resumo

Em sua entrevista para o Museu da Pessoa, Jô Oliveira, conta sobre suas raízes nordestinas. Desde sua infância em Campina Grande, onde Jô e sua turma vendiam vidros para juntar dinheiro para assistir os filmes e seriados no cinema, a alegria e a fartura da Festa de São João e as histórias que lhe marcaram sua juventude. Jô fala sobre como entrou em contato com o desenho, através de um vizinho, e sua relação com o cordel, intimamente ligado à memória de seu avô e suas raízes. Carregando essas duas paixões, Jô conta sua história de vida, detalhando sobre sua formação na Escola Nacional de Belas Artes, muitas oportunidades que surgiram, como uma bolsa que ganhou para estudar na Hungria e as obras que publicou como ilustrador não só no Brasil, como na Europa.

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