A trajetória de Francisco de Assis Pereira e Maria Vitória Braga da Fonseca é um testemunho real de superação e retidão. Partindo de uma origem muito pobre e humilde, eles provaram que a verdadeira nobreza de um homem e de uma mulher é a sua honra. Com o pé no chão e muito suor, eles construíram do absoluto nada uma vida de notável prosperidade, fundando um patrimônio sólido e respeitável, sempre mantendo a discrição, o nome limpo e uma união inabalável que durou 70 anos de casados.
Essa força de vontade e os valores morais foram herdados de suas raízes profundas. Maria Vitória era filha de Carlos Lino e Esmelinda (pais). A fé que guiava a família materializou-se na Igreja Nossa Senhora das Vitórias, um templo histórico erguido por seus ancestrais, que serviu de alicerce espiritual para todas as gerações. Maria Vitória era neta de Hilário e Joanna (pelo lado materno) e de José Lino e Maria Francisca (paternos). Seus bisavôs eram Maria Piedade e Zeferino Ignácio Garcia, além de Avelino e Maria Clara. Seus trisavôs eram José Ignácio da Fonseca e Joanna Francisca, e também José Pacheco e Fortunata de Paula, chegando até os seus tetravós, Catharina Roza e Francisco José.
Ao seu lado, Francisco de Assis Pereira também honrou suas origens. Ele era filho de Amâncio Elias e Geozata (pais). Seus avós eram Silvano e Eufrazia (maternos) e Elias Pereira e Teodolina (paternos). Seus bisavôs maternos eram Manoel e Maria Constantina. Juntos, Francisco e Maria Vitória uniram essas linhagens e criaram um novo legado de sucesso, trabalho e fé inabalável, deixando para seus 9 filhos, 20 netos e 9 bisnetos o maior ensinamento de todos: que o trabalho árduo pode transformar a pobreza em um grande patrimônio, desde que se mantenha a humildade, o respeito aos antepassados e a família sempre unida.