Facebook Informações Ir direto ao conteúdo

Nasci em junho de 1988, de pai e mãe cariocas que se conheceram aqui em Brasília, onde nasci e vivi todos os meus treze anos. Minha mãe é funcionária pública, já deu aula de história e está fazendo direito. Meu pai é analista de sistema e muito bom em matemática.

Durante meus primeiros oito anos morei em um apartamento de três quartos na Asa Norte, um lugar aconchegante, meu quarto era dividido entre minha irmã e eu, 2º andar, uma cortina fina e branca, estante cheia de bichinhos de pelúcia, uma escrivaninha comprida com dois lugares para cadeira e quatro gavetas.

Eu sou a prima mais velha, e quando eu era um pouco mais nova eu adorava ler historinhas e brincar com as minhas primas, mas ultimamente não o tenho feito mais, por que já não sou mais uma criança, agora eu costumo andar com minhas amigas.

Até o jardim três eu estudei no Branca de Neve, não me lembro muito de como era lá, da 1ª até a 6ª série eu estudei no INDI (Lago Norte) um colégio que estimula bastante nossa criatividade, as pessoas são muito amigas, a diretora, Júlia Passarinho é animada, divertida, daquelas que todos os alunos cumprimentam e de quem ninguém tem medo. Eu fiz a 7ª e estou fazendo a 8ª no CECAN.

Eu era uma pessoa muito organizada, ansiosa, preocupada, risonha e muito tímida. Eu continuo tímida e risonha. Tem uma brincadeira que eu chamo de "finge" nunca gostei desta brincadeira, é aquela em que tudo é de mentira, as crianças fingem que são grandes, fingem que estão em um castelo e etc. Eu prefiro jogos. Uma pessoa que não podia deixar de citar aqui, alguém que jamais irei esquecer, minha melhor amiga da infância, ela estudou comigo no Branca de Neve, Tawanna, eu me lembro que nós dizíamos que éramos amigas fiéis por causa de um quadro meu que tinha escrito: "Amigo fiel é para toda hora", nem ao menos sabíamos o que era "fiel". Eu queria ser veterinária quando era menor, ultimamente tenho pensado em fazer odontologia e moda.

Eu...

Continuar leitura

O Museu da Pessoa está em constante melhoria de sua plataforma. Caso perceba algum erro nesta página, ou caso sinta falta de alguma informação nesta história, entre em contato conosco através do email atendimento@museudapessoa.org.

Histórias que você pode gostar

Transformando a dor em alegria
Texto

Eduardo Cômodo Valarelli

Transformando a dor em alegria
Ganhar a Copa do Mundo não muda o Brasil
Vídeo Texto

Raí Souza Vieira de Oliveira

Ganhar a Copa do Mundo não muda o Brasil
Um menino chamado Innocente
Texto

Celso Aparecido Innocente

Um menino chamado Innocente
Uma vida voltada para a música
Vídeo Texto
fechar

Denunciar história de vida

Para a manutenção de um ambiente saudável e de respeito a todos os que usam a plataforma do Museu da Pessoa, contamos com sua ajuda para evitar violações a nossa política de acesso e uso.

Caso tenha notado nesta história conteúdos que incitem a prática de crimes, violência, racismo, xenofobia, homofobia ou preconceito de qualquer tipo, calúnias, injúrias, difamação ou caso tenha se sentido pessoalmente ofendido por algo presente na história, utilize o campo abaixo para fazer sua denúncia.

O conteúdo não é removido automaticamente após a denúncia. Ele será analisado pela equipe do Museu da Pessoa e, caso seja comprovada a acusação, a história será retirada do ar.

Informações

    fechar

    Sugerir edição em conteúdo de história de vida

    Caso você tenha notado erros no preenchimento de dados, escreva abaixo qual informação está errada e a correção necessária.

    Analisaremos o seu pedido e, caso seja confirmado o erro, avançaremos com a edição.

    Informações

      fechar

      Licenciamento

      Os conteúdos presentes no acervo do Museu da Pessoa podem ser utilizados exclusivamente para fins culturais e acadêmicos, mediante o cumprimento das normas presentes em nossa política de acesso e uso.

      Caso tenha interesse em licenciar algum conteúdo, entre em contato com atendimento@museudapessoa.org.

      fechar

      Reivindicar titularidade

      Caso deseje reivindicar a titularidade deste personagem (“esse sou eu!”),  nos envie uma justificativa para o email atendimento@museudapessoa.org explicando o porque da sua solicitação. A partir do seu contato, a área de Museologia do Museu da Pessoa te retornará e avançará com o atendimento.