P – Boa tarde, Adriana.
R – Boa tarde.
P – Primeiramente eu gostaria de saber o seu nome completo, local e a data de nascimento.
R – Meu nome é Adriana Simões Silva, eu nasci no dia 10 de outubro de 1981, aqui em São Paulo mesmo, no Bairro do Jabaquara.
P – O que eu gostaria de saber é qual é a relação sua aqui com a Avenida Paulista?
R – Ah, eu acho que a Avenida Paulista é um lugar que mostra um pouco o que é São Paulo. Que mistura muita gente diferente. Assim, quando a gente anda pela avenida dá para ver que tem gente de todo lugar, todo bairro. Eu mesma moro super longe daqui, mas trabalho aqui. Então é um lugar que a gente se sente: "Eu estou em São Paulo." que você tem a certeza que está aqui nessa cidade mesmo.
P – Você vem de metrô?
R – Eu venho. Eu pego o trem em São Miguel, aí vou até o Brás. Pego, vou pulando de metrô em metrô até chegar aqui.
P – E você desce em que metrô?
R – Eu desço na Estação Consolação.
P – E qual local da Paulista você mais gosta?
R – Ah, eu gosto muito ali do Trianon, do Masp, do Parque Trianon. Gosto também ali da, perto da Fiesp, ali assim, mais ali para o lado do Trianon mesmo. Eu acho ali um lugar mais, tem bastante coisa para a gente ver, espetáculos, shows, várias coisas.
P – Tem algum local que você tenha visto algum fato, algum acontecimento que tenha te marcado?
R – Ai, teve uma vez que eu vim aqui na Paulista e os índios, eu acho que da Amazônia, uma tribo, e eles fizeram a corrida das toras em plena Paulista. A Paulista parou, foi a coisa mais linda assim, uma das coisas mais lindas que eu vi. A Paulista parou e eles fizeram a corrida com as toras assim enormes. Tanto os homens quanto as mulheres. E foram passando as toras e a gente acompanhou tudo. Foi muito legal. Por ser na Paulista, né?
P – Você estava com a família?
R – É, eu estava com...
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P – Boa tarde, Adriana.
R – Boa tarde.
P – Primeiramente eu gostaria de saber o seu nome completo, local e a data de nascimento.
R – Meu nome é Adriana Simões Silva, eu nasci no dia 10 de outubro de 1981, aqui em São Paulo mesmo, no Bairro do Jabaquara.
P – O que eu gostaria de saber é qual é a relação sua aqui com a Avenida Paulista?
R – Ah, eu acho que a Avenida Paulista é um lugar que mostra um pouco o que é São Paulo. Que mistura muita gente diferente. Assim, quando a gente anda pela avenida dá para ver que tem gente de todo lugar, todo bairro. Eu mesma moro super longe daqui, mas trabalho aqui. Então é um lugar que a gente se sente: "Eu estou em São Paulo." que você tem a certeza que está aqui nessa cidade mesmo.
P – Você vem de metrô?
R – Eu venho. Eu pego o trem em São Miguel, aí vou até o Brás. Pego, vou pulando de metrô em metrô até chegar aqui.
P – E você desce em que metrô?
R – Eu desço na Estação Consolação.
P – E qual local da Paulista você mais gosta?
R – Ah, eu gosto muito ali do Trianon, do Masp, do Parque Trianon. Gosto também ali da, perto da Fiesp, ali assim, mais ali para o lado do Trianon mesmo. Eu acho ali um lugar mais, tem bastante coisa para a gente ver, espetáculos, shows, várias coisas.
P – Tem algum local que você tenha visto algum fato, algum acontecimento que tenha te marcado?
R – Ai, teve uma vez que eu vim aqui na Paulista e os índios, eu acho que da Amazônia, uma tribo, e eles fizeram a corrida das toras em plena Paulista. A Paulista parou, foi a coisa mais linda assim, uma das coisas mais lindas que eu vi. A Paulista parou e eles fizeram a corrida com as toras assim enormes. Tanto os homens quanto as mulheres. E foram passando as toras e a gente acompanhou tudo. Foi muito legal. Por ser na Paulista, né?
P – Você estava com a família?
R – É, eu estava com os meus filhos, com o meu irmão. Viemos todos. E aquela época também que a Paulista ficava fechada nos fins de semana que agora também não acontece mais. Podia voltar.
P – Seus filhos gostam da Paulista?
R – Gostam, gostam. Eu vinha muito aqui no Itaú Cultural com eles quando eram bem pequenininhos. Tem muita programação gratuita. Aproveitei muito já aqui. Continuo, né? Que hoje eu trabalho aqui, então tem muita coisa boa.
P – Tá certo.
R – Tá bom?
P – Então em nome do Museu da Pessoa e do Sesc agradecemos a sua entrevista.
R – Eu também, obrigada.
P – Nada.
(FIM DA ENTREVISTA)
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