resumo

Elisabeth Zwölfer Americano, a dona Beth, mora em São Paulo e diz não ter planos para o futuro. Explica: considerando tudo o que conseguiu na vida, desde o que sempre quis e muito mais do que imaginava ter, ela nada mais precisa almejar. Principalmente porque tem uma família grande e linda, aliás, lindíssima! Não se conta a sua trajetória de vida sem contar a de seu pai, José Zwölfer: a Primeira Grande Guerra levou o velho Zwölfer para a Argentina, onde casou-se. Indo posteriormente para o Brasil, enviuvou duas vezes e casou-se novamente com a mãe de Elisabeth. Quando Beth nasceu, a família já tocava um hotel que, ao longo dos anos, tornou-se referência em hospedagem e padrão de qualidade no atendimento, nos serviços e na comida. Até futuros presidentes, como JK, Jânio e Jango, estiveram lá. Tudo era produzido, criado ou pescado no local, indo direto para a mesa: legumes, verduras, carnes, peixes, lagosta, sopa de tartaruga… Aos 17 anos casou-se com um engenheiro de 28 anos da família Americano. Com 23 já passeava com uma prole que chamava a atenção justamente pela juventude da mãe: um menino e quatro meninas. Hoje, dona Beth continua atarefadíssima, ativíssima, mas sempre encontra tempo para agradecer a Santa Teresinha, de sua devoção, por não ter nada mais a desejar na vida, nem a pedir, significando que tudo com que podia sonhar já foi obtido.

história

Nasci em 11 de abril de 1942, na praia de Cabeçudas, ao lado de Itajaí, em Santa Catarina. Não conseguiria contar a minha história sem contar a de meu pai, José Zwölfer. A trajetória de vida dele, extraordinária, fala por si. E explica, através de seus desafios e conquistas, a grande in...Continuar leitura



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