23/11/2021

Nada na vida é por acaso

Personagem: Leonid NosekAutor: Museu da Pessoa

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Retrato de Marina Rocha Braga

legenda: Marina Rocha Braga é militante da Comissão Pastoral da Terra. Sobradinho, BA, 2007.Foto de Antônia Domingues.
personagem: Marina Rocha Braga
historia: Marina Rocha Braga é militante da Comissão Pastoral da Terra e atua em Sobradinho, Bahia

período: 11/12/2007
local: Brasil / Bahia / Sobradinho
tipo: Fotografia

O SINPRO somos nós: nossa força e nossa voz!

Assembleia dos Professores e Orientadores Educacionais da base do SINPRO-DF. O local é Praça do Buriti (em frente ao Palácio do Buriti, sede do GDF), no ano de 2012. Essa foi uma verdadeira assembleia de massa, que marcou a luta, em 2012, pela Isonomia Salarial dos Professores e OEs, com a média das carreiras de nível superior do GDF. Uma grande e exemplar demonstração de unidade e força de uma Categoria aguerrida, que nunca fugiu à luta! Uma Categoria que fez e que faz história, transformando o SINPRO num dos maiores sindicatos do Brasil! Um sindicato Classista e de Base!!

período: Ano 2012
local: Brasil / Distrito Federal / Brasília
tipo: Fotografia

Amiga e companheira

Da esquerda para a direita, a grande amiga e companheira do PT-DF Ledinha (Lêda Gonçalves) e Meg, em frente à carceragem da Polícia Federal de Curitiba (02 de Janeiro de 2019/Réveillon LULA LIVRE), “onde o nosso querido e eterno Presidente LULA ficou injustamente preso por 580 dias! Prisão essa, fruto de um processo comprovadamente fraudulento (a Lava-Jato), conduzido pelo então "Juiz" Moro, do TRF 4. LULA foi solto no dia 8 de novembro de 2019, um dia após o Supremo Tribunal Federal ter considerado a prisão em 2a Instância inconstitucional. Essa foi a minha segunda de três Caravanas a Curitiba. Foram momentos de intensas lutas e de grandes mobilizações em frente à Polícia Federal, numa Vigília que durou exatos 580 dias! Ou seja, do primeiro ao último dia de sua prisão LULA jamais ficou sozinho! Todos os dias tinham militantes e representantes de várias organizações sociais e populares, de várias partes do Brasil, dando BOM DIA, BOA TARDE e BOA NOITE Presidente LULA! Foram momentos muito intensos da minha vida, tanto como militante do Partido dos Trabalhadores (PT), quanto como dirigente sindical. Participei de 03 (três) Caravanas a Curitiba, mas essa, a do Réveillon com LULA, foi, sem dúvida, a mais vibrante e a mais emocionante de todas. Poder gritar "Feliz Ano Novo Presidente LULA"!! , em frente àquele cárcere, num uníssono, com milhares de companheiras(os), foi uma experiência que jamais será apagada de minha memória!”

período: Ano 2019
local: Brasil / Paraná / Curitiba
tipo: Fotografia
Palavras-chave:

Orgulho da vó

Meg segurando no colo o seu primeiro netinho, LUÍS GABRIEL, da filha mais nova, MARIANA GUIMARÃES, logo após o nascimento. “Esse foi, com certeza, um dos momentos mais felizes de minha vida! Saber que aquele pequeno ser que eu segurava em meus braços era a continuidade de mim; do meu sangue; da minha hereditariedade. Hoje o Luís Gabriel já está com 2 anos e 5 meses e já está na escolinha (Maternal l). Está crescendo com saúde e muita inteligência, para o orgulho da Vovó!”

período: Ano 2018
local: Brasil / Distrito Federal / Brasília
tipo: Fotografia
Palavras-chave:

Delegação da CUT Independente e de Luta - DF

Delegação da CUT Independente e de Luta-DF/SINPRO-DF, no 13º CONCUT(Congresso Nacional da CUT), em Praia Grande, São Paulo, nos dias de 7 a 10 de outubro de 2019. “Ao longo de 20 anos de minha militância sindical, participei de 06 (seis) Congressos consecutivos da Central Única dos Trabalhadores (CUT). A minha participação nesses Congressos da CUT, assim como em dezenas de outros congressos sindicais e políticos (SINPRO-DF, CNTE, PT e outros) dos quais participei ao longo das duas últimas décadas, foram parte significativa da minha trajetória na luta sindical e política, especialmente pelo grande aprendizado (teórico e prático) que essas experiências acrescentaram à minha vida, em todos os aspectos. Compreender a importância das organizações dos trabalhadores: sua dinâmica e estrutura (vertical e horizontal); a necessidade de organização da Classe por ramos e categorias; a importância das Pautas de Reivindicações, das diversas Campanhas Sindicais, do Plano de Lutas; a leitura da Conjuntura (internacional, nacional e local); compreender as dimensões da luta econômica (sindical) e da luta política geral; etc...Todos esses conhecimentos e experiências foram, sem dúvida, o que fez de mim a sindicalista que sou: comprometida tanto com os interesses da minha própria categoria (professores e orientadores educacionais), quanto com o interesses do conjunto da Classe Trabalhadora. Ou seja: não me tornei vice-presidente da CUT-DF (02 vezes)e também Diretira do SINPRO (04 vezes), por acaso: assim como muitos outros sindicalistas, fui forjada na luta concreta; no dia-a-dia do trabalho sindical, à partir da base (como Delegada Sindical); nas Greves e Campanhas Salariais; nas Assembleias e Congressos; nas lutas por melhores condições de vida e trabalho!

período: Ano 2019
local: Brasil / São Paulo / Praia Grande
tipo: Fotografia

Avós paternos

Foto dos avós paternos de Meg, já facidos, Arabela Guerra Guimarães e Cezaltino Pereira da Silva. Arabela foi "professora leiga", e além de ter alfabetizado todos os filhos, também alfabetizou Meg, a neta mais velha. Com ela, além de aprender a ler e escrever, Meg desenvolveu o gosto pela leitura. “Minha "vó Belinha" lia para mim estórias lindas, de um livro que ela guardava no fundo de um baú antigo...Eram Contos de Fadas maravilhosos, que aguçavam a minha imaginação e me fazia viajar a lugares incríveis! Ele, meu "Oiô Pemba", era um contador de estórias (contos orais), e costumava nos contar muitos "causos" cômicos e misteriosos até de madrugada, em frente a uma fogueira ou em noites de lua cheia. Me lembro, por exemplo, dos vários causos de um personagem que ele chamava de "Camonge". Creio que se tratava de estórias de Camões, que ele aprendera de ouvido, pois não lia nem escrevia. Foi ele também quem me ensinou a pescar de anzol...Era um caboclo ribeirinho, que pescava numa canoa de tronco, feita por ele mesmo. Também fazia carros de boi, gamelas, colheres de pau, balaios e até engenhos artesanais de madeira, (puchados por dois bois mansos) para moer cana-de-açúcar e fazer rapaduras. Quando eu era criança, me lembro que costumávamos passar cerca de dois meses (a cada ano) em ranchos de palha e pau-a-pique, no engenho do meu avó que ficava às margens do Rio Paraim...Era a temporada da "Moagem", como era chamado o período da feitura das rapaduras. Ainda ecoa em meus ouvidos o barulho (que mais parecia um lamento) do carro-de-boi de madeira, carregado de canas...Nesse mesmo rio "Paraim", eu e meus irmãos mais velhos nos divertíamos muito: pescávamos, tomávamos banho e ajudávamos nossa mãe a lavar roupas...As mais significativas memórias de minha infância são essas, vividas nesse Engenho do meu avô!”

local: Brasil / Piauí / Redenção Do Gurguéia
tipo: Fotografia

Pais de Leonardo

Os pais do Leonardo (neto de Meg): Caroline (filha mais velha) e Clésio (genro de Meg).

período: Ano 2018
local: Brasil / Distrito Federal / Brasília
tipo: Fotografia
Palavras-chave:

Mãe Ermosina

A mãe de Meg, Ermosina Barbosa Pereira, na porteira do seu Curral de Gado, no Sítio Lourenço, uns 3 meses antes se seu falecimento (2015). Ela foi diagnosticada com CA de ovário no final de 2014, e faleceu em 18 de outubro de 2015, após aproximadamente 1 ano e um mês do diagnóstico. Mudou-se para Brasília, para fazer o tratamento no HUB(Hospital Universitário de Brasília). Ficou sob cuidados das 04 filhas (inclusive eu), que moram aqui no DF. Após 8 meses de tratamento (quimioterapia), tendo melhorado seu quadro, foi liberada para voltar ao Piauí, antes de uma cirurgia, que seria mais uma alternativa de tratamento. Ficou 15 dias no Piauí. Estava muito animada e feliz. Após retornar dessa viagem, fez a cirurgia e passados pouco mais de 2 meses, veio a falecer, em decorrência do agravamento do quadro da doença (metástase). Sua ida ao Piauí foi, portanto, uma despedida de seu sítio; de seus parentes e amigos. “A morte da minha mãe (assim como a morte acidental do meu pai, em 1995) foi um dos eventos mais tristes e traumáticos de toda a minha vida, pois o seu sofrimento foi muito grande. Aos 69 anos de vida, ela era uma mulher forte e guerreira, cheia de sonhos e vontade de viver. Ela partiu na minha frente, fato esse que me marcou profundamente para o resto da minha vida! Ela que deu a luz há 10 filhos (sendo 4 natimortos); que lutou bravamente ao lado do meu pai, até sua morte, (minha mãe ficou viúva aos 49 anos de idade); ela, que foi um exemplo de vida para os 06 filhos que criou com muito amor e dedicação, estará para sempre em nossas memórias e em nossos corações!!”

período: Ano 2015
local: Brasil / Piauí / Redenção Do Gurguéia
tipo: Fotografia

O pequeno super-herói

Meg e o seu pequeno super-herói, segundo neto Leonardo Guimarães, filho da Caroline (a filha mais velha de Meg), que nasceu dia 13/04/2020. “Leonardo é um bebê sorridente e carismático, que conquistou de cara o meu coração e o meu lado mais coruja! Sinto-me uma mulher realizada e privilegiada por ter recebido do universo a dádiva de ser avó de dois meninos lindos e saudáveis. Como avó, darei o máximo de mim para que ambos (Luís Gabriel e Leonardo), e também os netos que ainda virão, possam crescer cercados de amor e carinho; para que eu possa lhes ensinar e transmitir o melhor de mim!”

período: Ano 2020
local: Brasil / Distrito Federal / Brasília
tipo: Fotografia
Palavras-chave:

Homenagem em Assembleia

Meg sendo homenageada, junto dos demais 7 presos com flores brancas na Assembleia do dia 30/10/2015. “Foi emocionante!!”

período: Ano 2015
local: Brasil / Distrito Federal / Brasília
tipo: Fotografia

Zi junto dos Bois Mansos

Meu pai Ozires Guimarães Pereira, conhecido como "Zi", em meados dos anos 90, no terreiro de nossa casa no Sítio Lourenço, com sua junta de "Bois Mansos" (bois preparados para puxar Arado, Carro de Boi e Engenho de Cana). Criação de gado era uma de suas grandes paixões! Além de amar cuidar de animais, da roça, de plantar e colher, também foi Alfaiate de profissão. Casou-se com a minha mãe, (Ermosina Barbosa Pereira), em 1964 (eu nasci 2 anos depois, em 1966). Foi Vaqueiro por alguns anos, trabalhando para um fazendeiro da região (Fazenda Limoeiro). Porém, seu sonho era ter sua própria criação de gado; seu próprio pedaço de chão; sua própria casa. Como um homem determinado e muito trabalhador, não demorou para alcançar sua meta, e se estabeleceu no Sítio Lourenço, nas terras de seu pai Cezaltino (velho "Pemba"), com sua própria casa, suas próprias criações (vacas, ovelhas, cabras, porcos) e plantações (arroz, feijão, milho, frutas, etc). Passados +- 2 anos após ter tirado essa foto, quando tinha apenas 53 anos de idade, um trágico acidente de moto interrompeu sua vida e seus sonhos...Era um homem sonhador; muito solidário, ético e honesto. Valorizava muito os Estudos (concluiu o Ensino Médio, tendo sido Alfabetizador do Mobral por alguns anos). Ele sempre nos incentivava a estudar, e costumava nos dizer: "- Estudem! O diploma é um bem que ninguém lhe tira; você leva para o túmulo"! Sem sombra de dúvidas, meu pai foi a pessoa que mais me inspirou na vida! Inclusive no que diz respeito ao meu interesse pela política e pelo sindicalismo. Foi Vereador por dois mandatos, em nossa cidade (Redenção do Gurguéia-PI), onde fez um excelente trabalho. Morreu ainda jovem, como um homem honrado e muito respeitado por todos que o conheceu!

período: Década 1990
local: Brasil / Piauí / Redenção Do Gurguéia - Pi
tipo: Fotografia

Anos dourados

Meg, em Redenção do Gurguéia-Piauí, aos 13 anos de idade (1979), três anos antes de eu vir morar em Brasília, para continuar os meus estudos (Ensino Médio em diante). Anos dourados, quando conheci o meu Primeiro Amor, Salvador Soares.

período: Ano 1979
local: Brasil / Piauí / Redenção Do Gurguéia
tipo: Fotografia

Meg e filhas

Meg e suas duas filhas, Caroline Barbosa Guimarães (11 anos) e Mariana Guimarães de Assis (04 anos), no Réveillon do ano de 2000, em Redenção do Gurguéia-Piauí. Após o falecimento do pai Ozires, num acidente de moto em 1995, ficou 05 anos sem pisar no Piauí. Embora a mãe continuasse morando lá, ela não conseguia se imaginar chegando lá sem o seu pai. “Minha filha mais velha (Carol), foi criada pelos meus pais até os 7 anos de idade, vindo morar comigo em Brasília logo após a morte do meu pai, com quem era muito apegada. Foi morar com os avós quando tinha apenas 40 dias de nascida, pois eu estava no último ano da faculdade quando ela nasceu, e eu não tinha como pagar alguém para cuidar da mesma. Foi, sem sombra de dúvida, uma das experiências mais traumáticas de minha vida! Ter que entregar a minha filha recém-nascida para a minha mãe (Ermosina), que viera passar o resguardo comigo, para, em seguida, levá-la de ônibus para a minha cidade natal (Redenção). Até hoje esse é um vazio que jamais vou conseguir preencher! Atualmente, com 33 anos de idade, a minha filha nunca me perdoou. A nossa relação até hoje é mal resolvida. Ela nunca compreendeu que eu tive que deixá-la com os meus pais, para protegê-la e para garantir que eu concluísse o curso superior. Ela nunca me chamou de mãe e isso é, sem dúvida, a maior mágoa que carrego na vida! Atualmente, as minhas duas filhas já são mães, e já me deram netos (Luís Gabriel, filho da Mariana, e Leonardo, filho da Caroline). Elas são bem diferentes uma da outra, tanto fisicamente, quanto em termos de personalidade. A mais velha é formada em Direito e trabalha como Policial Militar (PMDF); a mais nova se formou em Gastronomia, mas está desempregada no momento. Cada uma é filha de um pai diferente, com trajetórias de vida bem diversas. Nos dias atuais, eu não convivo e nem tenho contato com nenhum deles.”

período: Ano 2000
local: Brasil / Piauí / Redenção Do Gurguéia
tipo: Fotografia

Casa de infância

A casa onde Meg nasceu, em 26/06/1966 e onde passou os primeiros anos de vida, infância e adolescência, na localidade Lourenço, município de Redenção do Gurguéia - Piauí. Nessa casa a mãe Ermosina teve os 10 filhos, sendo 4 natimortos. “As mais significativas e mais doces memórias da minha vida vivi nesse lugar e nessa casa; lembranças que jamais me esquecerei: como as cantigas roda nesse terreiro e as muitas brincadeiras de faz de conta com meus irmãos; as deliciosas comidas feitas pela minha mãe, no fogão de lenha; as histórias contadas pelos meus avós paternos Cezaltino ("Velho Pemba") e Arabela ("Velha Belinha"); o leite de vaca morninho, tirado na hora pelo, ao raiar do dia, pelo meu saudoso pai OZIRES ("Zi") e as modas de viola tocadas por ele (violão) e cantadas também pela minha querida mãe!”

local: Brasil / Piauí / Redenção Do Gurguéia
tipo: Fotografia

Caravana

Meg, na saída de uma Caravana para Curitiba, que ajudou a coordenar.” Levamos 06 ônibus a Curitiba, na ocasião do Aniversário do LULA (27/10/2019)” “A luta pela liberdade de LULA, foi, sem sombra de dúvidas, umas das mais intensas lutas que travei como militante da Corrente O TRABALHO do PT (Seção Brasileira da lV Internacional), e também como dirigente sindical. Foram 580 dias em que não houve sequer uma atividade política (de rua ou não), social e até familiar, em que eu não carregasse as minhas inseparáveis bandeira e faixa LULA LIVRE! Foram dias de muita angústia e ansiedade para mim e toda a militância PTista; saber que LULA era inocente e que a Lava-Jato (que bem poderia se chamar "Farsa-Jato") era uma verdadeira farsa para criminalizar LULA e o PT. Agora, após confirmada a inocência de LULA e aprovada no STF a Suspeição do Moro, estamos de alma lavada, peito aberto e punho cerrado para gritar: - "LULA INOCENTE"! - "Pela restituição de todos os direitos políticos de LULA"! "Prisão do MORO, já"! A luta precisa seguir, agora pelo FIM do Governo Bolsonaro e pelas reivindicações concretas do Povo e da Classe Trabalhadora! Em defesa da Democracia e dos Direitos! Em defesa da Soberania Nacional! A perspectiva de que LULA possa disputar a Eleição de 2022 para a Presidência da República, nos enche de orgulho e esperança! Esperança de retomarmos as rédeas da nação brasileira, como LULA PRESENTE, para anular todas as medidas do Golpe (golpe, que começou em 2016 com o Impeachment da presidenta Dilma, legitimamente eleita) e também do desgoverno Bolsonaro! A esperança de um Brasil mais democrático, mais justo igualitário!!”

período: Ano 2019
local: Brasil / Distrito Federal / Brasília
tipo: Fotografia
Palavras-chave:

Companheiro

Meg e seu marido Gilmar Borges de Oliveira - companheiro de todas as horas e de todas as lutas -, em um ato em frente ao STF, por Justiça para LULA e Suspeição do Moro, em fevereiro de 2021. “Ele, com quem vivo há mais de uma década (desde 02 fevereiro de 2007), e com quem divido as lutas, as alegrias e tristezas… Ele, que assim como eu, é filho de Redenção do Gurguéia-Piauí, e com quem tenho muitas afinidades, principalmente o amor pelas coisas simples, pela pescaria, pela natureza, pela vida na roça... Também compartilhamos a paixão pelo FLAMENGO... Nosso maior sonho nesse momento é voltar a viver no Campo, quando eu me aposentar (minha aposentadoria na SEDF deve ser publicada até o final deste ano de 2021). Não temos filhos, pois as duas gravidezes que tive dele não vingaram (tive dois abortos espontâneos, provavelmente em função de minha idade, pois já tinha mais de 42 anos quando engravidei). Ele já era pai de dois filhos (Maysa e Carlos Mateus), meus enteados; eu, mãe de duas filhas (Caroline e Mariana). Recentemente (13/04/2021) sofremos um triste golpe do destino: seu filho Carlos Mateus, de 22 anos, suicidou-se. Temos enfrentado dias dolorosos e difíceis, em função dessa perda irreparável!”

período: Ano 2021
local: Brasil / Distrito Federal / Brasília
tipo: Fotografia
Palavras-chave: