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Por: Museu da Pessoa, 26 de janeiro de 2005

A vida pode ficar melhor!

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A vida pode ficar melhor!

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Paulo César dos Santos, nasci em Caçapava, em dois de dezembro de 1962.

O meu ingresso na Petrobras foi um ano depois que saí da Escola Técnica em 1983. Fiz concurso público em São Paulo. Ao ingressar na Companhia, passei três meses treinando, fazendo um curso em São Sebastião do Passé, um mês no Rio de Janeiro. E depois já assumi em Garoupa, onde trabalho até hoje na área de instrumentação.

Tive preparação específica na Área de Instrumentação Pneumática. Vim direto para Garoupa. Trabalhamos seis meses em terra, em documentação, preparando documentação da unidade. Quando foi montado o módulo definitivo, em 1984, comecei a embarcar e estou na unidade até hoje.

Embarquei quando o módulo definitivo já estava montado, em meados de 1984. No início, é tudo muita novidade, era jovem ainda, tudo era muito grande. Tinha um flotel do lado. A gente dormia no flotel e trabalhava na plataforma. Não teve muita dificuldade porque era muita novidade, muita coisa grande, muita coisa. Tudo que você olhava era muito grandioso, tudo muito novo, a expectativa de entrar em produção, tudo isso consumia o seu tempo. As dificuldades do regime de trabalho apareceram cerca de um ou dois anos depois. Até passou um período de turbulência, depois estabilizou, acostumou com o regime de trabalho. Hoje, eu acho que nem se acostuma mais com outro. Acho que a expectativa era mais das pessoas que estavam fora do ambiente de trabalho, para saber o que era isso aqui. As pessoas não imaginavam o que era. Então, eu acho que a nossa expectativa se formava mais pela curiosidade das pessoas que conviviam com a gente. Você tinha que explicar o que era; hoje em dia é mais divulgado. As pessoas tinham pouco conhecimento do que era isso aqui. Até hoje não entendem muito bem que isso é uma cidade. À noite, se você olhar, você vê uma cidade, com luz, tudo aceso. Acho que o que cativou mesmo foi mais a curiosidade de outras pessoas no sentido de saber o que...

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