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Sou uma mulher resiliente, eu tive uma infância doce e feliz até uma certa idade, a parte feliz era sempre na casa da minha avó materna, todos os eventos em família eram através dela, ela era a ponte, sempre foi uma alegria conviver com todos os primos e tios, aniversários regados a ótimas comidas e muito samba, natais recheados de amor e inocência. Os lados obscuros ficaram adormecidos. A doce infância passou e veio a pré adolescência, junto com essa fase veio a separação dos meus pais, em torno ali dos meus 10 pra 11 anos, nesse período passei dificuldades e uma delas foi não ter o que comer em variados dias e noites, fase triste que passei ao lado da minha irmã do meio, serviu para moldar o nosso caráter lá na frente. Ainda nessa fase eu me tornei muito mais simpática, falante e alegre, engraçado, né? Não deveria! Mas eu fui melhorando como pessoa a cada perda, tristezas ou mudança de idade, as responsabilidades foram chegando muito cedo na minha vida, eu já trabalhava fazendo alguns bicos, sempre tendo em particular alguns dos meus tios ao meu lado e amigos queridos que tenho até hj, mas foi nesse período de transição para a adolescência que eu sofri um pouco mais, esse sofrimento foi um pouco mais profundo, veio outro abuso, aqui já ficou claro o lado obscuro no início do texto, né? Esse foi o pior, até pq os outros ficaram bloqueados na minha mente até a fase adulta, foi um único dia que eu senti a morte no meu corpo, vindo de um meio familiar, mas que também me moldou pra ser a mulher que futuramente iria me tornar. Cheguei a época do famoso segundo grau, junto com ele o primeiro namoradinho, muito amor e sonhos, uma menina com os seus 14 anos apenas querendo viver e ser feliz, mas a vida não é um morango e após o diploma do ensino médio eu já fui para o meu primeiro emprego de carteira assinada, ele me deu um padrão e me salvou da fome, eu já tinha obrigações em casa com a minha mãe, todos os irmãos já tinham...

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Palavras-chave: legado

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