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Tudo começou a mais ou menos12 anos atrás, quando essa pequena pessoa entrou em nossas vidas, minha e de minha esposa Fabia, o médico marcou o dia do parto que seria no feriado seguinte, no dia 6 de junho de 1996, saímos do hospital contentes e na saída do prédio nos olhamos e nos questionamos: E agora?. Não sabíamos o que fazer. Seguimos, e enfim ela nasceu, a Fernandinha. Saímos do hospital com aquele pequeno bebê com mais uma questão: E agora? Novamente tivemos que aprender com as novidades. A fê, fefê, ou como carinhosamente eu a chamava nesta época a "Tico-tico" , pois quando a chamava por este carinhoso apelido ela me observava com os olhos mais vivos e mais lindos que eu já vi, foi crescendo maravilhosamente, em "todos" os aspectos; se transformou na "Menina mais linda do mundo" , este era um chavão meu para com ela, ou a "Menina dos cabelinhos de mola" quando eu exaltava o seu cabelo enroladinho, o seu sorriso é e sempre foi o mais lindo, ela sempre sorria ao ouvir estas coisas e isso era de mais.

Ela cresceu e começou a rabiscar suas primeiras impressões por meio de seus desenhos, vieram as primeiras letras, as primeiras palavras, e as primeiras cartas, lembro-me de uma bem simples que guardei em minha carteira por algum tempo, creio que ali estavam escritas palavras como "Eu te amo" com alguns "errinhos", mostrei a cartinha a ela por volta dos seus 9 ou 10 anos e ela me fez outra, esta que está comigo, como é bom ver que ela já conseguia expressar seus sentimentos: "...as vezes eu fico com raiva de você mais depois passa...", e mostrar-me o quanto confia em mim escrevendo nesta cartinha:..."pai você é uma das pessoas que eu posso contar..." . Fala a verdade isso não é bom demais.

Tenho sempre comigo a cartinha da minha filha.

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