A MORTE NÃO É O FIM, É O COMEÇO DE OUTRA VIDA.
Dia 20 de fevereiro de 2.018. Eram mais ou menos 20 horas, eu estava num jogo de cartas com meus amigos, quando comecei a me sentir mal. Um suor frio que molhava meu rosto. Pedi para meu filho me substituir no jogo e tomei água e tentei descansar num sofá. Quando vi que não estava bem, peguei o carro e fui até a lanchonete de meu filho. Lá encontrei minha filha Juliana, que tem curso de técnica em enfermagem. Ela me olhou e me levou para o Pronto Socorro o mais rápido possível. Chegando lá, após os exames de rotina, me disseram que eu estava tendo um enfarto. Como não tinha uma UTI disponível, foi improvisada uma e fui medicado. Me falaram que se eu resistisse ao medicamento, seria transferido para um outro hospital. Como por milagre, agendaram internamento no Hospital Dona Helena em Joinville e conseguiram uma ambulância para fazer o transporte. Cheguei no Hospital Dona Helena pela manhã do dia 21. Fiquei num quarto isolado por uns doze dias mais ou menos, recebendo tratamento e esperando para fazer um cateterismo. Realizado esse exame, o diagnóstico é que eu estava com minhas artérias entupidas e que somente uma cirurgia podia resolver. Fiquei mais alguns dias me preparando para a tal cirurgia. Dia 06 de março, me levaram para o centro cirúrgico. A partir desse dia, passei a ter alucinações e devaneios. Eu vivi momentos inesquecíveis, era como se meu espírito saísse de meu corpo e andasse por lugares nunca visto antes. Serras enormes com seus paredões cheios de flores de todas as cores, pássaros voando junto comigo. Vi muitas pessoas que já estavam mortas. Recebi muitas visitas de amigos já falecidos e também de pessoas que ainda estavam vivas. A experiência mais louca e fantástica foi quando me colocaram deitado em uma mesa num local totalmente coberto por lençóis brancos e um médico estava fazendo vários clones meu. Na minha mente, eu fique ali por vários meses, e foram...
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A MORTE NÃO É O FIM, É O COMEÇO DE OUTRA VIDA.
Dia 20 de fevereiro de 2.018. Eram mais ou menos 20 horas, eu estava num jogo de cartas com meus amigos, quando comecei a me sentir mal. Um suor frio que molhava meu rosto. Pedi para meu filho me substituir no jogo e tomei água e tentei descansar num sofá. Quando vi que não estava bem, peguei o carro e fui até a lanchonete de meu filho. Lá encontrei minha filha Juliana, que tem curso de técnica em enfermagem. Ela me olhou e me levou para o Pronto Socorro o mais rápido possível. Chegando lá, após os exames de rotina, me disseram que eu estava tendo um enfarto. Como não tinha uma UTI disponível, foi improvisada uma e fui medicado. Me falaram que se eu resistisse ao medicamento, seria transferido para um outro hospital. Como por milagre, agendaram internamento no Hospital Dona Helena em Joinville e conseguiram uma ambulância para fazer o transporte. Cheguei no Hospital Dona Helena pela manhã do dia 21. Fiquei num quarto isolado por uns doze dias mais ou menos, recebendo tratamento e esperando para fazer um cateterismo. Realizado esse exame, o diagnóstico é que eu estava com minhas artérias entupidas e que somente uma cirurgia podia resolver. Fiquei mais alguns dias me preparando para a tal cirurgia. Dia 06 de março, me levaram para o centro cirúrgico. A partir desse dia, passei a ter alucinações e devaneios. Eu vivi momentos inesquecíveis, era como se meu espírito saísse de meu corpo e andasse por lugares nunca visto antes. Serras enormes com seus paredões cheios de flores de todas as cores, pássaros voando junto comigo. Vi muitas pessoas que já estavam mortas. Recebi muitas visitas de amigos já falecidos e também de pessoas que ainda estavam vivas. A experiência mais louca e fantástica foi quando me colocaram deitado em uma mesa num local totalmente coberto por lençóis brancos e um médico estava fazendo vários clones meu. Na minha mente, eu fique ali por vários meses, e foram feitos quatro clones. Tinha um que me lembrava dos tempos passados, quando eu tinha um vinte e quatro anos. Me vestiram com um terno xadrez que eu gostava muito. Estava com os cabelos cumpridos, não tinha nenhuma doença e nem mesmo aparecia as marcas da cirurgia que eu tinha feito em 2.003 quando fui operado de um câncer de estomago. Depois que terminaram de fazer meus clones, me colocaram num caminhão que parecia uma ambulância, só que era muito grande, parecia mais uma enfermaria. Eu e meus clones fomos transportados para Canoinhas. Eu queria sair e ir para casa, mais a médica que cuidava de mim não deixava ninguém chegar perto e disse que eu só sairia dali depois de pagar uma quantia muita alta. Então eu tive que ficar ali por muitos dias. Tinha muita sede e ninguém vinha me dar um pouco de água. Todas as noites eu saia de meu corpo e perambulava pelas ruas da cidade. Conversava com pessoas, via muitas aranhas, espíritos que pareciam nuvens negras. Eu queria sair, mais me sentia como que imobilizado, não conseguia mexer as mãos e nem as pernas. Pedia por socorro, mais ninguém aparecida. Queria apertar a companhia para chamar um enfermeiro, mais não tinha forças para isso. Quando estava um pouco sóbrio, lembro que rezava muito o pai nosso e ave Maria e santa Maria. Fazia exercícios mexendo os dedos e os pés. Fazia muito exercício de respiração. Chegou um dia que eu comecei a receber visitas, de minha companheira Beth e minha filha Magnólia. Lembro das visitas de minha filha Mirella, Alexandra, Juliano, Gabriela, Fernando e Fabiane, e de minha companheira Iria. Todos eram muito atenciosos comigo, só que eu tinha muita sede e eles não podia me dar água. Molhavam minha boca com gazes umedecida. Eu contava para eles que o médico tinha feito quatro clones e perguntava se eles tinham visto meus clones. Eu não gostava de ficar sozinho, pois quando isso acontecia, as aranhas apareciam e queriam me pegar. Eram muitas aranhas de todos os tamanhos, elas andavam pela parede do quarto e ameaçavam pular em cima de minha cama. Um dos meus clone, o médico estava utilizando para retirar órgãos dele para por em mim. Eu queria muito sair do hospital e pegar o meu clone mais novo, aquele com o terno xadrez. Eu não queria ficar naquele corpo todo cortado e doente. Me disseram que eu tinha me submetido a uma cirurgia do coração, feito quatro ponte de safena e uma mamária. Na realidade, eu fiquei internado por quase 39 dias. Para mim, foi como se eu tivesse ficado por uns nove meses. Hoje eu tenho certeza de que existe uma outra vida após a morte. O Mais incrível é que eu estava convencido de que tinha mais quatro clones. Cheguei até a conversar com o Dr. MARTIN que tinha feito minha cirurgia, agradecer pelos clones que ele tinha feito. Somente quando sai do hospital é que cai na realidade e que os clones tinham sido apenas uma imaginação minha. Lembro que assistia televisão e as pessoas que estavam apresentando os programas podiam conversar comigo. Assisti várias missas realizadas na televisão onde todos os meus filhos, genros, e netos rezavam para que eu me restabelecesse e ficasse bom. Foi realmente uma experiência incrível. Minhas saídas a noite, junto com os enfermeiros, eram fantásticas. A gente tinha que voltar e entrar no hospital escondidos para que os médicos não notassem. Tinha noite que eu chegava muito cansado e queria dormir. Eu não gostava de ficar sozinho e não queria dormir. Tinha medo de não acordar. Tinha muita dificuldade em me comunicar com enfermeiros e até mesmo com minha mulher e minhas filhas. A voz não saia e ninguém entendia meus gestos. Pedi uma caneta e papel, mas não conseguia escrever. Eles me davam banho na cama. Lembro de uma manhã quando a enfermeira perguntou como eu estava e eu disse: \\\"estou todo cagado, mais estou feliz por estar vivo\\\". Eu gostava de todos os enfermeiros e enfermeiras, até mesmo quando eles ameaçavam me amarrar na cama, caso eu não ficasse quieto. Minha vontade era de fugir e ir para casa. Já tinha combinado tudo com uma enfermeira que tinha um carro. Eu ia pagar a ela cento e vinte reais para fugir do hospital. Depois eu soube que tudo era apenas mais uma das minhas imaginações . A experiência mais incrível foi quando estavam fazendo meus clones, e quando eu recebi, por duas vezes, a visita de uma mulher que dizia estar orando por mim. Quando já estava em casa, me restabelecendo, recebi a visita da mesma mulher. Ela disse que tinha orado muito por mim. Eu disse a ela, eu sei, você esteve por duas vezes me visitando e orando. Ela me olhou, nos abraçamos e choramos juntos. É incrível, não tem explicações para isso. Foram várias as vezes que eu saia do meu corpo e ficava vagando por lugares lindos, falando com pessoas conhecidas que já tinham falecido. Outras vezes eu via os espíritos de pessoas falecidas pairando sobre mim, enquanto os enfermeiros estavam me dando banho ou me limpando. Quando não eram os espíritos, era uma nuvem negra que se transformava em pessoas e ameaçavam cair em cima de mim. Chequei até a ver bilhetes escritos por meus tios que já tinham falecido. Eu queria que os enfermeiros lessem os bilhetes, mostrava para eles, mais eles diziam que era para mim não prestar muita atenção, que era apenas o efeito dos medicamentos que estava tomando. HOJE ESTOU ME SENTINDO BEM. DANDO MAIS VALOR AS PESSOAS, AOS ANIMAIS E TUDO O QUE NOS RODEIA, POIS TENHO A CERTEZA DE QUE EXISTE UMA OUTRA VIDA APÓS A MORTE. ESSA FOI A SEGUNDA EXPERIÊNCIA QUE TIVE. A PRIMEIRA FOI QUANDO TIVE O DIAGNOSTICO DE CÂNCER NO ESTOMAGO, EM 2.003. RECEBI A VISITA DE UM ANJO
DO SENHOR QUE DISSE PARA NÃO ME PREOCUPAR, QUE TUDO IRIA DAR CERTO. FIZ A CIRURGIA (RETIRADA TOTAL DO ESTOMAGO) E DEPOIS, QUANDO FUI LEVADO PARA O QUARTO, RECEBI A VISITA DE DOIS ANJOS QUE ME FAZIAM CURATIVOS.Sei que muitas pessoas vão duvidar do que narrei, mais o que importa mesmo é dar esse depoimento da experiência que tive. Quem sabe mais pessoas também façam o mesmo.
LUIZ NASCIMENTO CARVALHO - Escrivão Judicial Aposentado - Canoinhas/SC
Tel. 47-9.9976-6768 - e-mail luizncarvalho@hotmail.com.
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