O niteroiense Roberto Poeta é pedagogo e autor das obras Ciranda do bem-estar (2004), Ciranda de amor, Ciranda da cidadania, Primeiros palcos (2007), Niterói em poesia (2008) e É dando que se recebe amor (2023), que contém escritos de frases, poesias e canções que propõem uma reflexão sobre essa tônica de amor relacionada à empatia, alteridade, gentileza e generosidade no convívio humano da sociedade.
Entre 2000 e 2001, participou como ator experimental das montagens teatrais O boi da UERJ (apresentada em evento cultural da universidade), O enterro do cachorro (apresentada em mostra de oficina artística) e Suassuna em cordel (apresentada na Bienal da UNE), em vivências coletivas no projeto de extensão Pró-Culturas populares com ênfase em Folclore do Instituto de Educação física e desportos da UERJ Maracanã.
Apresentou, em 2004, a integração cênica "Uma aula que é um espetáculo", no SESC Niterói.
Como expositor de seus livros, participou da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, em 2005 e 2007, como, também, do Salão da Leitura de Niterói, em 2008.
Em 2006, no Shopping Bay Market, apresentou, em parceria com o Musi&canto Ateliê Musical, a atração "Ciranda do diálogo ambiental", interpretando histórias e canções populares de seu repertório Gerúndio brasileiro.
Integrou, em 2009, o elenco da performance coletiva “Mostraí”, no Cortejo das Artes do Sesc Niterói, apresentando, com primor, atração de poesia cênica.
Atuou, em 2010 , na Mostra de expressão artística “Histórias de nossas vidas”, por culminância do projeto TPM (Trupe de Teatro da Pedagogia Mediadora), como parte integrante das atividades de prodocência da UERJ São Gonçalo.
Em seu ato investigativo na universidade, procurou, ao longo de sua jornada acadêmica, adquirir conhecimentos através dos programas de extensão, com abordagens em transleituras, teatro popular, literatura de cordel, literatura infantojuvenil,...
Continuar leitura
O niteroiense Roberto Poeta é pedagogo e autor das obras Ciranda do bem-estar (2004), Ciranda de amor, Ciranda da cidadania, Primeiros palcos (2007), Niterói em poesia (2008) e É dando que se recebe amor (2023), que contém escritos de frases, poesias e canções que propõem uma reflexão sobre essa tônica de amor relacionada à empatia, alteridade, gentileza e generosidade no convívio humano da sociedade.
Entre 2000 e 2001, participou como ator experimental das montagens teatrais O boi da UERJ (apresentada em evento cultural da universidade), O enterro do cachorro (apresentada em mostra de oficina artística) e Suassuna em cordel (apresentada na Bienal da UNE), em vivências coletivas no projeto de extensão Pró-Culturas populares com ênfase em Folclore do Instituto de Educação física e desportos da UERJ Maracanã.
Apresentou, em 2004, a integração cênica "Uma aula que é um espetáculo", no SESC Niterói.
Como expositor de seus livros, participou da Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, em 2005 e 2007, como, também, do Salão da Leitura de Niterói, em 2008.
Em 2006, no Shopping Bay Market, apresentou, em parceria com o Musi&canto Ateliê Musical, a atração "Ciranda do diálogo ambiental", interpretando histórias e canções populares de seu repertório Gerúndio brasileiro.
Integrou, em 2009, o elenco da performance coletiva “Mostraí”, no Cortejo das Artes do Sesc Niterói, apresentando, com primor, atração de poesia cênica.
Atuou, em 2010 , na Mostra de expressão artística “Histórias de nossas vidas”, por culminância do projeto TPM (Trupe de Teatro da Pedagogia Mediadora), como parte integrante das atividades de prodocência da UERJ São Gonçalo.
Em seu ato investigativo na universidade, procurou, ao longo de sua jornada acadêmica, adquirir conhecimentos através dos programas de extensão, com abordagens em transleituras, teatro popular, literatura de cordel, literatura infantojuvenil, potencial criativo, saúde da voz, apreciação musical, canto coral, produção audiovisual, educação popular e movimentos sociais, entre outras atividades.
Na Academia Brasileira de Letras, recebeu as honrarias do Prêmio Cesgranrio de Poesia, em 2013, e os louros do Prêmio Cesgranrio de Conto, em 2014, destacando-se, com maestria, no cenário literário carioca.
Atuou como ator experimental
de produções teatrais como Festeja julhina, apresentada, em julho de 2025, no Fluminense Atlético Clube, pela Escola de teatro popular do Instituto Augusto Boal; Conexões poéticas no corpo, realizada, em novembro de 2025, na Sala Antônio Nóbrega do Centro Cultural Henrique Lage, pela FAETEC Barreto e Entre fios e mirongas, encenada, em dezembro de 2025, no Espaço Gafieira, pela Oficina de atores.
Retomou suas atividades literárias, com o lançamento de seu livro É dando que se recebe amor na Fundação Municipal de Educação de Niterói, em junho de 2023.
Participou do evento Sarau & Autógrafos, como autor expositor, realizando performance de poesia cênica no Solar do Jambeiro, em setembro de 2025.
Em outubro de 2025, participou como autor expositor da FLIN (Festa Literária Internacional de Niterói) na Reserva Cultural de Niterói, com o seu livro É dando que se recebe amor.
Por suas produções literárias e pela realização de suas atividades artísticas, foi homenageado com o Diploma Nicette Bruno de Cultura, em cerimônia de entrega no Teatro Municipal de Niterói, ocorrida no mês de outubro de 2025.
Em fevereiro de 2026, sobe ao palco do Café Teatro Papel Crepon para atuar como ator experimental no musical Jangadas e destinos, baseado nas canções praianas de Dorival Caymmi.
Dos percalços às possibilidades... das ausências às narrativas, expressa, com autonomia e hombridade, sua poesia cênica social, libertadora e alternativa.
Recolher