrobras, via FUP. Então está fácil, mas eu acho que é salutar um pouquinho mais de briga. Sinto falta porque a gente sabe que vai ganhar mais alguma coisa.
Eu gostei. É interessante. Me pegou de surpresa, mas tudo bem
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