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2012 é ano bissexto e começa num domingo. Há vários alertas sobre grandes catástrofes, como se elas fossem novidade. Mas desta vez estão exagerando um pouco: tempestades solares, apocalipse Maia, planetas errantes em rota de colisão com a Terra, e por aí afora.

Ano bissexto tem 366 dias e acontece a cada quatro anos para corrigir uma aproximação numérica dos dias que a Terra despende para dar uma volta em torno do Sol que, rigorosamente, são 365, 2422 dias solares, e não 365.

As previsões catastróficas obedecem à tendência pessimista, pensamentos sombrios que tanto freqüentam os noticiários por estarem presentes nas mentes das pessoas. Certamente muita coisa ruim irá acontecer, mas muito de bom também virá para equilibrar, é só olhar para os dias passados e a previsão haverá de se confirmar.

Será bom refletir sobre o que aconteceu na vida neste período que termina e o que poderemos fazer por ela para termos um ano novo renovado. Uma parte do futuro depende de nós, de nossa consciência e de nossos atos. Sempre haverá algo que possamos agregar. Acreditar que tudo está escrito é submeter-se à predestinação e eliminar a possibilidade de transformar o que está por vir.

O futuro está sempre sendo modificado por nossas atitudes em obediência a um ordenamento universal de causa e efeito. É certo que um dia iremos morrer, mas entre o do nascimento e o do desenlace fatal, todos os outros podem ser nossos se tomarmos as rédeas do destino, fugindo da predestinação, rompendo com a rotina, cárcere psicológico que transforma o futuro num suceder de dias que se repetem.

Ao término de um ano, da convenção temporal que adotamos para medir a sucessão de amanheceres que experimentamos na vida, devemos refletir sobre o futuro e auscultar em nossos corações o superior sentimento de esperança capaz de transformar a vida por nossa vontade. Que ela seja uma realidade no ano que se inicia e saibamos nos interessar mais por nós mesmos e...

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