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Talento mundial

Fernando Brant durante a turnê de Milton Nascimento pela Europa. Parceiro de longas Travessias, Fernando Seguiu como letrista fiel de Milton ao longo dos anos. Juntos compuseram mais de 200 canções, entre elas "Para Lennon e McCartney" (com Lô Borges e Márcio Borges), "Maria Maria", "Planeta Blue", "Promessas do Sol", "O Vendedor de Sonhos", "Canção da América", "Saudade dos Aviões da Panair (Conversando no Bar), "Encontros e Despedidas", "Nos Bailes da Vida", "San Vicente" e outros sucessos.

período: Ano 1980
local: Portugal / Cabo Da Roca
crédito: Fernando Brant
tipo: Fotografia

Um coquetel de luxo

Burnier, Erasmo Carlos, Marcos Kilzer, Fernando Brant, Ronaldo Bastos, Márcio Borges e Roberto Carlos reunidos na editora da SBK. Os representantes do Clube da Esquina, Fernando Brant e Márcio Borges com outros músicos e compositores. Dentre eles destacam-se Erasmo e Roberto Carlos, Além de artistas, grandes amigos reunidos num coquetel na Editora da SBK

período: Ano 1986
local: Brasil / Rio De Janeiro / Rio De Janeiro
crédito: Fernando Brant
tipo: Fotografia

Compondo canções

Fernando Brant e o parceiro Milton Nascimento compondo em um sítio.. Fernando Brant e Milton Nascimento, em 1967 começaram a compor juntos, quando Bituca lhe propôs que escrevesse a letra para sua música. "Travessia", sua primeira composição arrebatou logo de cara o segundo lugar no concorrido II FIC (Festival Internacional da Canção) da TV Globo realizado no Rio de Janeiro, cuja interpretação ficou a cargo do próprio Milton Nascimento, que a registrou em seu primeiro LP lançado nesse mesmo ano, pela extinta gravadora Codil. Além da música “Travessia” participou desse Festival com mais duas canções também resultado da parceria com Milton Nascimento: "Morro velho", "Maria minha fé". No ano seguinte (1968), participou do IV Festival de Música Popular Brasileira (TV Record), com a canção "Sentinela" (c/ Milton Nascimento), defendida por Cynara e Cybele. Em 1968, no LP Courage, gravado nos E.U.A. pela A&M Records, Milton Nascimento gravou “Travessia” e “Outubro”. Na década de 70 fez com Milton a trilha sonora do curta-metragem "Tostão, a Fera de Ouro", dirigido por Ricardo Gomes Leite e Paulo Laender, da qual fazia parte a música “Aqui é o país do futebol”.

período: Ano 1970
local: Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte
crédito: Fernando Brant
tipo: Fotografia

Violão e poesia

Fernando Brant e Milton Nascimento compondo juntos em um sítio.

período: Ano 1970
local: Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte
crédito: Fernando Brant
tipo: Fotografia

Concerto de talento

Wagner Tiso regendo Milton Nascimento, solista convidado, no concerto de Tiso com a Orquestra Sinfônica Brasileira em dezembro de 1999 no Teatro Municipal do Rio. Atualmente, Wagner se dedica também a música sinfônica, compondo suítes e choratas e realizando concertos em diversas cidades pelo Brasil e alguns países da Europa.

período: Ano 1999
local: Brasil / Rio De Janeiro / Rio De Janeiro
imagem de: Wagner Tiso
história: O Wagner é único
crédito: Vânia Laranjeiras
tipo: Fotografia

Encontro das estrelas

(esq.dir) Flávio Venturini, Annie Haslam (ex-vocalista da banda Renaissance) e Murilo Antunes no Palácio das Artes. Uma das mais singulares vozes femininas do planeta, Annie Haslam conheceu e apaixonou-se pelos belos falsetes do cantor, compositor e instrumentista mineiro Flávio Venturini ao ouvir dois discos seus. Um amigo brasileiro foi quem presenteou a cantora com CDs de músicos diversos. Ela, boa ouvinte que é, pinçou os de Flávio. Antes disso, Annie já havia passado pelo Brasil para cantar, mas, em termos de música brasileira, só conhecia Gilberto Gil. O encontro de Annie e Flávio aconteceu em 1998. Venturini, então, foi ao camarim da inglesa ao final de um show dela no ATL Hall, no Rio de Janeiro, depois jantaram juntos – Annie chegou a comentar em entrevista sobre sua admiração pela voz dele –, e travaram uma amizade a distância que rendeu uma parceria, a música Poetry of the birds, que se tornou espetáculo aqui no Brasil.

período: Ano 2001
local: Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte
imagem de: Murilo Antunes
crédito: Murilo Antunes
tipo: Fotografia

Só música e poesia

Murilo Antunes participa de evento Música e Poesia. Compositor, poeta e publicitário Murilo Antunes em show de música e poesia no restaurante “Inconfidência Mineira”, em Santa Catarina. Peça fundamental do Clube da Esquina, Murilo Antunes é autor da belíssima música que integra o álbum “Clube da Esquina II”, “Nascente”, em parceria com o amigo Flávio Venturini.

período: Ano 1999
local: Brasil / Santa Catarina / Balneário Camboriú
imagem de: Murilo Antunes
crédito: Andréia Antunes
tipo: Fotografia

Os quatro

Paulinho Carvalho, Lô Borges, Mario Castelo e Chico Lessa. Jovem ainda, aos dezenove anos, na década de 70, Lô Borges inicia sua carreira de cantor e compositor, lançando com Milton Nascimento a canção e o álbum duplo "Clube da Esquina". O disco contou com a participação de músicos como Eumir Deodato, Toninho Horta, Wagner Tiso, Nana Vasconcelos, Beto Guedes, entre outros, tornando-se referência importante para os estudiosos da música contemporânea brasileira. esse trabalho abre caminho para Lô assumir a sua carreira solo influenciada também pelas referências musicais de sua juventude, como os Beatles e todo o Pop até João Gilberto.

local: Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte
imagem de: Murilo Antunes
crédito: Murilo Antunes
tipo: Fotografia

Debatendo sobre o Clube da Esquina

Ronaldo Bastos, Murilo Antunes, Marcio Borges, Fernando Brant, compositores mineiros, de renome internacional falam sobre o Clube da Esquina, movimento que revolucionou a música brasileira nos anos 70 e ainda hoje faz a cabeça das novas gerações e das gerações que o vivenciaram

período: Ano 2000
local: Brasil / São Paulo / Santana De Parnaíba
imagem de: Murilo Antunes
crédito: Murilo Antunes
tipo: Fotografia

Beto Guedes, Danilo Caymmi, Novelli e Toninho Horta

Toninho e o contrabaixista Novelli na gravação de “Beto Guedes, Danilo Caymmi, Novelli e Toninho Horta”, primeiro disco assinado por Toninho. O disco chamado “Beto Guedes, Danilo Caymmi, Novelli e Toninho Horta” foi o primeiro disco que levou como um de seus principais nomes o de Toninho Horta. Com a participação de vários outros compositores como Wagner Tiso, Ronaldo Bastos, José Geraldo, Márcio Borges, etc, o disco foi lançado em 1973 pela ODEON

período: Ano 1973
local: Brasil / Rio De Janeiro / Rio De Janeiro
imagem de: Toninho Horta
crédito: Toninho Horta
tipo: Fotografia

Talento ao triplo

Paulo Jobim, Toninho Horta e Tavinho Moura na tradicional feira do Colégio Arnaldo, em homenagem a Tom Jobim. Ao fundo, à esquerda de Toninho, Pacífico Mascarenhas. Músicos mineiros e seu filho Paulo Jobim fazem uma homenagem ao grande maestro e compositor em Belo Horizonte. Talento reconhecido em todo o mundo, além do jazz, Toninho é grande fã da Bossa Nova, que tem como um de seus grandes mentores Tom Jobim. Em 2000 com o álbum “From Ton To Tom – Um Tributo a Tom Jobim”, Toninho faz uma sensível homenagem ao maestro Tom Jobim.

período: Ano 2000
local: Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte
imagem de: Toninho Horta
crédito: Toninho Horta
tipo: Fotografia

Identidade de Fernando Brant

O compositor Fernando Brant - amigo e parceiro de Milton Nascimento e Márcio Borges - fotografado para carteira de identidade.

período: Ano 1965
local: Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte
crédito: Juvenal Pereira
tipo: Fotografia

Talento em estúdio

Márcio Borges com o parceiro e compositor mineiro Tunai, à mesa de estúdio de gravação. Tunai é Mineiro de Ponte Nova. Teve as primeiras noções de piano com a mãe. Sua família era ligada à música, e praticamente todos os dez irmãos são ligados ao meio artístico, sendo João Bosco o irmão mais famoso. Aos 11 anos, Tunai chamou a atenção em um festival da escola, cantando bossa nova. Desde então não parou mais de se ligar à música, mesmo quase se formando em engenharia. Suas composições (a maioria em parceria com o letrista Sergio Natureza) já foram gravadas por Milton Nascimento, Emílio Santiago, Fagner, Gal Costa, Simone, Nana Caymmi e muitos outros. O primeiro sucesso foi "As Aparências Enganam" (com Sergio Natureza), grande êxito na voz de Elis Regina em 1979. No início da década de 80, depois de vários anos atuando com sucesso como compositor, gravou seu primeiro LP solo, "Todos os Tons", onde também cantava e tocava violão. Sua carreira como intérprete decolou, levando-o a shows por todo o Brasil, e a outros discos que se seguiram. Seus grandes sucessos foram "Frisson", "Eternamente", "Sintonia", "Sobrou pra Mim", "Olhos do Coração".

período: Ano 1980
local: Brasil / Rio De Janeiro / Rio De Janeiro
crédito: Márcio Borges
tipo: Fotografia

Márcio Borges

O compositor Márcio Borges.

período: Ano 2002
local: Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte
crédito: Márcio Borges
tipo: Fotografia
Palavras-chave:

Sorriso de poeta

Murilo Antunes sorri em foto.

imagem de: Murilo Antunes
crédito: Acervo pessoal
tipo: Fotografia