resumo

A intensa temporada que passou ao lado dos índios Saterés-Mawés, na região de Maués, no Amazonas, deu à fluminense Sônia da Silva Lorenz confiança para falar sobre a cultura daquele povo e os problemas que enfrenta, sobretudo com relação à demarcação de seu território, em muito diminuído desde o contato com os colonizadores. Em seu depoimento, ela conta como se envolveu com a causa enquanto estava no curso de Arquitetura e exercendo a função de fotógrafa em São Paulo, e como atuou ali, por meio do Centro de Trabalho Indigenista, do qual é uma das fundadoras. Um dos trechos mais interessantes é aquele em que Sônia, que também é antropóloga, menciona o envolvimento que os Saterés ainda têm com o guaraná, principal produto da região e preferido ao cafezinho na hora de convidar alguém para uma visita em casa.

história

Meu nome é Sônia da Silva Lorenz, eu nasci no dia 18 de novembro de 1953, no Rio de Janeiro, na Gávea. O meu pai, que já faleceu, ele era gaúcho. E ele é de uma família já nascida no Rio Grande do Sul, mas de origem alemã. Os bisavós do meu pai. O bisavô do meu pai fugiu do alistamento na...Continuar leitura



história na íntegra


histórias que você pode se interessar

opções da página