Cláudio Carnevalli Junior nasceu em 17 de maio de 1970, em Santo André. Filho de uma dona de casa e de um metalúrgico da Volkswagen, passou a infância em São Bernardo do Campo.
Na sua infância, as brincadeiras eram poucas: pega-pega, futebol, esconde-esconde, soltar pipa e carrinho de rolimã. Sua brincadeira preferida era futebol: na época não tinha ginásio nem quadra, Cláudio e seus amigos procuravam um lugar plano num terreno vazio; alguns garotos pegavam madeiras, outros pregavam-nas para montar as traves e uns cortavam a grama e limpavam o terreno... Pronto Já podiam jogar futebol tranqüilos
Falando em tranqüilidade, as ruas do bairro onde Cláudio morava eram tranqüilas, porque passavam poucos carros e não tinha violência – não se via ladrões nem se ouvia falar em roubos.
O bairro só tinha uma escola que se chamava Flamínio. Por sorte abriu uma nova escola quando Cláudio ia para a 1ª série: o Kennedy. Ele estudou lá até a 8ª série. A mãe dele o levava e o buscava todos os dias a pé, pois o transporte escolar era muito caro
Cláudio fez curso técnico em Mecânica na Escola Técnica Estadual “Lauro Gomes”.
Aos 18 anos, serviu o Tiro de Guerra. Depois a Scania o contratou como estagiário. Quando se formou na ETE “Lauro Gomes” mandou vários currículos para empresas,algumas delas o chamaram, mas Cláudio foi para a Scania porque era mais perto de sua casa. Nessa época, ele estudava Engenharia em Santos.
Nos tempos de sua infância, Cláudio colecionava lápis de escrever de vários modelos e cores, que guarda até os dias de hoje.
As festas eram diferentes naquela época. As festas juninas, por exemplo, eram nas ruas: os moradores faziam fogueira, cada um levava um prato de comida típica e dançavam quadrilha. Hoje em dia poucas pessoas fazem isso...
Não existia Dia das Crianças. As crianças só ganhavam presentes no Natal e existiam só três tipos de brinquedos para meninos: Ferrorama, Autorama ou...
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Cláudio Carnevalli Junior nasceu em 17 de maio de 1970, em Santo André. Filho de uma dona de casa e de um metalúrgico da Volkswagen, passou a infância em São Bernardo do Campo.
Na sua infância, as brincadeiras eram poucas: pega-pega, futebol, esconde-esconde, soltar pipa e carrinho de rolimã. Sua brincadeira preferida era futebol: na época não tinha ginásio nem quadra, Cláudio e seus amigos procuravam um lugar plano num terreno vazio; alguns garotos pegavam madeiras, outros pregavam-nas para montar as traves e uns cortavam a grama e limpavam o terreno... Pronto Já podiam jogar futebol tranqüilos
Falando em tranqüilidade, as ruas do bairro onde Cláudio morava eram tranqüilas, porque passavam poucos carros e não tinha violência – não se via ladrões nem se ouvia falar em roubos.
O bairro só tinha uma escola que se chamava Flamínio. Por sorte abriu uma nova escola quando Cláudio ia para a 1ª série: o Kennedy. Ele estudou lá até a 8ª série. A mãe dele o levava e o buscava todos os dias a pé, pois o transporte escolar era muito caro
Cláudio fez curso técnico em Mecânica na Escola Técnica Estadual “Lauro Gomes”.
Aos 18 anos, serviu o Tiro de Guerra. Depois a Scania o contratou como estagiário. Quando se formou na ETE “Lauro Gomes” mandou vários currículos para empresas,algumas delas o chamaram, mas Cláudio foi para a Scania porque era mais perto de sua casa. Nessa época, ele estudava Engenharia em Santos.
Nos tempos de sua infância, Cláudio colecionava lápis de escrever de vários modelos e cores, que guarda até os dias de hoje.
As festas eram diferentes naquela época. As festas juninas, por exemplo, eram nas ruas: os moradores faziam fogueira, cada um levava um prato de comida típica e dançavam quadrilha. Hoje em dia poucas pessoas fazem isso...
Não existia Dia das Crianças. As crianças só ganhavam presentes no Natal e existiam só três tipos de brinquedos para meninos: Ferrorama, Autorama ou bicicleta. Atualmente os garotos “amam” jogar videogame, mas Cláudio conheceu videogame só com 15 anos: o Atari – primeiro videogame de que se lembra.
Nos tempos em que Cláudio era criança, as pessoas só bebiam refrigerante (Tubaína) aos domingos – isso se tivessem dinheiro – pois era um dia especial para todos, porque as famílias se reuniam. Hoje em dia nós bebemos refrigerante quase todos os dias
Onde hoje é o CENFORPE na infância de Cláudio havia uma fazenda que diziam por aí que era mal assombrada. As crianças, curiosas, queriam entrar na fazenda para conhecê-la melhor, pois queriam saber se era verdade o que falavam das almas dos escravos mortos que ali viviam há muitos anos atrás, na época da escravidão. Cláudio recorda que um amigo o convidou para entrar na fazenda, mas ele não entrou porque estava com muito, muito medo Mas seu amigo entrou assim mesmo, de fininho. Você não imagina o que o menino viu... Um “fantaaaaasma” O garoto ficou branco, saiu correndo como um jato e nunca mais entrou na fazenda
O tempo passou, algumas partes da fazenda foram vendidas para alguns investidores – entre eles, japoneses que transformaram sua parte em um campo de beisebol.
Hoje em dia, Cláudio, já adulto, é casado e tem dois filhos, Victor e Gabriela, que estudam na escola que foi construída onde era o campo de beisebol: a EMEB do CENFORPE.
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