resumo

Quando se trata de memória, Frederico, nascido em Santos, relembra a cidadezinha de Ouro Branco, no sudeste de Minas Gerais, onde viveu grande parte da infância e de Prados, a cidade dos avós e onde estudava flauta doce. Foi assim, no meio da orquestra da cidade e dos tios que tocou suas primeiras melodias, Maria Maria e Paisagem da Janela. Já na adolescência, em contato com a cena do skate, se afastou da música brasileira e procurou abrigo nos acordes do rock inglês e progressivo pela influência dos amigos. Nessa entrevista ao Museu, Frederico revela como aconteceu sua reaproximação com a música popular brasileira e também explica sobre a importância do projeto do Museu para a memória do Clube da Esquina.

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