Numa quinta-feira à noite, eu estava sozinha com a minha irmã mais velha, pois meus pais estavam trabalhando e eu tinha apenas 5 anos de idade. Minha mãe costumava guardar um pote de balas duras no armário, e naquele dia, enquanto minha irmã estava distraída, eu peguei uma cadeira, subi nela, peguei a bala e engoli diretamente. Porém, ela ficou presa na minha garganta e eu não conseguia respirar. Então, fui até minha irmã e ela, desesperada, ligou para meu pai. No entanto, ele não podia sair do trabalho, então telefonou para a comadre dele, que era enfermeira e morava na mesma rua que nós. Ela veio até nossa casa e conseguiu remover a bala da minha garganta. Depois desse incidente, nunca mais comi balas e até hoje tenho traumas relacionados a isso.