Sou Maria Cristina, nasci no dia 21 de maio de 1959 segundo minha mãe Dona Jiraci que estava com 14 anos quando deu a luz na cidade de Itabuna (fazenda de Itaperoá ) Bahia,pelo que ela me contou disse que era de uma família pobre onde sua mãe era descendência de índios e tinha mais nove irmãs ,seu pai quase e não me lembro, seus pais trabalhavam em um circo assim como todos de sua família conta que ela fazia o numero de trapezista e que foi assim que conheceu meu pai biológico que era filho de Francês e engenheiro agrônomo ( o nome dele de qual ela se lembra José Berilho de Carvalho ) que ambos mantiveram um romance as escondidas onde ela veio a ficar gravida, quando seus pais souberam ficaram muito revoltados meu pai por sua vez quando ficou sabendo logico foi embora , mina mãe ainda ficou por mais dois anos com a família me disse que não era mais possível viver naquele lugar então com já 16 anos veio para São Paulo sozinha e com outros que não conhecia com o sonho de arrumar um emprego e me criar, logo que aqui chegou conheceu assim alguém que iria mudar sua vida completamente pra pior o meu padrasto com que se casou , ela não sabia que das promessas de amor e juras que tudo iria dar certo iria transformar também a mina vida, pois então doce ilusão, com o casamento nasceram mais três filhos , Marcos,Valdeci e Carlinhos, a família do meu padrasto também era outro problema, não gostava de minha mãe ou de mim assim como o meu padastro dizia que iria me registrar no seu nome, minha mãe me registrou logo que chegou , com data alterada e do local de nascimento, sou uma cidadão paulista de SP , enfim isto não é o principal , o fato que durante o seu casamento com atual marido que tinha muito ciúme dela, não a deixava trabalhar e nem mesmo sair de casa quase sempre chegava bêbado quebrava tudo, e muitas vezes até batia nela ou descontava sua raiva por qualquer motivo quase sempre por ciúme infundado e assim foi...
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Sou Maria Cristina, nasci no dia 21 de maio de 1959 segundo minha mãe Dona Jiraci que estava com 14 anos quando deu a luz na cidade de Itabuna (fazenda de Itaperoá ) Bahia,pelo que ela me contou disse que era de uma família pobre onde sua mãe era descendência de índios e tinha mais nove irmãs ,seu pai quase e não me lembro, seus pais trabalhavam em um circo assim como todos de sua família conta que ela fazia o numero de trapezista e que foi assim que conheceu meu pai biológico que era filho de Francês e engenheiro agrônomo ( o nome dele de qual ela se lembra José Berilho de Carvalho ) que ambos mantiveram um romance as escondidas onde ela veio a ficar gravida, quando seus pais souberam ficaram muito revoltados meu pai por sua vez quando ficou sabendo logico foi embora , mina mãe ainda ficou por mais dois anos com a família me disse que não era mais possível viver naquele lugar então com já 16 anos veio para São Paulo sozinha e com outros que não conhecia com o sonho de arrumar um emprego e me criar, logo que aqui chegou conheceu assim alguém que iria mudar sua vida completamente pra pior o meu padrasto com que se casou , ela não sabia que das promessas de amor e juras que tudo iria dar certo iria transformar também a mina vida, pois então doce ilusão, com o casamento nasceram mais três filhos , Marcos,Valdeci e Carlinhos, a família do meu padrasto também era outro problema, não gostava de minha mãe ou de mim assim como o meu padastro dizia que iria me registrar no seu nome, minha mãe me registrou logo que chegou , com data alterada e do local de nascimento, sou uma cidadão paulista de SP , enfim isto não é o principal , o fato que durante o seu casamento com atual marido que tinha muito ciúme dela, não a deixava trabalhar e nem mesmo sair de casa quase sempre chegava bêbado quebrava tudo, e muitas vezes até batia nela ou descontava sua raiva por qualquer motivo quase sempre por ciúme infundado e assim foi por muito tempo entre um bico como faxina, costurava em casa que minha mãe arrumava para conseguir uma grana extra , enquanto ele trabalhava numa metalúrgica , cada vez mais foi ficando mais agressivo ,naquela época não tinha a lei Maria da Penha ,denuncia em delegacia não resultava em nada ,minha mãe não tinha muita saída ou continuava apanhado ou saía de casa , uma mulher nas sua condições era perder todos os direitos eu cresci vendo tudo isso assim com meus irmãos, em uma determinado acontecimento desta história ele chegou muito bêbado , bateu nela chegando a quebrar seu braço, e numa fúria eu que estava brincado com alunas dos poucos brinquedos que tinha veio em minha direção e me deu um chute com seu sapato de bico fino que me deixou com o olho roxo e inchado, nesta época tinha mais ou menos 8 anos, minha mãe chorava muito com tudo não sabia o que fazia, os morávamos no mesmo quintal dos avós paternos que nem sempre interviam, chegaram a levar ela num hospital dizendo que tinha sído um tombo e eu também, permaneci assim por muitos dias, ele dizia arrependido, passava umas semanas e tudo se repetia, neste vários episódios de brigas , minha mãe ia embora e voltava ,por causa dos filhos, mas depois deste ultimo fato marcante ela foi embora e disse que voltaria quando pudesse para nos levar, mas não aconteceu, meu padrasto continuou a beber mais muita vezes era trazido por amigos ou polícia, enquanto isto eu e meus irmãos ficávamos sob a guarda da meus avós-drastos , que tinha um tratamento diferenciado com meus irmãos e comigo por ser bastarda era tratada com resto e olhares de repulsas, na casa tinha duas irmãs e dois irmãos do meu pai, meu avô que era português, e minha avó espanhola, sentiram o drama , pois bem naquela ocasião havia um comentário que meu padrasto não era filho legítimo do meu avô que também bebia e vivia jogando na cara de todos , piorando mais ainda a situação, juntou a família bastarda e minha mãe que sumiu, enquanto eu meus irmãos já frequentávamos a escola ,mas eu sofria com toda esta mudança e não entendia porque minha mãe não voltava, somente de vez em quando ela aparecia as escondidas pra nos ver, ou sob a vigilância da minha avó ou tias,daquela família somente uma tia a Sonia era mais ponderada tinha menos implicância e dos meus tios era mais ou menos o relacionamento comigo, durante todo tempo as vindas de minha mãe era a causa de mais brigas, e motivo para o meu pai beber, o tempo foi passando ele de tanto cair bateu a cabeça, levando sua internção e um coagulo no cérebro do qual foi operado, permaneceu em estado vegetativo , não reconhecia as pessoas mais de vez em quando nos íamos visita-lo , até que faleceu, minha situação que antes já era difícil agora se agravava , bem ou mal eu tinha um suporte por parte dele que pouco seja demonstrava por mim quando estava sóbrio, com seu falecimento eu com 14 anos fui trabalhar em oficinas de costura de bolsas, fora tudo isto ainda me obrigavam a lavar passar a roupa de todos e limpar a casa,me considerava feia, magra, sem nenhum atrativo, ou seja me achava um lixo, na escola me chamavam de tudo quanto é nome , olivia palito , poste e outro que não prefiro comenta ou seja a minha adolescência foi muito triste , depois em fabrica de aparelhos eletrônicos e depois a Tabacow (tapetes) neste momento tinha 17anos, cursava a escola no ensino médio á noite e não tinha nenhuma perspectiva de sonhos de namorar, continuava achando feia e insignificante , em casa isto não mudava faziam de todo pra me sentir inferior, já no trabalho era diferente tinha amigos que me dava apoio para suportar tanta ignorância, tudo que eu recebia do trabalho era entregue nas mãos de minha avó em envelope fechado e nada era me dado por isso, era minha obrigação sustentar aquela casa, na hora de comer ,eu só recebia o necessário, a mistura nem sempre me era permitido, meus irmão tinha certas regalias,eu dormia junto com minha tia em um quartinho , roupas me eram dados sobras das tias , assim se passou mis um ano eu ainda trabalhava na Tabacow e o meus amigos me aconselhavam que eu podia mudar tudo mas precisava de coragem, neste meio tempo minha mãe entrou com visita permitidas foras no seu ambiente, e eu fui autorizada pelo Juiz de ser a responsável por levar meus irmãos que estava com as idades de 10 o Marcos , 9 o Valdeci e 5 o Carlos , mas somente aconteceu uma única vez , pois minha vó não deixava , falava mal dela, dizia que seu eu fosse leva-los ela me batia no dia seguinte enfim ,,,,,,quando eu completei 18 anos, resolvi tomar uma atitude drástica, cheguei com o envelope do pagamento mensal e ao entrega disse a minha avó , eu quero uma parte pra mim, eu trabalho e não posso nem comprar nada pessoal , caso não desse eu iria embora de casa , minha avó nossa teve uma reação surpreendente, ela estava com uma panela e apanhei em várias parte do meu corpo pegou e o envelope jogou todo dinheiro que estava dentro quero ver sua ingrata se tem toda esta coragem, eu recolhi o dinheiro do chão chorando muito conversei com meus irmãos que este era o meu momento de mudar, talvez nada iria dar certo, mas tinha tentar, iria sentir muitas saudades , fugiria naquela noite ,pois a minha avó não imaginava o quanto eu estava determinada e cheia daquela vida,arrumei uma pequena sacola com pertences mas não comentei com mais ninguém, escondi atrás de uma pequena arvore, e levantei como de costume bem cedo as 3:30Hs pois eu saiá as 4:00Hs,peguei a sacola e fui até fabrica e me despedi de alguns amigos, uma amiga me disse se precisar me procure, eu só pensava numa coisa encontrar minha mãe, eu lembrava vagamente do endereço da ultima vez que tinha estado lá, cheguei muito cedo no Parque D’Pedro, sem conhecer nada da cidade e dos seu perigos , mas acho que Deus neste momento estava comigo, porque muitas vezes pedia em oração a noite para que me livrasse de tanto tormento, perguntei a um rapaz se sabia onde ficava a tal rua Lavapès , me disse que estava longe, tinha que tomar um ônibus e descer em um ponto e depois ir a pé,por incrível que pareça o rapaz foi um anjo me informou certo, mas eu ainda não sabia se encontraria minha mãe no endereço, mas cheguei, chamei-a ela estava lá nos reecontramos depois de muito tempo e disse se poderia ficar morando com ela prontamente me aceitou mesmo morando num pequeno quarto, não demorou muito naquele mesmo dia adivinha quem apareceu por lá, a minha avó com um advogado, querendo me levar , mas fui firme, e pela leis eu tinha 18 anos já considerada de maior de idade, ela não podia fazer nada, a minha primeira parte da minha vida termina a continuação fica depois quando eu me casei......
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