resumo

Como todo bom ariano, André Ippólito tem uma “cabeça vulnerável”, o que lhe rendeu cicatrizes e palmadas, como no dia em que observava a família chorando a sua queda em um poço. Teve uma trajetória profissional de destaque na construção civil tanto na iniciativa pública quanto privada. Nascido e criado em uma São Paulo de bondes e ruas mal pavimentadas e iluminadas, ele conta sobre a infância travessa com a família de origem italiana, as viagens de navio e como as transformações urbanas em curso o levaram a estudar engenharia e a adiar os planos de casamento.

imagens (6)

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A posse como presidente da Eletropaulo

data (ou período): Ano 1987 Imagem de:André Domingos Costabile Ippólito

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Infância na chácara

data (ou período): Ano 1934 Imagem de:André Domingos Costabile Ippólito

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Primeira viagem fora do Brasil

data (ou período): Ano 1949 Imagem de:André Domingos Costabile Ippólito

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A corrida da São Silvestre

data (ou período): Ano 1987 Imagem de:André Domingos Costabile Ippólito

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Festas de fim de ano

data (ou período): Ano 1986 Imagem de:André Domingos Costabile Ippólito

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O Casamento de Alayde e André

data (ou período): Ano 1970 Imagem de:André Domingos Costabile Ippólito

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A posse como presidente da Eletropaulo

Na foto: João Oswaldo Leiva, André Ippolito, Pedro Jens e Malu Motoro. Em 1987, a convite do governador Orestes Quercia, Andre Ippolito aceitou ser presidente da Eletropaulo. Na sua gestão, a empresa foi a que obteve a maior rentabilidade entre todas as estatais. O discurso de posse aconteceu no prédio da Eletropaulo, na Rua Xavier de Toledo. Após a cerimônia, os convidados participaram do coquetel. "Depois chamei a diretoria para a primeira reunião", conta André Ippolito.

período: Ano 1987
local: Brasil / São Paulo / São Paulo
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

Infância na chácara

Na foto: amigo do pai e André Ippolito durante a infância. André morou na chácara da foto até os quatro anos, depois mudou-se com os pais e os avós maternos em Recife, num lugar que André Ippolito descreveu como "muito isolado". Desde cedo, André, por ser filho único, não teve muitas amizades. Na casa onde morava existia um poço de água perigoso para qualquer criança. Um dia, André subiu no caquizeiro para se esconder do pessoal e ficou tanto tempo escondido que a família pensou que ele tinha caído no poço de água.

período: Ano 1934
local: Brasil / São Paulo / São Paulo
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

Primeira viagem fora do Brasil

Aos 16 anos, André e seus pais embarcaram no navio "Jamaique", rumo a Buenos Aires. Foram passar dez dias do período de férias naquela época, André fazia curso técnico de química industrial. "A impressão que tive dos argentinos foi boa. Foram simpáticos e gentis em todo momento", relembra André. Nessa viagem a família Ippolito passeou por Palermo e outros atrativos turísticos, sendo o Parque de Los Rosedales e os bifes que comeu na terra de Gardel, inesquecíveis.

período: Ano 1949
local: Brasil / São Paulo / São Paulo
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

A corrida da São Silvestre

Na foto: Os atletas Diamantino dos Santos, Cerron Bizarro, Rolando Vera, João Alves de Souza e Adauto Domingues. Conhecido como "passarinho", João Alves de Souza foi o melhor brasileiro colocado ao conseguir o terceiro lugar na tradicional corrida de fim de ano, um resultado extremamente importante.

período: Ano 1987
local: Brasil / São Paulo / São Paulo
crédito: Julio Barreto
tipo: Fotografia

Festas de fim de ano

Na foto: a família Ippolito, Dona Alayde, o filho André e André Ippolito. A festa aconteceu no prédio da Secretária de obras do Estado de São Paulo e participaram a maioria dos funcionários do gabinete. A reunião que aconteceu no prédio da Rua Riachuelo, no Centro é de praxe dentro da empresa.

período: Ano 1986
local: Brasil / São Paulo / São Paulo
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

O Casamento de Alayde e André

Na foto: Alayde e André Ippolito em seu casamento. Após uma hora e vinte minutos de atraso, casaram-se na Igreja Santo Agostinho (escola em que André estudou). Seu primo, o padre Lúcio e os casou e o acalmou contando piadas na sacristia. "Era para casar no fim da tarde mas o cabelereiro quis caprichar no penteado da noiva. Isso fez com que a cerimônia começasse às 19 horas", relembra André. O casal foi passar lua de mel em Cravinhos, perto de Ribeirão Preto e ao chegar na casa de campo, a residência estava cheia de familiares. "Não acreditei ao ver os primos. A brincadeira foi longe demais mas tudo acabou de maneira normal. Eles foram embora rápido", contou.

período: Ano 1970
local: Brasil / São Paulo / São Paulo
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

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