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Por: Museu da Pessoa, 20 de outubro de 2004

A cooperativa mudou a perspectiva

Esta história contém:

P1 – Antônio, bom dia. Você poderia começar falando seu nome completo, local e data de nascimento, por favor?

R – Eu sou Antônio Carlos Bélich de Souza Leão. Nasci em Fortaleza, no dia 9 de junho de 1953.

P1 – Antônio, você poderia contar um pouco da sua trajetória profissional até o contato com o CDI [Comitê para Democratização da Informática]?

R – Eu me formei em Administração de Empresas na Universidade Federal do Pará. Tive na carreira profissional um início no supermercado Pão de Açúcar durante dois anos numa atividade administrativa na área de materiais. E depois estive na Sotrec, um revendedor Caterpillar. E durante 12 anos trabalhei na Sotrec também na área de materiais, na área de controle de estoque. E nesse meio tempo, durante esses 12 anos, eu, por três anos, gerenciei uma filial em Serra do Navio, no Amapá e junto à Icomi que explorava minério de manganês em um projeto fantástico e maravilhoso, apesar de ficar uma imagem de, um descaso social que a Icomi me deixou. Ela explorou o minério e não deixou nada pra população. Mas, de qualquer forma, como projeto desenvolvimentista da Amazônia foi um negócio fantástico. E depois desse tempo na Sotrec, eu fui pra Barcarena, num contato com a (Olbrach?), num trabalho comunitário de uma empresa comunitária durante um ano e meio, mais ou menos. A empresa não teve continuidade e junto com as pessoas de lá, nós formamos a COOPSAI [Cooperativa de Serviços Agroflorestais e Industriais], que estamos até hoje, durante dez anos. A COOPSAI faz dez anos em janeiro. E iniciamos com 70 trabalhadores locais na formação da cooperativa e hoje são mais de 230 que formam a cooperativa em trabalhos diversos dentro da região do Barcarena, principalmente na área social.

P1 – Você poderia explicar pra gente o surgimento, a atividade...

R – A COOPSAI surge em função da implantação da área fabril... da área industrial de Barcarena...

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Dados de acervo

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Projeto: Projeto Memória CDI

Realização: Instituto Museu da Pessoa

Entrevista de: Antônio Carlos Bélich de Souza Leão

Entrevistado por: Lídia Ferreira e Danilo Ferreira

Local: Belém do Pará.

Data: 20 de outubro de 2004

Código: CDI_TM028

Transcrito por: Ana Elisa Antunes Viviani

Revisado por: Bianca Araújo

P1 – Danilo Ferreira

P2 – Lídia Ferreira

P1 – Antônio, bom dia. Você poderia começar falando seu nome completo, local e data de nascimento, por favor?

R – Eu sou Antônio Carlos Bélich de Souza Leão. Nasci em Fortaleza, no dia 9 de junho de 1953.

P1 – Antônio, você poderia contar um pouco da sua trajetória profissional até o contato com o CDI [Comitê para Democratização da Informática]?

R – Eu me formei em Administração de Empresas na Universidade Federal do Pará. Tive na carreira profissional um início no supermercado Pão de Açúcar durante dois anos numa atividade administrativa na área de materiais. E depois estive na Sotrec, um revendedor Caterpillar. E durante 12 anos trabalhei na Sotrec também na área de materiais, na área de controle de estoque. E nesse meio tempo, durante esses 12 anos, eu, por três anos, gerenciei uma filial em Serra do Navio, no Amapá e junto à Icomi que explorava minério de manganês em um projeto fantástico e maravilhoso, apesar de ficar uma imagem de, um descaso social que a Icomi me deixou. Ela explorou o minério e não deixou nada pra população. Mas, de qualquer forma, como projeto desenvolvimentista da Amazônia foi um negócio fantástico. E depois desse tempo na Sotrec, eu fui pra Barcarena, num contato com a (Olbrach?), num trabalho comunitário de uma empresa comunitária durante um ano e meio, mais ou menos. A empresa não teve continuidade e junto com as pessoas de lá, nós formamos a COOPSAI [Cooperativa de Serviços Agroflorestais e Industriais], que estamos até hoje, durante dez anos. A COOPSAI faz dez anos em janeiro. E iniciamos com 70...

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