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No tear

No curso de bordado no Museu Histórico de Paracatu. Na imagem. Dona Marcelina estava no tear, na varanda do prédio, criando uma peça, um “cochil” para o seu filho.

período: Década 1990
local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu/mg
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

“Sinto falta dele”

Esposo de Sra. Selene, de perfil, usando um tricô caramelo. Nessa época ele ainda participava das atividades da igreja da Lagoa de Santo Antônio, comunidade em que viveram. Depois ela conta que ele foi ficando fraquinho e acabou falecendo.

período: Década 1990
local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Donato Pereira da Silva Neto
tipo: Fotografia

O padre e eu

Dona Selene, quando era um pouco mais jovem, era bem ativa na comunidade, participava das ações da igreja de Santo Antônio que fica na comunidade Lagoa de Santo Antônio onde reside. Nesta foto, estava como o bispo da região.

local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Donato Pereira da Silva Neto
tipo: Fotografia

Ranchão

Benedita conta que antes do ranchão, como era chamado essa tenda de palha que fica na entrada do Povoado do Cunha, a comunidade quase não fazia festas e tinham poucas pessoas que moravam ali. No máximo, celebravam missas na Lagoa, que é uma comunidade próxima. Depois que construíram, surgiu o “Forró do Cunha”. Ela lembra que o povo vinha da cidade, enchia o ônibus de gente para dançar. Tinha até um tocador que se chamava Dominguinhos, que já faleceu, ela diz “quando esse homem começava, até as mulheres velhas saiam para dançar. Ele tocava e cantava bonito mesmo”.

período: Década 1990
local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Donato Pereira da Silva Neto
tipo: Fotografia

Religiosamente

Na Lagoa tinha as festas de santos na igreja de Santo Antônio que fica na comunidade. Uma no mês de julho e outra em agosto, Santo Antônio, São João, Nossa Senhora de Santana e Nossa Senhora da Abadia. Era um festão. A primeira de Santo Antônio durava 13 noites e as outras eram nove noites. Na imagem, Santinha estava à frente da procissão. Ela sempre foi ligada à igreja e aos deveres religiosos.

período: Década 1990
local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

Em procissão

Na Lagoa, o povo rezava e Santinha ajudava. No dia de procissão era uma festona, muita gente, porque só existia a igreja de Santo Antônio, para a comunidade do Cunha, de Santa Rita e Barreiros e os membros dessas comunidades se reuniam e levavam a imagem de São Sebastião até à Lapinha, pela MG - 188. A família da D. Benedita sempre esteve envolvida com a organização dessas comemorações. No período dessa imagem, já havia padre na comunidade, mas as comunidades mantiveram essas tradições.

período: Década 1990
local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

Visita ilustre

Sempre envolvida com as obrigações religiosas, na imagem Santinha recebe o bispo de MG em sua casa. Ao lado dele e dela estão o marido de D. Benedita, o Sr. Antônio e o seu filho Donato.

período: Década 1990
local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

Família religiosa

Santinha conta que primeiramente a comunidade não tinha padres e tinha uma igreja só, a de Santo Antônio, que reunia todos os membros das comunidades do entorno. Mas depois as comunidades foram crescendo e tendo as suas próprias igrejas. A igreja da Lagoa recebeu um sacerdote que sempre era recebido em casa pela família. Na foto, vemos a Sra. Benedita e o esposo Sr, Antônio. Atrás, em pé, seus filhos e netos.

período: Década 2000
local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

Igreja da Lagoa

O filho de Santinha, Donato, conta que essa é uma das imagens da igreja de Santo Antônio, a igreja da comunidade da Lagoa de Santo Antônio, antes da reforma. Ele diz que esse oratório que está do lado direito, desapareceu. Foi tirado quando começaram as reformas e nunca mais voltou.

período: Década 1980
local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

Cruzeiro

Essa imagem mostra como a igreja de Santo Antônio, localizada no centro da comunidade da Lagoa de Santo Antônio, era antes das reformas que levaram à sua configuração atual. O cemitério ficava ao redor da igreja e as festas religiosas aconteciam ali naquele terreno mesmo. O cruzeiro à frente da igreja hoje está desmontado e o terreno da paróquia é cercado por muros.

período: Década 1980
local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

Reestrutura

Época da reforma da igreja de Santo Antônio, igreja localizada na comunidade da Lagoa de Santo Antônio. Ela mantém a mesma configuração arquitetônica, mas as paredes e o teto precisaram ser substituídos, pois as estruturas estavam muito abaladas nesta época, pois a igreja foi a primeira construída na região. Inclusive, o povo das comunidades do entorno só tinham esta igreja para frequentar e cumprir seus deveres religiosos.

período: Década 1990
local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

Na carteira

Sr. José carrega esta imagem na sua carteira em todo lugar. Disse que para onde vai, carrega uma lembrança da mãe junto e vai fazer isso enquanto viver.

crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia

Caretas da Lagoa

Caretas da caretagem da Lagoa de Santo Antônio, povoado em Paracatu. S. Zé Pecado, como é conhecido, conta que a caretagem, uma dança folclórica para saudar São João Batista, é uma tradição que está acabando na comunidade, em é uma dança folclórica porque os mais velhos foram morrendo e os mais novos não tomaram a frente. Ele dançou por dois anos com esse grupo.

local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Donato Pereira da Silva Neto
tipo: Fotografia

Crianças caretas

Zé Pecado conta que as roupas da caretada são todas bordadas, coloridas. Pega uma calça comum e costura fitas e tecidos remendados, amarrando “polaque” nas pernas, para fazer barulho, além da sanfona e das cantigas. Eles carregam a bandeira de São João Batista. Ele lembra que todos participavam das celebrações, até as crianças.

local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Donato Pereira da Silva Neto
tipo: Fotografia

Cada um com o seu par

S. Zé conta que na caretagem tradicional somente dançam homens, homem com homem, mas um vestido de mulher e o outro vestido de homem. Ele diz que a dança lembra a quadrilha, a umbigada e a chula. Ele conta que tem mudança de par, cavalheiro na frente, damas atrás, “Vem chuva! É mentira!” e que eles formam filas para o “alinhavo” que é quando um pega na mão do outro e eles ficam trocando e “alinhavando”. Ele dançou por dois anos neste grupo.

local: Brasil / Minas Gerais / Paracatu
crédito: Donato Pereira da Silva Neto
tipo: Fotografia

Casal paracatuense

Benzinha está na imagem com o seu esposo já falecido. Esta fotografia fica na sala, emoldurada e pendurada na parede. Ela conta que o fotógrafo tirou a foto dela sem um dos brincos, que ela até reclamou, mas ele fotografou mesmo assim. Esta imagem possui um tratamento de retoque em pintura por cima do retrato, colorindo a imagem e destacando alguns detalhes.

crédito: Acervo Pessoal
tipo: Fotografia